sábado, 22 de agosto de 2026






 Reinventar um ícone sem apagar sua história: o desafio por trás do novo Cine Lido

Responsável pela arquitetura de interiores da futura casa de espetáculos, André Henning aposta em uma linguagem contemporânea que preserva referências do antigo cinema de rua e resgata a memória afetiva de um dos endereços mais emblemáticos de Curitiba

 

Curitiba, agosto de 2026 – Alguns edifícios carregam muito mais do que concreto e estrutura. Guardam lembranças, encontros e parte da história de uma cidade. É o caso do Cine Lido, um dos cinemas de rua mais emblemáticos de Curitiba, que se prepara para iniciar uma nova fase como casa de espetáculos. Para o arquiteto André Henning, responsável pela arquitetura de interiores do empreendimento, o maior desafio do projeto não foi apenas adaptar o edifício às exigências de um espaço contemporâneo de entretenimento, mas encontrar um equilíbrio entre inovação e memória, fazendo com que o público reconheça a essência do antigo Lido enquanto vivencia uma experiência completamente nova.

 

Convidado inicialmente para desenvolver o projeto dos bares da casa, Henning acabou assumindo toda a arquitetura de interiores do empreendimento, em um trabalho realizado em coautoria com o arquiteto João Uchôa, responsável pela concepção arquitetônica geral do novo Cine Lido. A partir dessa integração, o escritório passou a desenvolver os ambientes internos, áreas de convivência, camarins, anexo, elementos da fachada e a requalificação do acesso principal ao espaço.

 

"Projetar um lugar como o Cine Lido exige respeito pela memória que ele carrega. Nossa intenção nunca foi reproduzir o passado, mas reinterpretá-lo. Queríamos que quem conheceu o antigo cinema reconhecesse algumas referências, mas percebesse que está entrando em um espaço preparado para o futuro", explica o arquiteto.

 

Essa proposta aparece em diversos elementos do projeto. O vermelho, por exemplo, presente nas antigas pastilhas que marcavam a arquitetura do edifício, retorna de forma contemporânea no mobiliário e em detalhes dos ambientes. As formas curvas fazem referência ao desenho característico do antigo cinema, enquanto concreto aparente, granitina, aço, iluminação cênica e grandes planos criam uma atmosfera atual, de inspiração brutalista, sem abrir mão do acolhimento.

 

"O projeto tem uma linguagem bastante contemporânea, mas ao mesmo tempo traz uma leitura retrô em diversos detalhes. Está nos espelhos, na iluminação, nas formas arredondadas e em elementos inspirados na estética das décadas em que o Cine Lido se consolidou como referência cultural da cidade. É uma homenagem sutil, sem cair na nostalgia", afirma o arquiteto.

 

A experiência começa antes do espetáculo

Mais do que criar um espaço bonito, o projeto foi pensado para transformar toda a experiência do público. A proposta parte do princípio de que uma casa de espetáculos começa a ser vivida muito antes de as luzes do palco se acenderem.

 

Por isso, a arquitetura dedica atenção especial aos percursos, às áreas de convivência e aos ambientes de permanência. Os seis bares distribuídos pelo empreendimento, os camarins, os espaços de apoio e as áreas comuns foram concebidos para estimular encontros, proporcionar conforto e tornar a circulação mais fluida, acompanhando uma tendência observada nos principais espaços de entretenimento do mundo.

 

"Hoje, as pessoas não vão apenas assistir a um show. Elas querem viver o lugar. A arquitetura precisa acompanhar essa mudança de comportamento, criando ambientes que convidem à permanência e façam parte da experiência do evento", destaca Henning. Essa mesma lógica orientou o desenvolvimento dos interiores, que abandonam a ideia de espaços compartimentados para privilegiar ambientes integrados e uma leitura arquitetônica contínua, valorizando materiais, iluminação e diferentes perspectivas ao longo do percurso do visitante.

 

Um novo capítulo para um patrimônio da cidade

Para André Henning, participar da transformação do Cine Lido representa também a oportunidade de contribuir para a preservação de um espaço que faz parte da memória coletiva de Curitiba. “Existem edifícios que contam a história de uma cidade. O Cine Lido é um deles. Nosso compromisso foi preservar essa identidade, mas mostrando que é possível atualizar esses espaços para novas formas de viver a cultura, sem perder aquilo que os tornou especiais”, completa.

 

Ao unir referências históricas e soluções contemporâneas, o projeto propõe uma nova leitura para um dos endereços mais conhecidos do Centro de Curitiba. “Mais do que recuperar um edifício, a proposta busca devolver à cidade um espaço preparado para receber uma nova geração de experiências culturais, mantendo viva a memória de um lugar que marcou diferentes gerações de curitibanos”, completa Henning. 

 

Programação da semana de inauguração do Cine Lido:

● 26/08 – Caetano Veloso: últimos ingressos

● 27/08 – Marisa Monte: esgotado

● 28/08 – Sven Väth: últimos ingressos

● 29/08 – Fresno: últimos ingressos

 

Sobre André Henning

À frente do André Henning Studio, o arquiteto e empresário construiu uma trajetória sólida na chamada arquitetura de negócios, desenvolvendo projetos que articulam estratégia, identidade de marca e experiência do usuário. Com mais de uma década de atuação e centenas de projetos executados em todo o Brasil, Henning se destaca especialmente nos segmentos de gastronomia, entretenimento e varejo, criando espaços que aliam conceito estético a desempenho comercial e operação eficiente.

 

Além da atuação autoral, o arquiteto também se destaca como empreendedor. É cofundador da Go Coffee, uma das redes de cafeterias que mais crescem no país, com centenas de unidades distribuídas em todos os estados brasileiros. Essa vivência prática no mercado se reflete diretamente em sua arquitetura, que combina sensibilidade criativa com visão estratégica, resultando em projetos que não apenas encantam visualmente, mas também respondem de forma objetiva às demandas de negócio. Para mais informações, acesse https://andrehstudio.com ou perfil oficial do arquiteto no Instagram: @andrehenning.

quinta-feira, 20 de agosto de 2026




 


 

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Novo menu de restaurante de Curitiba aposta em parrillas para compartilhar e combina gastronomia e custo-benefício
Novas combinações valorizam diferentes técnicas da brasa e reúnem influências mediterrâneas, campeiras e marítimas em pratos pensados para dividir

 

 

Curitiba, agosto de 2026 – Compartilhar uma refeição voltou a ocupar um lugar de destaque na gastronomia contemporânea. Mais do que servir pratos generosos, restaurantes têm investido em experiências que incentivam a permanência à mesa, a troca entre amigos e familiares e a descoberta de diferentes sabores em uma única refeição. Seguindo essa proposta, o Áscua amplia seu cardápio com uma seleção de parrillas criadas especialmente para compartilhar, reforçando o fogo como elemento central da cozinha e o encontro como parte da experiência.

 

As novas combinações foram desenvolvidas para oferecer diferentes interpretações da cozinha na brasa. Inspiradas em referências gastronômicas de diferentes regiões do mundo, as parrillas unem proteínas, acompanhamentos e molhos preparados para serem servidos ao centro da mesa, permitindo que cada refeição seja construída de forma coletiva.

 

Entre as opções está o Dueto Mediterrâneo, que combina sobrecoxa marinada na casa, linguiça com pimenta-biquinho, cenoura com caramelo de missô, coalhada seca e pão pita. Já a Dupla Rancheira aposta em sabores mais intensos, reunindo ancho grelhado, linguiça com gorgonzola, farofa de cebola com tâmara, chimichurri e maionese de aipim defumado.

 

Para quem prefere frutos do mar, a Parrilha Marítima traz peixe do dia e camarões preparados na brasa, acompanhados de arroz branco e batata frita com bottarga. Aos domingos, a casa ainda oferece a Panceta Pururuca, servida com pão de alho da casa, maionese de aipim defumada com bacon, arroz branco, farofa de cebola e guasacaca, como uma experiência exclusiva para o almoço de fim de semana.

 

Segundo o chef e proprietário do Áscua, André Queiroz, as novas parrillas reforçam a proposta da casa de transformar a refeição em um momento de convivência. "A comida sempre teve esse poder de aproximar as pessoas, e a parrilla traduz isso muito bem. Pensamos cada combinação para que ela fosse servida no centro da mesa, estimulando a conversa, a troca e a descoberta de sabores. O fogo continua sendo o protagonista da nossa cozinha, mas a experiência de compartilhar é o que dá sentido a tudo isso."

 

As novas opções também dialogam com a identidade construída pelo Áscua desde sua reinauguração, em julho de 2026. A cozinha mantém a proposta de trabalhar ingredientes e técnicas inspirados em diferentes culturas gastronômicas, sempre reinterpretados a partir do olhar brasileiro e da cozinha de fogo.

"O fogo nos permite explorar texturas e sabores únicos, mas também transmite uma sensação de acolhimento. As parrillas representam exatamente essa essência: comida feita para reunir pessoas, sem abrir mão da técnica, da qualidade dos ingredientes e da criatividade que fazem parte da identidade do Áscua", completa André.

 

Além das parrillas para compartilhar, o Áscua mantém seu cardápio com entradas, pratos principais, coquetelaria autoral e carta de vinhos selecionados, reforçando a proposta de oferecer uma experiência completa, em que gastronomia e bebidas ocupam o mesmo protagonismo.

 

O Áscua une cozinha, bebidas e experiência ao cliente. A casa funciona na Rua Padre Germano Mayer (n° 1230), no bairro Alto da XV, em Curitiba, de terça a sexta, das 18h às 23h; aos sábados, das 12h às 15h e das 19h às 23h; e aos domingos, das 12h às 16h. Mais informações no perfil oficial no Instagram: @ascua.cozinhadefogo.

 

 

Senior Sistemas

ARTIGO: Reforma Tributária: maior risco pode não estar nos novos tributos, mas na confiança cega nos cálculos

*por Valmir Hammes, head de ERP Compliance e especialista em Legislação na Senior Sistemas

Durante anos, o debate sobre a Reforma Tributária esteve concentrado na simplificação do sistema, na substituição de tributos e nas novas regras de incidência. Mas, conforme a implementação se aproxima, um tema começa a ganhar relevância entre diretores financeiros, controllers e gestores tributários: a forma como as empresas irão validar aquilo que o próprio governo calcula.

A apuração assistida representa uma mudança importante no relacionamento entre Fisco e contribuinte. Pela primeira vez, o governo passa a apresentar uma apuração prévia dos débitos e créditos relacionados ao IBS e à CBS, reunindo os documentos fiscais conhecidos em suas bases. O conceito parece simples. O risco está justamente aí.

Há uma interpretação equivocada de que, se o governo calculou, basta aceitar o resultado. Não é assim. A responsabilidade pelo aceite continua sendo da empresa. Em outras palavras, a conta pode até chegar pronta, mas a responsabilidade pela sua conferência permanece com o contribuinte.

Esse talvez seja um dos aspectos menos debatidos da Reforma Tributária e, paradoxalmente, um dos mais críticos para a gestão financeira das organizações.

Imagine uma indústria, uma rede varejista ou um operador logístico que movimenta milhares, ou até milhões, de documentos fiscais por mês. Será razoável acreditar que alguém fará a conferência dessas informações manualmente? Será possível comparar documento por documento entre os registros internos e aqueles considerados pelo governo antes do fechamento da apuração?

A resposta é evidente: não. E o problema não é apenas operacional. É estratégico.

Qualquer divergência pode significar créditos tributários não aproveitados, débitos calculados incorretamente ou inconsistências que precisarão ser justificadas posteriormente. Em vez de prevenir problemas, a empresa passa a reagir a eles, muitas vezes quando o impacto financeiro já aconteceu.

Outro fator que amplia esse desafio é que a apuração assistida ocorrerá em ambientes distintos para CBS e IBS. Ainda que as regras sejam semelhantes, são sistemas independentes, exigindo que as organizações conciliem informações provenientes de múltiplas bases de dados antes de confirmar a apuração. Isso eleva significativamente a complexidade do processo, especialmente para empresas com diversas unidades, operações interestaduais e elevado volume de transações.

Nesse contexto, não é somente tributária, mas também de governança. Empresas que tratam a conciliação como uma tarefa acessória provavelmente descobrirão, tarde demais, que ela se tornou uma etapa essencial do controle fiscal. A nova lógica exige acompanhamento contínuo, identificação rápida de divergências e capacidade de agir antes do fechamento da apuração, não meses depois, quando o conflito já estiver instalado.

A tecnologia, portanto, sai da ideia de ser um diferencial competitivo e passa a ser fundamental, pois assume o papel de infraestrutura de conformidade. Não porque substitui o trabalho humano, mas porque torna possível aquilo que manualmente deixou de ser viável.

É importante compreender que essa necessidade não se restringe às maiores corporações. Quanto maior o volume de documentos, maior o desafio, mas praticamente todas as empresas submetidas ao novo modelo precisarão validar as informações apresentadas pelo governo antes de aceitar os valores apurados. Ignorar essa realidade significa assumir riscos em um ambiente que tende a ser cada vez mais automatizado e fiscalizado.

Talvez a maior mudança trazida pela Reforma Tributária não seja apenas a criação de novos tributos, mas a transformação da qualidade dos dados em um ativo estratégico para o negócio. 

No fim das contas, a pergunta que ficará para as empresas não será se elas conseguiram calcular corretamente seus impostos. Será se conseguiram comprovar que o cálculo estava correto antes de aceitá-lo.

 

*Valmir Hammes é head de ERP Compliance e especialista em Legislação na Senior Sistemas


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 Percursos da Maratona Internacional de Maringá estão disponíveis e passam por regiões arborizadas e cartões-postais da cidade

Provas de 5 km, 10 km, 21 km e 42 km terão trajetos únicos, com passagem pelo Parque do Ingá, Avenida Brasil e Catedral de Maringá

 

Brasil, agosto de 2026 – Os participantes da primeira Maratona Internacional de Maringá já podem conhecer os percursos oficiais das provas de 5 km, 10 km, 21 km e 42 km. Com trajetos únicos para cada distância, a prova foi planejada para levar os corredores por diferentes regiões da cidade, incluindo áreas verdes, ruas arborizadas e alguns dos principais cartões-postais de Maringá. A MIM será realizada entre os dias 20 e 22 de novembro de 2026, durante o feriado da Consciência Negra, com provas distribuídas nos três dias. 

 

Uma das características que mais se destacam nos percursos é a arborização. Conhecida nacionalmente pela presença de áreas verdes em sua estrutura urbana, Maringá oferece aos corredores um cenário que combina grandes avenidas, parques e ruas cercadas por árvores. Dados da pesquisa “Características Urbanísticas do Entorno dos Domicílios”, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base no Censo Demográfico de 2022, apontam Maringá como a cidade com mais de 100 mil habitantes com o maior percentual de moradores vivendo em ruas arborizadas no Brasil.

 

Os percursos também passam por alguns dos espaços mais conhecidos da Cidade Canção. O trajeto circula pelo entorno do Parque do Ingá e inclui a Avenida Brasil e a região da Catedral de Maringá, permitindo que os participantes tenham contato com diferentes referências da paisagem urbana durante a corrida.

 

Outro diferencial está na construção dos quatro percursos. Em vez de repetir voltas, cada distância terá um trajeto próprio. A proposta vale para as provas de 5 km, 10 km, 21 km e 42 km e busca proporcionar experiências distintas de acordo com o perfil e o desafio de cada atleta.

 

Nos 42 km, percurso da maratona, o desafio aumenta em razão da distância e da altimetria. Já os trajetos de 5 km, 10 km e 21 km apresentam características mais tranquilas nesse aspecto. Em todas as provas, a proposta é aliar o desafio esportivo à experiência de correr por uma cidade marcada pela arborização e pelos espaços verdes.

 

Para o diretor técnico da Maratona Internacional de Maringá, Marcos Pinheiro, a construção dos percursos levou em consideração as características da cidade e a experiência dos atletas. “Cada distância foi pensada para oferecer uma experiência própria ao participante. Tivemos o cuidado de construir percursos únicos, que aproveitam as características de Maringá e passam por diferentes regiões da cidade. É uma forma de apresentar a Cidade Canção aos corredores enquanto eles vivem o desafio da prova”, afirma.

 

A largada e a chegada acontecerão no Parque Internacional de Exposições Francisco Feio Ribeiro, onde também estará concentrada parte da estrutura do evento, com a Expo Maratona, estacionamento e espaço destinado às assessorias esportivas.  Os mapas completos dos quatro percursos já estão disponíveis no Google Maps, com os links na Bio do Instagram e no site oficial da prova. A organização também prevê a disponibilização dos trajetos no Strava.

 

Organizado pela Voa Sports e JOY eventos, com apoio institucional da Prefeitura de Maringá, o evento tem expectativa de reunir entre 15 mil atletas ao longo da programação.

 

A Maratona Internacional de Maringá será realizada entre os dias 20 a 22 de novembro de 2026, durante o feriado da Consciência Negra, com provas distribuídas nos três dias. As inscrições estão disponíveis no site (https://www.ticketsports.com.br/e/maratona-internacional-de-maring-87138). Para mais informações, acesse o perfil oficial da prova no Instagram: @maratonamaringa.


 É nesta sexta-feira! Garanta seu lugar na 2ª edição do Bailinho do Varal na DHouse


É nesta sexta-feira! A 2ª edição do Bailinho do Varal promete movimentar a noite de Curitiba na DHouse. A festa resgata a nostalgia dos grandes programas de auditório das décadas de 1980 e 1990, transformando o público na atração principal do espetáculo.

Com abertura da casa às 19h e show da banda Varal do Wando às 21h, a noite terá hits de artistas marcantes como Sidney Magal, Wando e Roupa Nova. Entre uma música e outra, o público interage direto com o palco nas brincadeiras comandadas por Handerson Banks, com direito a prêmios e brindes.

Além disso, a tecnologia garante participação em tempo real: via QR Code, todos podem enviar fotos e recados para o telão, além de votar nas músicas do encerramento do show.

Serviço
Evento: 2ª edição do Bailinho do Varal
Data: Nesta sexta-feira, 21 de agosto de 2026
Horário: Abertura da casa às 19h | Início da banda às 21h
Local: DHouse Curitiba (Rua José Sikorski, 46 — Curitiba/PR)
Ingressos: Disponíveis via Sympla
Mais informações: (41) 98743-3027
Instagram @bailinhodovaral 



 Reta final: inscrições para o maior show de talentos do Paraná terminam neste domingo


As inscrições para a 4ª temporada do The Singer Show estão nos últimos dias. Cantores amadores e semiprofissionais têm até as 23h59deste domingo, dia 23 de agosto, para garantir a participação pelo site thesingershow.com.br. A competição reunirá 84 talentos na DHouse Curitiba e distribuirá R$ 15 mil em prêmios.

A disputa acontece entre 2 de setembro e 18 de novembro, com apresentações avaliadas por jurados e voto popular. Nas etapas eliminatórias, o participante pode usar playback ou instrumento próprio. Já a grande final terá os 10 selecionados cantando acompanhados por uma banda ao vivo. O projeto é comandado pelos produtores e apresentadores Marcelo Mendes e Handerson Banks.

Detalhes da competição:
Vagas: 80 selecionadas por curadoria e 4 pelo projeto The Singer na Rua.
Devolução da taxa: Caso não seja selecionado na curadoria, o valor da taxa é reembolsado integralmente.
Premiação: R$ 7 mil para o 1º lugar; R$ 4 mil para o 2º; R$ 2,5 mil para o 3º; R$ 1 mil para o 4º; R$ 500 para o 5º lugar.

Serviço
The Singer Show
Inscrições: Até domingo, 23 de agosto de 2026
Taxa: R$ 125
Quem pode participar: Cantores amadores e semiprofissionais a partir de 16 anos
Local das apresentações: DHouse Curitiba (Rua José Sikorski, 46, Santo Inácio)
Informações e regulamento: thesingershow.com.br | Instagram: @thesingershow

terça-feira, 18 de agosto de 2026



 Ingressos para o Curitiba Folia já estão à venda para edição com Tomate, Xanddy Harmonia e Parangolé

Quinta edição da micareta será realizada em dezembro, na Pedreira Paulo Leminski, e já soma mais de 1.300 foliões confirmados

 

 

Curitiba, agosto de 2026 – Os ingressos para a quinta edição do Curitiba Folia já estão à venda e a procura pelo evento, marcado para o dia 12 de dezembro, já movimenta o público da capital paranaense. Mais de 1.300 foliões já garantiram presença na micareta, que neste ano estreia na Pedreira Paulo Leminski e reúne Tomate, Xanddy Harmonia e Parangolé em uma programação dedicada ao axé e à música baiana.

Com mais de dez horas de festa, trio elétrico e abadá, o Curitiba Folia prepara uma edição especial para o verão curitibano. A mudança para dezembro e a escolha da Pedreira Paulo Leminski ampliam a proposta do evento, que chega a um dos principais espaços de shows do país para receber aproximadamente 10 mil foliões.

 

O line-up reúne três nomes de destaque do axé nacional. Tomate, conhecido por sucessos como “Parará”, “Eu Não Vou Embora” e “Te Espero no Farol”; Xanddy Harmonia, voz de clássicos como “Vem Neném”, “Agachadinho” e “Comando”; e Parangolé, responsável por hits como “Rebolation”, “Open Bar” e “Tchubirabirom”, comandam a programação.  A experiência mantém elementos tradicionais das grandes micaretas brasileiras. O público acompanha os shows ao som de trio elétrico, com abadá e uma programação pensada para manter a festa durante todo o dia.

 

Entre as atrações, o Parangolé retorna ao Curitiba Folia após participar da edição de 2023. Tomate e Xanddy Harmonia também voltam ao evento, reforçando a relação dos artistas com o público curitibano e formando um line-up que reúne diferentes gerações do axé.  Criado em 2022, o Curitiba Folia nasceu com a proposta de trazer para a capital paranaense a experiência das tradicionais micaretas brasileiras. Ao longo das edições, o evento recebeu nomes como Durval Lelys, ex-líder do Asa de Águia, e Márcio Victor, do Psirico.

 

A edição de 2026 marca ainda a chegada do Curitiba Folia à Pedreira Paulo Leminski. O espaço, conhecido por receber grandes shows e eventos nacionais, será transformado em um circuito de micareta, com trio elétrico, música e diferentes experiências para o público. Os ingressos estão disponíveis pela plataforma Bluetickt, e os interessados já podem garantir o abadá para a edição de 2026.

 

O Curitiba Folia será realizado no dia 12 de dezembro, na Pedreira Paulo Leminski, em Curitiba. A programação terá apresentações de Tomate, Xanddy Harmonia e Parangolé, com trio elétrico e abadá. Os ingressos estão à venda pela Bluetickt. Mais informações podem ser acompanhadas pelo Instagram: @curitibafolia.