terça-feira, 18 de agosto de 2026



 Ingressos para o Curitiba Folia já estão à venda para edição com Tomate, Xanddy Harmonia e Parangolé

Quinta edição da micareta será realizada em dezembro, na Pedreira Paulo Leminski, e já soma mais de 1.300 foliões confirmados

 

 

Curitiba, agosto de 2026 – Os ingressos para a quinta edição do Curitiba Folia já estão à venda e a procura pelo evento, marcado para o dia 12 de dezembro, já movimenta o público da capital paranaense. Mais de 1.300 foliões já garantiram presença na micareta, que neste ano estreia na Pedreira Paulo Leminski e reúne Tomate, Xanddy Harmonia e Parangolé em uma programação dedicada ao axé e à música baiana.

Com mais de dez horas de festa, trio elétrico e abadá, o Curitiba Folia prepara uma edição especial para o verão curitibano. A mudança para dezembro e a escolha da Pedreira Paulo Leminski ampliam a proposta do evento, que chega a um dos principais espaços de shows do país para receber aproximadamente 10 mil foliões.

 

O line-up reúne três nomes de destaque do axé nacional. Tomate, conhecido por sucessos como “Parará”, “Eu Não Vou Embora” e “Te Espero no Farol”; Xanddy Harmonia, voz de clássicos como “Vem Neném”, “Agachadinho” e “Comando”; e Parangolé, responsável por hits como “Rebolation”, “Open Bar” e “Tchubirabirom”, comandam a programação.  A experiência mantém elementos tradicionais das grandes micaretas brasileiras. O público acompanha os shows ao som de trio elétrico, com abadá e uma programação pensada para manter a festa durante todo o dia.

 

Entre as atrações, o Parangolé retorna ao Curitiba Folia após participar da edição de 2023. Tomate e Xanddy Harmonia também voltam ao evento, reforçando a relação dos artistas com o público curitibano e formando um line-up que reúne diferentes gerações do axé.  Criado em 2022, o Curitiba Folia nasceu com a proposta de trazer para a capital paranaense a experiência das tradicionais micaretas brasileiras. Ao longo das edições, o evento recebeu nomes como Durval Lelys, ex-líder do Asa de Águia, e Márcio Victor, do Psirico.

 

A edição de 2026 marca ainda a chegada do Curitiba Folia à Pedreira Paulo Leminski. O espaço, conhecido por receber grandes shows e eventos nacionais, será transformado em um circuito de micareta, com trio elétrico, música e diferentes experiências para o público. Os ingressos estão disponíveis pela plataforma Bluetickt, e os interessados já podem garantir o abadá para a edição de 2026.

 

O Curitiba Folia será realizado no dia 12 de dezembro, na Pedreira Paulo Leminski, em Curitiba. A programação terá apresentações de Tomate, Xanddy Harmonia e Parangolé, com trio elétrico e abadá. Os ingressos estão à venda pela Bluetickt. Mais informações podem ser acompanhadas pelo Instagram: @curitibafolia.

 

Curitiba Faz História

Curitiba Faz História supera desafios

Maratona de 12 horas reuniu 20 entrevistados e mostrou trajetórias de superação, apoio familiar e crescimento, além de reforçar Curitiba como polo de oportunidades

Mais do que uma maratona inédita de 12 horas de podcast, o Curitiba Faz História terminou com uma constatação: por trás de trajetórias profissionais de sucesso, quase sempre existem momentos de crise, recomeços e histórias que chegaram perto de desmoronar. Realizado no dia 8 de agosto, no Legacy Coffee CWB, no Centro de Curitiba, o projeto reuniu 20 entrevistados, e alcançou mais 18k visualizações por meio das redes sociais e da transmissão ao vivo. Ao longo da programação, histórias de diferentes áreas mostraram que ninguém constrói uma trajetória de crescimento sem enfrentar dificuldades pelo caminho.

O ponto em comum entre grande parte dos convidados foi justamente a capacidade de superar momentos difíceis e transformar obstáculos em novos pontos de partida. Muitos relataram experiências de negócios que quebraram ou quase quebraram, mudanças de carreira, dificuldades financeiras e períodos de incerteza antes de alcançar reconhecimento em suas áreas. “Quase todo mundo tem uma história que quebrou ou quase quebrou. Não existe uma trajetória inviolável, sem dificuldades. O que diferencia essas pessoas é a capacidade de dar a volta por cima e continuar avançando. Hoje, são referências justamente porque conseguiram transformar momentos difíceis em crescimento”, afirma Jhosgli Samuel Gonzalez, idealizador do projeto.

A família também apareceu como um elemento recorrente nas histórias compartilhadas durante as entrevistas. Em diferentes trajetórias, familiares foram apontados como ponto de partida, suporte emocional ou incentivo para seguir em frente nos momentos de maior dificuldade. O apoio recebido em casa foi apresentado como parte importante da construção de negócios e carreiras que, posteriormente, ganharam espaço no mercado. “A gente percebeu que, por trás de muitas dessas histórias, existe uma família que acreditou, apoiou e ajudou aquela pessoa a continuar. É um elo muito forte nas trajetórias que ouvimos”, destaca Gonzalez.

As entrevistas também revelaram que sucesso não significa uma trajetória linear. Os participantes falaram sobre altos e baixos, mudanças de direção e períodos de reconstrução, mas mantiveram uma característica em comum: a capacidade de continuar avançando. “A trajetória de cada pessoa tem suas curvas. Existem momentos de queda, mas o importante é que a curva continue apontando para cima. O que vimos aqui foram pessoas que seguiram adiante, conquistaram espaço e continuam crescendo”, afirma Amauri Giovelli, apresentador da maratona.

Outro aspecto que ganhou destaque foi a diversidade de origens dos participantes. Parte significativa dos entrevistados não nasceu em Curitiba, mas escolheu a capital paranaense para viver, empreender e ampliar seus negócios. Entre os exemplos está uma empresária que veio de Pernambuco, atualmente vive em Alphaville, ministra cursos e está expandindo sua atuação para Curitiba. A história reforça a percepção de que a capital paranaense vem sendo vista como um mercado estratégico por empreendedores de diferentes regiões do país.

A presença de empresários vindos de outras cidades e estados também reforçou o papel de Curitiba como ambiente de conexões e oportunidades. Durante as 12 horas, profissionais de diferentes segmentos puderam compartilhar experiências, apresentar seus negócios e estabelecer novos contatos. A proposta de transformar networking em oportunidade concreta foi um dos pilares do projeto.

Idealizado por Jhosgli Samuel Gonzalez e apresentado por Amauri Giovelli, o Curitiba Faz História contou ainda com uma equipe formada por profissionais responsáveis pela direção estratégica e executiva, produção técnica e audiovisual, relações públicas e imprensa, logística, experiência dos participantes, gestão financeira, captação de patrocinadores, relacionamento comercial, parcerias estratégicas e suporte jurídico. A primeira edição teve duração de 12 horas, das 9h às 21h, e marcou o início de um projeto que pretende crescer a cada edição.

O resultado da primeira maratona já aponta para um novo desafio. A próxima edição do Curitiba Faz História está programada para 17 de outubro de 2026 e terá 24 horas de transmissão, dobrando a duração da primeira experiência. A expectativa é reunir o dobro de entrevistados e de participantes e ampliar ainda mais a presença de empreendedores de Curitiba, do Paraná e de outras regiões do Brasil. “A primeira edição mostrou que existe uma demanda enorme por histórias reais, conexões e conhecimento. Agora queremos dobrar o desafio e fazer 24 horas. Curitiba Faz História porque são as pessoas que vivem, empreendem e acreditam na cidade que estão escrevendo essa história”, conclui Jhosgli Samuel Gonzalez.
Serviço: Curitiba Faz História
Data: 8 de agosto de 2026
@curitibafazhistoria
Primeiro episódio: https://youtu.be/TJ3r-YMuGNs
Local: Legacy Coffee CWB
Rua Tibagi, 294, Centro, Curitiba (PR)



 
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 Hiago Rizzi lança livro de poemas sobre roupas e gênero na Livraria Telaranha

Provando vestidos investiga o ato de vestir-se a partir da vivência como pessoa não binária


No dia 20 de agosto (quinta-feira), às 18h30, na Livraria Telaranha, o jornalista Hiago Rizzi lança o livro Provando vestidos. A obra reúne 30 poemas que investigam a roupa e o ato de vestir-se em diversas formas, do tecido ao comportamento. O evento conta com um bate-papo com a escritora Julia Raiz e uma performance da artista Luísa Covolan.


Provando vestidos está ligado à vivência de Hiago como uma pessoa não binária — isto é, identidade de gênero que não se encaixa exclusivamente nas categorias tradicionais de masculino ou feminino. “As roupas são um ponto emblemático na vida de qualquer pessoa trans, para quem a disforia com a própria imagem comumente está ligada ao vestir-se. Ao mesmo tempo, esse é um tema universal, por isso foi escolhido como objeto”, afirma.  


Ainda que o título sugira uma leitura pelo viés das discussões sobre gênero, o livro aborda outros atravessamentos a partir do mesmo assunto, como a moda, as relações sociais e o trabalho. Os poemas, muitas vezes, têm conexões com sonhos ou histórias vividas por pessoas de seu entorno.


Hiago atua na área de comunicação do mercado editorial há anos e, pela primeira vez, está se autopublicando e coordenando todas as fases de produção do livro, sem vínculo com uma editora. Em 2024, publicou seu primeiro livro, Maravalha, pela Telaranha Edições. A editora do selo, Bárbara Tanaka, é a responsável pelo projeto gráfico de Provando vestidos.  


Performance

Na performance “Estação de pequenos reparos”, a artista Luísa Covolan usa uma máquina de costura e outros materiais para consertar roupas furadas, cortadas e rasgadas trazidas pelo público. Realizada pela primeira vez em 2024, a ação não possui moedas de troca, apenas a necessidade do público de ter suas peças reparadas e o desejo da artista em realizar essa atividade. 


Luísa Covolan tem no têxtil seu principal suporte de trabalho e desenvolve uma prática artística em linguagens como pintura e escrita. “Estação de pequenos reparos” inspirou um dos poemas do novo livro de Hiago. No lançamento, os leitores são convidados a participar da performance, levando suas próprias peças de roupa para conserto. 

 

Sobre o autor


Hiago Rizzi (Maravilha-SC, 2000) é formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Foi colaborador da Divisão de Difusão Cultural da Biblioteca Pública do Paraná, repórter do jornal Cândido e é coordenador de comunicação da Telaranha. Editou a publicação de artes visuais e poesia contemporânea Perto do fogo (2022) e organizou os livros Espáduas (2023) e Táxis experimentais (2025), ambos do poeta paranaense Rollo de Resende (1965-1995). Em 2024, publicou Maravalha.


Serviço


Lançamento do livro Provando vestidos, de Hiago Rizzi

Bate-papo com Julia Raiz e performance de Luísa Covolan

Data: 20 de agosto de 2026 (quinta-feira)

Horário: 18h30

Local: Telaranha Livraria e Café (Rua Ébano Pereira, 269, Centro – Curitiba/PR)

Entrada gratuita

 

Grupo Marista

A reforma tributária e o custo invisível para o terceiro setor

*Por Carmem Murara

A reforma tributária em implementação no Brasil representa uma das mais profundas mudanças no sistema fiscal das últimas décadas. A simplificação prometida — com a substituição de ICMS, ISS, PIS e Cofins pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), instituídos pela Lei Complementar nº 214/2025 — pode gerar ganhos de eficiência para a economia. Para o terceiro setor, contudo, especialmente para instituições filantrópicas que atuam em saúde e educação, o novo modelo exige atenção imediata.

O alerta não está na perda das imunidades constitucionais, que permanecem asseguradas. O risco está na lógica de funcionamento do novo sistema tributário sobre o consumo. O modelo de IBS e CBS foi estruturado com base na não cumulatividade plena e na geração de créditos financeiros ao longo da cadeia produtiva. Em tese, esse mecanismo evita a tributação em cascata. Na prática, porém, cria dificuldades para organizações que não conseguem aproveitar plenamente esses créditos. Embora muitas instituições filantrópicas permaneçam isentas, seus fornecedores não estão na mesma situação — e parte deste custo tende a ser incorporada ao preço final de insumos e serviços essenciais.

Um estudo técnico da LCA Consultoria Econômica, encomendado pelo Fórum Nacional das Instituições Filantrópicas (Fonif), aponta que a reforma tributária poderá elevar a carga indireta das instituições filantrópicas em diferentes áreas de atuação. O impacto estimado é de 4,2% na educação, 11,2% na assistência social e 1,8% na saúde.

O impacto pode ser particularmente sensível à saúde. Segundo a Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos (CMB), essas instituições respondem por cerca de 61% das internações de alta complexidade do SUS. O país possui aproximadamente 1,8 mil hospitais filantrópicos, que oferecem 184 mil leitos, dos quais mais de 129 mil atendem ao sistema público. Em cerca de 900 municípios, esses hospitais são os únicos prestadores hospitalares existentes. A rede filantrópica realiza anualmente cerca de 5 milhões de internações, 1,7 milhão de cirurgias e mais de 220 milhões de atendimentos ambulatoriais.

Esse sistema, porém, já opera sob forte pressão financeira. A própria CMB estima que a defasagem média da tabela SUS chega a cerca de 60% em relação ao custo real dos procedimentos. O setor também acumula aproximadamente R$ 15 bilhões em dívidas. Estudos citados por entidades hospitalares indicam que a mudança no modelo tributário pode elevar os custos das instituições filantrópicas de saúde em até 27%, caso não haja mecanismos adequados de compensação. Se isso ocorrer, o impacto não será apenas institucional. Ele poderá afetar diretamente a capacidade de atendimento do próprio sistema público.

Outro equívoco recorrente é tratar a reforma tributária apenas como um tema contábil. Na realidade, trata-se de uma transformação estrutural na forma como os custos são gerados e distribuídos ao longo da cadeia econômica. O novo modelo exige rastreabilidade das operações, integração entre as áreas fiscal, financeira e de compras e maior sofisticação nos sistemas de gestão.

Por isso, a resposta do terceiro setor não pode ser passiva. Instituições filantrópicas precisam revisar contratos com fornecedores, mapear riscos ao longo da cadeia de suprimentos, integrar áreas estratégicas e atualizar seus sistemas de controle. Também será essencial incorporar simulações de impacto tributário ao planejamento financeiro de médio prazo.

A reforma tributária não é apenas uma mudança na legislação fiscal. Ela representa uma transformação na forma de gerir operações. Para organizações que sustentam parte significativa da saúde e da educação no país, a antecipação, o planejamento e a governança serão decisivos para preservar sua sustentabilidade. Sem preparação adequada, uma reforma concebida para simplificar o sistema pode acabar agravando a fragilidade financeira de instituições que prestam serviços indispensáveis a milhões de brasileiros.

*Carmem Murara é diretora de Relações Institucionais e Governamentais do Grupo Marista, onde é responsável pelas áreas de Comunicação Corporativa e ESG. Também é diretora de Comunicação do Fórum Nacional das Instituições Filantrópicas (Fonif).


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Carmem Murara é diretora de Relações Institucionais e Governamentais do Grupo Marista
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 Alcione chega a Curitiba neste sábado (22) com show especial

Rainha do samba apresenta espetáculo completo no palco do Teatro Positivo, no dia 22 de agosto, em uma experiência única de proximidade com o público

foto: Vinicius Mochizuki

Uma das vozes mais conhecidas e amadas da música brasileira está de volta a Curitiba. Neste sábado, 22 de agostoAlcionesobe ao palco do Teatro Positivoàs 21h15, para uma apresentação única que promete reunir emoção, grandes sucessos e a proximidade que apenas um espetáculo em teatro pode proporcionar. Os ingressos estão à venda a partir de R$ 120, pelo Disk Ingressos. A apresentação em Curitiba tem produção da RW7 Production & Entertainment.

Diferente dos grandes festivais e arenas, o show no Teatro Positivo oferece uma experiência mais intimista, permitindo que o público acompanhe de perto cada interpretação, cada história e toda a potência vocal da artista. Em um dos espaços mais confortáveis e prestigiados do país, os fãs terão a oportunidade de assistir ao espetáculo completo da Marrom em um formato especial, pensado para valorizar a conexão entre artista e plateia.

Show em teatro é sempre muito especial. O público fica ali pertinho, e esse é um palco em que todo artista gosta de estar.”,revela a cantora.

A apresentação faz parte da turnê do álbum "Alcione", trabalho mais recente da cantora, e traz um repertório que combina novidades e clássicos que atravessam gerações. No setlist, o público poderá cantar junto sucessos que marcaram sua trajetória, além de conhecer as canções do novo projeto.

Entre os destaques estão “Evidências”, eternizada por Chitãozinho & Xororó, “Marra de Feroz”, primeiro single do álbum, “Não Mexe Comigo”, que já ultrapassa a marca de 680 mil ouvintes nas plataformas digitais, além de músicas compostas por nomes como Zeca Pagodinho, Arlindinho, Fred Camacho e Inácio Rios. O repertório também inclui uma regravação inédita em sua voz de uma composição de Arlindo Cruz.

foto: Vinicius Mochizuki

A produção musical e os arranjos são assinados por Alexandre Menezes, diretor musical da Banda do Sol, enquanto a direção geral fica a cargo de Solange Nazareth, empresária da artista.

Após as comemorações pelos 50 anos de carreira, Alcione retorna aos palcos renovada, mas mantendo a mesma entrega que a transformou em uma das maiores artistas da música brasileira.

Cantar é ofício e paixão. Amo cantar e sempre sonhei em viver do canto. É, e sempre será, a minha maior paixão”, resume a artista.

 

SERVIÇO – ALCIONE EM CURITIBA

Quando: 22 de agosto de 2025 (sábado)

Onde: Teatro Positivo (Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300)

Horário: abertura da casa às 20h15 e show às 21h15

Ingressos: os ingressos variam de R$ 120 a R$ 700, variando de acordo com o setor e modalidade escolhidos

Meia-entrada: Estudante, Idosos e os demais previstos em Lei, Ingresso solidário 1kg de alimento ou ração, Clube Cult, e outras parcerias.

FORMA DE PAGAMENTO

  • Dinheiro, PIX, cartão de débito e crédito.
  • Parcelamento em até 10x com juros

Vendas: Disk Ingressos (diskingressos.com.br)

Classificação: 16 anos (Menores de 16 anos apenas acompanhados pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial)

Realização: RW7 Production & Entertainment



 
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 1º Festival de Sanduíches de Arquibancada leva clássicos dos estádios para a Rua 24 Horas

O Bávaro, tradicional sports bar de Curitiba, promove o evento, entre os dias 19 a 22 de agosto, que terá como destaque preparos como pão com bolinho, pão com bife, X-Picanha e parmegiana no pão

 

Curitiba, agosto de 2023 - De 19 a 22 de agosto, o Bávaro, tradicional operação da Rua 24 Horas, coloca o clima das arquibancadas no cardápio com o 1° Festival de Sanduíches de Arquibancada. Conhecido também pela tradição de reunir os torcedores para acompanhar partidas de futebol em seus telões, o bar aproveita sua relação com o universo esportivo para criar um festival inspirado nos sabores que fazem parte da experiência de quem frequenta os estádios.

 

A proposta é reunir clássicos populares das arquibancadas curitibanas em versões preparadas especialmente para o festival. Entre os destaques está o Pão com Bolinho (R$ 19,90), uma das combinações mais tradicionais das arquibancadas curitibanas. A receita do Bávaro leva bolinho de carne, queijo, vinagrete e maionese da casa. Outra opção é o Pão com Bife (R$ 19,90), servido na baguete com alcatra, queijo, vinagrete e maionese verde. Já para quem busca uma versão mais robusta, o X-Picanha (R$ 39,90) combina pão de brioche, picanha, queijo derretido e maionese da casa.

 

O cardápio também atravessa as fronteiras brasileiras para buscar inspiração nos estádios argentinos. A Parmegiana de Arquibancada (R$ 29,90) chega em pão de baguete, com carne à milanesa, molho de tomate e queijo, trazendo para o festival uma preparação associada à comida de estádio na Argentina. “Futebol e Bávaro sempre tiveram uma relação muito próxima. A casa já tem essa tradição de receber os torcedores, transmitir os jogos e criar um ambiente descontraído para acompanhar as partidas. O festival nasceu justamente dessa conexão, trazendo para o cardápio alguns sabores que remetem à arquibancada e àquele momento de comer um bom sanduíche enquanto se assiste ao jogo”, destaca Luiz Breda, sócio fundador do Bávaro.

 

Sanduíches: 

- Pão com Bolinho – R$ 19,90

- Pão com Bife – R$ 19,90

- Parmegiana de Arquibancada – R$ 29,90

- X-Picanha – R$ 39,90

 

“Com opções que vão de um dos maiores símbolos da gastronomia popular curitibana, o pão com bolinho, a receitas inspiradas nos estádios argentinos, o festival reforça a proposta do Bávaro de unir gastronomia, descontração e futebol em um dos pontos turísticos mais tradicionais de Curitiba”, completa Breda.

 

O Festival de Sanduíche de Arquibancada acontece de quarta (19) a sábado (22) na Rua 24 Horas (Rua Visconde de Nácar, s/n), com programação das 10h às 23h. Para mais informações acesse o perfil oficial do Bávaro no Instagram: @bavaro__.

sexta-feira, 14 de agosto de 2026



 Fondue de Coxinha vira opção de happy hour para curtir o inverno em Curitiba

Clássico prato na Rua 24 Horas, que já soma mais de 500 mil mini coxinhas servidas, combina com o frio da cidade e transforma um dos salgados mais queridos do Brasil em uma experiência descontraída para compartilhar

 

Curitiba, agosto de 2026 – Quando as temperaturas caem em Curitiba, o fondue costuma ganhar espaço entre os programas preferidos de quem busca uma experiência mais aconchegante. Mas, no Bávaro, tradicional operação da Rua 24 Horas, a receita aparece em uma versão bem mais descontraída: o famoso Fondue de Coxinha, que transforma o tradicional salgado brasileiro em uma opção para compartilhar e aproveitar o inverno também no happy hour.

 

Criado em 2017, o prato se tornou um dos maiores sucessos do Bávaro e já ultrapassou a marca de 500 mil mini coxinhas servidas. A proposta é simples: pequenas coxinhas acompanhadas de um cremoso molho de queijo, que são mergulhadas antes de serem saboreadas. O resultado é uma experiência que combina a informalidade de um petisco com a ideia de compartilhar típica dos fondues tradicionais.

 

“Curitiba tem uma relação muito forte com o frio e com o fondue, mas queríamos trazer essa experiência para uma proposta mais brasileira, descontraída e acessível. A coxinha acabou sendo a combinação perfeita”, afirma Luiz Breda, fundador do Bávaro e criador do Fondue de Coxinha.

 

Além de ser uma alternativa para os tradicionais programas de inverno, o fondue também funciona como opção para o happy hour. Localizado na Rua 24 Horas, no centro de Curitiba, o Bávaro recebe tanto quem está passeando pela região quanto quem procura um lugar para encontrar os amigos depois do trabalho. O formato compartilhável faz do prato uma opção para casais, grupos de amigos e famílias.

 

A ideia de adaptar o fondue ao perfil descontraído do bar surgiu justamente da relação dos curitibanos com esse tipo de preparo. “O fondue sempre teve espaço na gastronomia de Curitiba, principalmente nos meses mais frios. A nossa proposta foi trazer essa tradição para o universo do Bávaro, com um prato que tem identidade brasileira e que pode ser dividido entre as pessoas de maneira leve e divertida”, explica Breda.

 

O sucesso da criação ajudou a transformar o Fondue de Coxinha em um dos símbolos do Bávaro. Ao longo dos anos, o prato passou a chamar a atenção também de turistas que visitam Curitiba e encontram na Rua 24 Horas uma das paradas tradicionais da cidade.

 

Para quem prefere uma experiência doce, o cardápio também oferece versões de fondue com doce de leite ou leite Ninho, acompanhadas de mini churros ou frutas. Assim, o fondue pode aparecer tanto no happy hour quanto como sobremesa para fechar a noite.