quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Curta temporada acontece nos dias 11 e 12 de setembrono Teatro Fernanda Montenegro

Foto: Ariel Cavotti

Após temporadas de sucesso no Teatro Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, e no Teatro FAAP, em São Paulo, o espetáculo CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente, estrelado por Danielle Winits e dirigido por Gerald Thomas, chega a Curitiba pela primeira vez neste final de semana, dias 11 e 12 de setembro, às 20h, no Teatro Fernanda Montenegro. A montagem mistura humor ácido e drama para refletir sobre as contradições da sociedade contemporânea. Os ingressos para o espetáculo já estão à venda pelo Disk Ingressos, a partir de R$ 80.

Com humor afiado e olhar crítico, em atuação solo de Danielle Winits dirigida por Gerald Thomas, a obra se estabelece como uma reflexão sobre as irracionais contradições humanas, o papel da mulher na sociedade e os dilemas da vida contemporânea. O título sugere uma busca extraterrestre, mas é, na verdade, uma metáfora para a busca de empatia, conexão e sentido no meio da confusão cotidiana da humanidade.

Escrita pela norte-americana Jane Wagner, originalmente encenada em 1985, nos EUA, e imortalizada pela atuação solo de Lily Tomlin, Procurando Sinais de Vida Inteligente no Universo – convertida por Thomas em CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente –, consolidou-se na ocasião como um marco para o teatro, especialmente pelo modo como mescla humor, crítica social e múltiplas vozes em uma única interpretação. 

Estruturada como um monólogo múltiplo, uma só atriz (Danielle Winits) interpreta algumas das personagens da obra original sintetizados em uma única personagem e por meio desta voz constrói uma narrativa bem humorada questionando padrões sociais, a lógica capitalista, a superficialidade da cultura de massa e os limites das relações humanas, tudo isso por meio de observações sagazes e por vezes absurdas que provocam tanto o riso quanto a reflexão. Mas não é só isso. Gerald Thomas adicionou ao texto original as lacunas que as décadas perdidas ou passadas teriam que Foto: Ariel Cavotti

Sim, o mundo mudou muito rápido nesses últimos quarenta anos. Em 1985 não haviam redes sociais ou IA, a teoria de Andy Warhol de que todos iriam ter seus 15 minutos de fama ainda era uma fantasia longínqua e não um pesadelo psicopático. Se, em 1985 ainda se tinha amigos, hoje tem-se “seguidores” e a palavra lixo significava somente sujeira e não crise ou calamidade. O mundo de Huxley e Orwell eram temidos, mas agora, talvez, através dessa epidemia de “influencers”, os jovens estarão, de fato, condenados a desaprender tudo aquilo que a história nos ensinou. Entraremos em uma era de deletação, de apagamento. E isso não está na peça de Wagner.” – Gerald Thomas

O texto equilibra ironia e compaixão, pontuado por referências pop e filosóficas, e não hesita em abordar temas complexos com leveza e profundidade. A crítica social nunca é panfletária, emerge da experiência dos personagens e do confronto direto com as contradições do mundo moderno. A peça é também um exercício de metateatro – um espetáculo sobre o próprio fazer teatral e seu potencial transformador. Ao alternar rapidamente entre pontos de vista, desafia tanto a intérprete quanto o público, convocando uma escuta ativa e sensível.

A personagem fio condutor da montagem é uma ex-consultora criativa de grandes empresas que acabou por enlouquecer (ou não…) e se tornou uma catadora de lixo nas ruas. Ela acredita que extraterrestres entraram em contato e querem descobrir, por meio dela, se ainda existem sinais de vida inteligente no universo. Simultaneamente, a personagem busca compreender quem são essas pessoas e o que elas representam no mundo de hoje. A dúvida que ela levanta é quase um paralelo ao ‘ser ou não ser, eis a questão’. Será que ela perdeu a sanidade? Ou foi a realidade que, de tão absurda, se tornou incompreensível?” – Danielle Winits

Em resumo, CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente  é uma obra vibrante, multifacetada e atual. Mais do que uma peça feminista ou de crítica social, é uma reflexão espirituosa e comovente sobre o que nos torna humanos, e sobre os sinais de inteligência (afeto e empatia) que ainda podem ser encontrados entre nós.

Drama ou comédia? A resposta vai depender da visão de mundo de cada espectador.

Foto: Ariel Cavotti

A respeito do ambiente da encenação

O cenário foi pensado como um ambiente que se transforma no decorrer do espetáculo. Há uma montanha de lixo em que a atriz inicia a peça, como se nascesse dela. Em seu entorno há uma série de cinco escadas que ligam o plano do espetáculo ao urdimento, sem fim aparente. Elementos da arte pop de Andy Warhol aparecem pelo palco na forma de latas de sopa Campbell's e reaparecem nos quadros de Rinaldo Escudeiro, seja como referência direta às latas, seja nas cores do Pop, na busca pelos elementos cotidianos como a geladeira, o post-it, o carrinho de supermercado, ou a imagem de uma atriz conhecida como é Danielle Winits, cujo rosto aparece em uma das pinturas. Esse mesmo rosto de Danielle irá retornar ao espaço de forma agigantada, como um casco ou uma mochila trazida por uma figura estranha contrarregrada. Portanto, o cenário visualmente trabalha entre o contraponto de cores, texturas e escalas. Ora o colorido do Pop aparece, ora o marrom, o antigo, o enferrujado, o estranho. O piso do palco é composto por uma textura de tecido e espumas tingidas que geram relevos. Tecidos aparecem no palco como seres que visitam Danielle. Ligados ao urdimento por cordas e ganchos, se penduram no ar como pedaços de couro em um curtume, ou pedaços de carne em um açougue. Esses elementos aéreos de tecido se mesclam a um conjunto de escadas finas e irregulares que se perdem na altura do urdimento. Elas estão presentes aqui e também nas obras e desenhos de Gerald Thomas.

 

Jane Wagner, dramaturga

Jane Wagner é uma premiada dramaturga, roteirista, diretora e produtora norte-americana, amplamente reconhecida por seu trabalho inovador nas artes cênicas e audiovisuais. Nascida em 1935, no Tennessee, construiu uma carreira marcada pela inteligência mordaz, pelo humor refinado e por uma profunda sensibilidade social. Seu nome está indissociavelmente ligado à atriz e comediante Lily Tomlin, com quem mantém uma parceria artística e pessoal há décadas. Juntas, criaram algumas das obras mais ousadas e sensíveis do teatro e da televisão americana, como o aclamado monólogo teatral Procurando Sinais de Vida Inteligente no Universo, um marco do teatro contemporâneo. Também escreveu para cinema e televisão, tendo vencido vários prêmios, incluindo o Emmy, e sido indicada ao Tony e ao Drama Desk Awards.

Seu estilo é caracterizado por diálogos ágeis, observações afiadas sobre a vida cotidiana e um olhar empático para as contradições humanas – especialmente no que diz respeito à identidade, à cultura e à condição feminina. Com uma obra que transita entre a crítica social e o lirismo, Jane Wagner se firmou como uma das vozes mais originais do teatro americano do século XX, e seu legado continua inspirando novas gerações de artistas e pensadores.

 

Danielle Winits, atriz

Danielle Winits é uma atriz, cantora e bailarina brasileira, reconhecida por sua versatilidade e trajetória marcante no teatro musical, na televisão e no cinema. Nascida no Rio de Janeiro, em 1973, iniciou sua formação artística ainda na infância, estudando balé clássico e jazz, antes de se dedicar à atuação. Sua carreira ganhou destaque na televisão a partir dos anos 1990, com participações em novelas e séries da TV Globo, como Sex AppealUga UgaKubanacan e América, onde se consolidou como uma atriz popular, com forte presença cênica e carisma. Paralelamente, construiu uma sólida carreira nos palcos, especialmente no gênero do teatro musical.

No teatro, é considerada uma das pioneiras da chamada “era de ouro” dos musicais no Brasil. Protagonizou grandes produções como ChicagoHairsprayGypsyCabaret e Xanadu, demonstrando domínio em canto, dança e interpretação – um conjunto raro de habilidades que a colocou entre as principais atrizes de musicais do país. Além da performance artística, também atuou como diretora e produtora em projetos cênicos mais autorais, buscando ampliar sua atuação no campo cultural. Ao longo da carreira, transita com naturalidade entre a comédia, o drama e o musical, mostrando-se uma artista multifacetada e em constante reinvenção.

Com mais de três décadas de trajetória artística, Danielle Winits continua sendo um nome de referência nas artes cênicas brasileiras, unindo talento, disciplina e paixão pela cena.

 

Gerald Thomas, diretor

Gerald Thomas é um renomado diretor teatral, dramaturgo e encenador multimídia, reconhecido por sua linguagem cênica provocadora, experimental e intelectualmente desafiadora. Nascido em Nova York, em 1954, criado no Brasil, e atuando entre Estados Unidos, Brasil e Europa, Thomas construiu uma carreira internacional marcada pela ruptura de convenções estéticas e pela fusão entre teatro, filosofia, literatura, música e artes visuais. Sua obra é marcada pelo hibridismo e pela desconstrução de narrativas lineares. Em cena, explora o colapso da linguagem, o vazio da cultura de massas, a fragmentação da identidade e as tensões do mundo contemporâneo. Ele frequentemente mistura textos de autores clássicos com intervenções autorais, projeções, música ao vivo e elementos performáticos. Além do teatro, também atua como escritor e ilustrador, sempre com uma estética crítica, ácida e inquieta. Thomas tinha uma relação pessoal com Samuel Beckett, e parceria muito especial com o compositor Philip Glass e com o autor alemão Heiner Müller.

Nos anos 1980, fundou a Companhia de Ópera Seca, por meio da qual produziu espetáculos que se tornaram referência no teatro contemporâneo brasileiro e mundial, como: Eletra com Creta; CarmenComFiltro; a Trilogia Kafka, com Bete Coelho que, depois de um retumbante sucesso no Brasil, ganhou capa do New York Times, em outubro de 1988, uma longa temporada no La MaMa e foi a atração principal do Wiener Festwochen (Festival de Viena), em 1989, sendo televisionado na íntegra pela ORF, canal estatal Austríaco; também The Flash and Crash Days, com Fernanda Montenegro e Fernanda Torres, que viajou para 15 países e  12 premieres mundiais de Samuel Beckett no La MaMa e no Brasil. Em 2014 dirigiu Ney Latorraca em Entredentes. Seus espetáculos mais recentes no Brasil foram: Dilúvio, F.E.T.O. e Traidor, com Marco Nanini. Ao longo de sua carreira, Thomas dirigiu em grandes teatros da Europa e dos Estados Unidos, incluindo a Royal Opera House (Londres), a Brooklyn Academy of Music (Nova York), do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Gerald Thomas é uma figura central no teatro experimental de língua portuguesa e um artista que desafia os limites da cena, do texto e da representação, mantendo-se, ao longo das décadas, como um criador ousado e visceral.

 

Luciano Borges, produtor

Luciano Borges é um dos mais atuantes produtores do teatro brasileiro contemporâneo. Sua carreira é marcada por projetos que aliam relevância artística e força de comunicação com o público. Entre seus principais trabalhos estão produções como Você está aí?, Estranho Casal, Relações Aparentes, A Garota do Adeus, Vermelho, Vanya e Sônia e Masha e Spike, Ela é o cara, Job e Doce Pássaro da Juventude. Também está à frente da versão brasileira de Prima Facie, de Suzie Miller, espetáculo que coloca em debate questões urgentes sobre justiça, poder e a condição feminina, ampliando assim o diálogo entre teatro e sociedade. Sua atuação se destaca pela curadoria criteriosa de textos, a valorização de grandes intérpretes e o cuidado com a excelência artística e técnica das produções. O que reafirma seu compromisso em apresentar ao público obras que provocam pensamento crítico e ampliam o debate social, fortalecendo seu papel como articulador de projetos que ultrapassam os limites do entretenimento e se afirmam como experiências transformadoras no teatro brasileiro. Com uma trajetória que combina ousadia, qualidade e compromisso com o público, Luciano Borges consolidou-se como referência na produção teatral no Brasil.

 

Ficha técnica

CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente 

Texto de Jane Wagner, com intervenções de Gerald Thomas

Atriz: Danielle Winits

Direção: Gerald Thomas

Tradução: Alexandre Tenório

Iluminação: Wagner Pinto

Figurinos: João Pimenta

Cenografia: Fernando Passetti

Pintura em tela: Rinaldo Escudeiro

Trilha sonora: Gerald Thomas

Sonoplastia: Marcelo Alonso Neves

Assessoria de Imprensa: Ney Motta

Design gráfico: Bárbara Lana

Visagismo: Leila Turgante

Fotos de cena: Dalton Valério

Fotos de Danielle Winits em estúdio: Robert Schwenk

Marketing digital: Cultura Lab e Rica Conteúdo Audiovisual

Assistente de direção: Osni Silva

Elenco de apoio: Anita Mafra, Jovi Silva, Vinícius Duarte.

Coach de interpretação: Victor Winits

Operador de luz: Renato Lima

Operador de som: Kelson

Cenotécnicos: Denis Nascimento e André Sales

Diretor de palco: Leandro Brander

Contra-regras: Vinícius Duarte e Jovi Silva

Camareira: Lígia Soares da Silva

Diretor Geral de Produção: Luciano Borges

Direção de produção: Nilza Guimarães e Diogo Bastos

Coordenador financeiro: Edson Fieschi

Realização: Borges & Fieschi Produções e Winits Produções

Produção local: Polarize Entretenimento

 

SERVIÇO – CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente 

Quando: 11 e 12 de setembro de 2026 (sexta-feira e sábado)

Onde: Teatro Fernanda Montenegro (Rua Coronel Dulcídio, 517)

Horário: abertura da casa às 19h40 e show às 20h

Ingressos: os ingressos variam de R$ 80 a R$ 180, variando de acordo com o setor e modalidade escolhidos

FORMA DE PAGAMENTO

  • Dinheiro, PIX, cartão de débito e crédito.
  • Parcelamento em até 10x com juros

Vendas: Disk Ingressos (diskingressos.com.br)

Classificação: 12 anos (Menores de 12 anos apenas acompanhados pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial)



 
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Augusto Tortato
(41) 99202-7621
augustotortato@gmail.com

sexta-feira, 4 de setembro de 2026





 Feriadão em Curitiba: friozinho, cultura, parques e gastronomia entram no roteiro

Com temperaturas que podem chegar a 5°C, capital paranaense reúne opções para quem quer aproveitar a cidade sem viajar, de passeios ao ar livre a experiências gastronômicas

 

Curitiba, setembro de 2026 – O calendário ajuda quem quer esticar o fim de semana: Curitiba terá uma sequência de dias de folga com o feriado nacional de 7 de setembro, Dia da Independência do Brasil, seguido pelo feriado municipal de 8 de setembro, dedicado a Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, padroeira da cidade. E o clima típico da capital pede planejamento. Dados do Simepar indicam temperaturas baixas, com máximas próximas de 16°C e mínimas que podem chegar aos 5°C. Com isso, vale combinar os períodos mais agradáveis do dia com passeios ao ar livre e deixar museus, cafés e restaurantes como alternativas para quando a temperatura cair.

Para começar o roteiro, os parques e áreas verdes estão entre os programas que combinam com os momentos de tempo mais aberto. O Jardim Botânico, um dos principais cartões-postais da cidade, é uma opção para caminhar e conhecer os jardins e a tradicional estufa. Outra possibilidade é o Parque Tanguá, com áreas para caminhada, mirantes e um dos pontos conhecidos para acompanhar o pôr do sol. Para quem prefere um passeio mais longo, o Parque Barigui reúne áreas para caminhada, equipamentos esportivos, lago e uma grande área verde.

Se o frio apertar, a programação pode migrar para os espaços culturais. O Museu Oscar Niemeyer (MON) recebe a 16ª Bienal Internacional de Curitiba, com obras de artistas de diferentes países e reflexões sobre tecnologia, mundo físico e digital e os desafios da vida contemporânea. A programação da Bienal segue até 15 de novembro e pode ser uma alternativa para quem quer aproveitar o feriado também para conhecer exposições.

Depois de um passeio ao ar livre ou de uma visita ao museu, a programação pode continuar à mesa. A Prinzen está de volta a Curitiba, agora no Shopping Omar. Adquirida pelo Grupo Bávaro, a marca retorna à cidade como espagueteria, com massas italianas Paganini, molhos artesanais e pratos acessíveis. Para uma parada mais rápida, a Go Coffee oferece, além dos cafés especiais, uma linha de toasts que combina pão de batata ou croissant com diferentes recheios. Entre as opções estão Toast Manteiga, Toast Queijo, Toast Mix, com queijo e presunto, e versões recheadas, conforme a disponibilidade de cada unidade.

Gastronomia autoral e os últimos sabores do inverno

Para quem quer transformar a refeição em parte do passeio, Curitiba também reúne opções que vão da cozinha nikkei à parrilla. O Nuu Nikkei completa dez anos de história na cidade mantendo a proposta de gastronomia nikkei autoral que marcou sua trajetória desde 2016. Entre os pratos que representam essa combinação de referências japonesas e peruanas estão a Trilogia de Ceviches, com salmão, atum e ceviche peruano, e o Niguiri Niku Parrillero, que aproxima técnica japonesa e referências peruanas.

 

Outra possibilidade é aproveitar as últimas semanas do cardápio de inverno do Cantuca Brasero & Bar. Entre os destaques está o fondue de abóbora cabotiá com três queijos e pastrami, produzido artesanalmente pela própria casa, em um processo de 14 dias que envolve cura, defumação e cocção lenta. O cardápio especial também inclui risoto de costela e o tradicional caldinho de músculo.

No Áscua, o destaque são as parrillas criadas para compartilhar. Entre as opções estão o Dueto Mediterrâneo, com sobrecoxa marinada, linguiça com pimenta-biquinho, cenoura com caramelo de missô, coalhada seca e pão pita; a Dupla Rancheira, com ancho grelhado, linguiça com gorgonzola, farofa de cebola com tâmara, chimichurri e maionese de aipim defumado; e a Parrilla Marítima, com peixe do dia e camarões na brasa, arroz branco e batata frita com bottarga.

Já no Restaurante Manu, comandado pela chef Manu Buffara, o feriado pode ser uma oportunidade para conhecer o menu especial “Meu Brasil, Minha Mesa”, criado para celebrar os 15 anos da casa. Disponível até dezembro, mediante reserva, a experiência tem cinco etapas e revisita pratos e criações relacionados à trajetória da chef, às viagens, pesquisas, produtores e comunidades que fizeram parte de sua história.

Quem pretende passar o feriado entre parques, viagens curtas pela região ou simplesmente quer praticidade também encontra opções para levar. É o caso da Casa do Croissant, que lançou a linha “Croissant To Go”, com quatro opções de recheio: chocolate ao leite, chocolate branco, chocolate dark e creme de avelã. Os produtos são preparados com a tradicional massa da marca, produzida com massa madre de cultivo próprio e fermentação natural.

Um passeio na Região Metropolitana

Para quem prefere reunir gastronomia, compras e entretenimento em um único endereço, o Shopping São José, no Centro de São José dos Pinhais, também é uma alternativa para o feriado. O empreendimento reúne cinema, restaurantes, cafeterias e lojas, além de opções de lazer para diferentes públicos. No feriado, as lojas funcionam das 14h às 20h, enquanto a praça de alimentação e as opções de lazer ficam abertas das 11h às 22h.

 

 

 



 Shopping São José completa 18 anos com crescimento acima do mercado e dez novas operações em 2026

Empreendimento celebra aniversário em ritmo de expansão: seis lojas já foram inauguradas neste ano e outras quatro marcas estão confirmadas para os próximos meses

Curitiba, 2 de setembro de 2026 -O Shopping São José completa 18 anos em setembro celebrando uma nova fase de sua trajetória. Em 2026, o empreendimento ampliou seu mix de lojas, recebeu novas marcas e alcançou crescimento 8% acima do mercado, resultado que ganha ainda mais relevância diante de um cenário de retração do setor de shopping centers no país. De acordo com o Índice Cielo do Varejo em Shopping Centers (ICVS-Abrasce), o setor acumula queda de 1,4% em 2026. No indicador Same Sales Store, que considera o desempenho das mesmas lojas, a retração chega a 4%, enquanto as lojas de rua registram crescimento de 0,6%.

É neste contexto que o Shopping São José chega à maioridade mantendo uma trajetória positiva e atraindo novas operações. Somente em 2026, seis marcas já inauguraram unidades no empreendimento: MaisLaser, Democrata, Frank D’Ferran Barbearia, Milon, Pudim Perfeito e Lojinha da Faby. E o movimento de expansão continua. Outras quatro operações estão confirmadas para os próximos meses: KFC, Fabielli Concept, Holk Cervejaria e Bávaro Sports Bar. 

“Completar 18 anos é, para nós, celebrar uma história que se entrelaça à própria trajetória de São José dos Pinhais. Somos o único shopping da cidade e temos uma relação muito próxima com a população, acompanhando suas transformações, seus hábitos e suas novas necessidades. O crescimento acima do mercado e a chegada de novas marcas mostram que seguimos relevantes para a cidade. E queremos ir além: o investimento de R$ 130 milhões do Grupo Soifer na expansão do Shopping São José representa justamente a nossa confiança no futuro de São José dos Pinhais e o compromisso de continuar crescendo junto com a cidade”, afirma Vinício Garcia, gerente de Marketing do Shopping São José.

A chegada de dez novas operações ao longo de 2026, considerando as lojas já abertas e as próximas inaugurações, também demonstra a atratividade de São José dos Pinhais para o varejo. A presença de marcas de diferentes segmentos permite ampliar as alternativas disponíveis para os moradores da cidade e da Região Metropolitana de Curitiba.

De centro de compras a espaço de experiências e serviços

Ao longo desses 18 anos, o próprio papel dos shopping centers passou por uma transformação. Além do varejo, empreendimentos como o Shopping São José passaram a concentrar gastronomia, entretenimento, serviços, saúde e atividades que fazem parte da rotina da população. Hoje, além de seu amplo mix de lojas, o Shopping São José reúne cinema, academia, serviços médicos, salões de beleza, barbearia, lavanderia, lotérica e uma unidade do Poupatempo, entre outras operações. Eventos culturais, esportivos, ambientais e de entretenimento também passaram a integrar a programação do empreendimento.

Essa diversificação ajuda a explicar por que os shopping centers deixaram de ser espaços procurados exclusivamente para compras e passaram a funcionar como polos de convivência, entretenimento e serviços. “Completar 18 anos também é olhar para o quanto o Shopping São José se transformou junto com a cidade e com os nossos clientes. O consumidor de hoje busca praticidade, variedade e experiências. Nosso objetivo é continuar acompanhando essas transformações e fortalecendo a presença do shopping na vida de São José dos Pinhais”, completa Vinício.

Com novas operações previstas e desempenho acima do mercado, o aniversário marca não apenas os 18 anos de história do Shopping São José, mas também um novo ciclo de crescimento do empreendimento.

O Shopping São José está localizado na Rua Dona Izabel A Redentora (n° 1434), no Centro de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. As lojas funcionam de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 14h às 20h. Já a praça de alimentação e as opções de lazer funcionam de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 11h às 22h. Mais informações no site www.shoppingsaojose.com.br ou no perfil oficial no Instagram (@shopsaojose).

 

ARTIGO: Mentalidade AI First: cinco skills fundamentais para os gestores de RH desenvolverem ainda este ano

*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas

Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais.

Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los.  88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso)

Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039.

Cinco habilidades essenciais

Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos:

  1. Pensamento crítico e julgamento analítico
    A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes   para orientar o uso responsável dessas ferramentas.
  2. Literacia em IA e Engenharia de Contexto
    Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora.  
  3. Adaptabilidade e visão sistêmica
    Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time.
  4. Empatia e inteligência emocional
    Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador.
    Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir:  construir a governança
  5. Governança, ética e responsabilidade
    A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados.

Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes.

 

*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas


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Juliana Maria Silva, head de HCM (Talent Acquisition & Talent Management) na Senior Sistemas 
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 Dirigido por Miguel Falabella, "Marrom, o Musical", espetáculo inédito que celebra a carreira de Alcione, chega a Ópera de Arame

Apresentações acontecem em outubro e novembro; ingressos à venda em Disk Ingressos

Foto Caio Galucci

Com patrocínio da BB Seguros e apresentação do Ministério da Cultura e depois de emocionar mais de 80 mil pessoas em sua primeira montagem, “Marrom, o Musical”, espetáculo que celebra a carreira de Alcione retorna aos palcos e chega pela primeira vez em Curitiba, nos dias 31 de outubro e 01 de novembro, com apresentações na Ópera de Arame. Os ingressos estão à venda, a partir de R$ 25, pelo Disk Ingressos

Idealizado por  Santana, com texto e direção de Miguel Falabella, “Marrom, o Musical” celebra os 50 anos de carreira de Alcione em uma narrativa que mistura memória, cultura popular, emoção e música. Mais do que revisitar a trajetória da artista, o espetáculo mergulha nas raízes do Maranhão e na força simbólica do Bumba Meu Boi, expressão cultural profundamente ligada à identidade da cantora.

No palco, a montagem reúne 24 atores e atrizesmais de 300 figurinos e uma grande estrutura de produção, movimentando também a cadeia criativa e econômica das cidades por onde passa. Ao todo, são mais de 250 empregos diretos e indiretos gerados desde a concepção até o fim da turnê.

Parte importante da estética do espetáculo também nasce no Maranhão: quatro artistas maranhenses integram o elenco e boa parte dos figurinos foi bordada em São Luís, pela Cooperativa Cuxá, em parceria sociocultural promovida pelo Instituto Humanitas360.

Para Luciana Garrone, Gerente de Marketing Institucional e Mercadológico da Brasilseg, uma empresa BB Seguros, apoiar produções culturais que celebram grandes nomes da arte brasileira é uma forma de contribuir para a preservação da memória e da identidade nacional.

Segundo Miguel Falabella, o espetáculo nasceu da vontade de traduzir para os palcos não apenas a trajetória artística de Alcione, mas também a potência cultural que ela representa para o país.

Contar a vida de Alcione é mergulhar nas raízes de uma das mais ricas culturas populares do Brasil, a maranhense”, destaca o diretor.

Encerrando a “Trilogia do Samba”, iniciada por Jô Santana com “Cartola – O Mundo é um Moinho” e seguida por “Dona Ivone Lara – Um Sorriso Negro”, o musical reafirma o teatro como espaço de celebração coletiva, emoção e pertencimento. Em quase duas horas de espetáculo, o público é conduzido por uma experiência que atravessa música, memória afetiva e brasilidade.

SERVIÇO “Marrom, o Musical” Um espetáculo de Miguel Falabella
 
Quando: 31 de outubro (sábado) e 01 de novembro (domingo) de 2026
 
Onde: Ópera de Arame (R. João Gava, 920)
 
Sessõessábado às 20h e domingo às 19h (duração: 2h, com intervalo de 15 minutos)
 
Ingressos: variam de R$ 25,00 a R$ 282,50
 
Vendas: Disk Ingressos
 
Classificação: Livre

 

Ficha Técnica: 

Um espetáculo de Miguel Falabella

Idealização: Jô Santana

Texto: Miguel Falabella

Direção Conjunta: Miguel Falabella Ilea Ferraz

 

Elenco:

Lilian Valeska 
Letícia Soares 
Anastácia Lia 
Beatriz Martins 
Mariana Gomes
Fernando Leite
Caio Giovani
Eduardo Guimarães
Theo 
Luciana Lira
Nicole Sacramento 
Cesar Viggiani 
Becky Reis 
Dino Fernandes 
João Cortins 
Esther Queiroz 
Ester Freitas
Tainá Baldez 
Heide Cabral 
Nata da Sociedade
Charles Damásio 
Carla Leilane
Maurício Xavier

Músicos

Piano: Gui Terra e André Kusmitsch

Cavaquinho, guitarra e percussão: Lucas Trindade

Baixo: Felipe Mota

Bateria: Diego Pereira

Sopro: Guilherme Montanha

Violão 7 cordas: Bruno Vieira

Trompete e flugel horn: Palloma Lima

 

Diretora Assistente: Bia Lucci

Direção Musical, Arranjos, Regência e Piano: Guilherme Terra

Coreografia Original: Barbara Guerra Rafael Machado

Coreógrafa Convidada: Rafa L

Assistente de coreografia: Vida Maria Sena Santos

Cenografia original: Zezinho Santos Turibio Santos

Figurinos Originais: Ligia RochaJemima Tuany Marco Pacheco

Visagismo Original: Dicko Lorenzo

Assistente de visagismo e chefe de perucaria: Valeria Velloso

Direção Técnica: Ricardo Santana

Stage Manager: Samuel Gonçalves

Desenho de Luz: Paulinho Medeiros

Designer de Som: Bruno Pinho

Cenotecnia: Marquinhos

Assessoria de Imprensa: Amigos Assessoria Maurício Aires Rogério Alves

Direção de Comunicação: Renato Araújo

 

Social Media: Letícia Ribeiro

 Marketing: Iara Moraes

Designer Gráfico: Doroteia Design Adriana CamposClara, Pedro Cancelliero e Vitória

Editor de conteúdo: Bruno Teodoro

Captador de conteúdo: Leo Nogueira

Performance: V2P

Assessoria Jurídica: Francez Advogados Andrea FrancezMyrna Malanconi João Pedro Batista

Assessoria Contábil: Yara Paraná do Brasil

Direção de Produção: Renato Araújo e Carmem Oliveira

Produtor: Alvaro Sabra

Produtor de A&B: Osmar Ribeiro

Assistência de Produção: Elio Costa e Paloma Engler

Estagiário de Produção: Isabel Hani

Marketing Cultural: Gheu TibérioPaula Rego Pedro Ribeiro

Direção Financeira e Leis de Incentivo: Janaina Reais

Assistente Administrativo: Marcela Lima

Chef: Osmar Ribeiro

Realização: Fato Produções

Fisioterapeuta: Deise Quele

Copeira: Débora Santos

Camareira chefe: Anna Américo

 

 




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Augusto Tortato
(41) 99202-7621
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 Luiz Fernando Guimarães celebra 50 anos de carreira com a comédia "Baixa Sociedade" em Curitiba

Apresentações acontecem em setembro e outubro no Teatro Fernanda Montengro; ingressos à venda em Disk Ingressos

foto: Tom Peres (para mais fotos, clique aqui)

Até onde você seria capaz de ir para conquistar ascensão social? Essa é a pergunta que move “Baixa Sociedade”, peça de Juca de Oliveira que chega a Curitiba para uma curta temporada nos dias 25, 26 e 27 de setembro e 15, 16 e 17 de outubro, no Teatro Fernanda Montenegro. A nova montagem é protagonizada por Luiz Fernando Guimarães, que celebra 50 anos de carreira nos palcos, e tem direção de Pedro Neschling. Os ingressos estão à venda na Disk Ingressos, a partir de R$ 90.

Em “Baixa Sociedade”, o público acompanha Otávio, um homem disposto a tudo para mudar de vida: mentir, fingir, inventar, acreditando que o sucesso depende apenas da aparência certa. A partir dessa trama, Juca de Oliveira constrói um retrato divertido e incômodo do brasileiro contemporâneo: aquele que sonha em subir, mas não percebe que o chão ainda está por fazer. Com humor afiado, “Baixa Sociedade” marca o encontro de dois grandes nomes da cena brasileira e promete fazer o público rir, pensar e se reconhecer.

Autor de algumas das comédias mais emblemáticas do teatro brasileiro, Juca de Oliveira retorna aos palcos com “Baixa Sociedade”, um texto afiado que expõe, com humor e ironia, o desejo quase universal de ascensão social e os tropeços que vêm junto com ele. Quem conduz essa jornada é Luiz Fernando Guimarães, um dos nomes mais reconhecidos da comédia nacional, em um papel que combina o humor inteligente e a precisão cênica que o tornaram um ícone. Ao lado dele, Debora OzórioPaulo Mathias Jr. e Bruna Trindade completam o elenco dirigido por Pedro Neschling, em uma montagem que une ritmo, leveza e crítica social.


BAIXA SOCIEDADE

Texto: Juca de Oliveira

Direção: Pedro Neschling

Elenco: Luiz Fernando Guimarães, Paulo Mathias Jr, Bruna Trindade e Debora Ozorio


SERVIÇO – 
Baixa Sociedade em Curitiba 

Quando: 25, 26 e 27 de setembro e 15, 16 e 17 de outubro(sexta, sábado e domingo)

Onde: Teatro Fernanda Montenegro (Rua Coronel Dulcídio, 517)

Horário: 20h

Ingressos: os ingressos variam de R$ 90 a R$ 200, variando de acordo com o setor e modalidade escolhidos

 

FORMA DE PAGAMENTO

  • Dinheiro, PIX, cartão de débito e crédito.
  • Parcelamento em até 10x com juros

Vendas: Disk Ingressos (diskingressos.com.br)

Classificação: 14 anos (Menores de 14 anos apenas acompanhados pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial)




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Augusto Tortato
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terça-feira, 1 de setembro de 2026

 Ensaios da Anitta: turnê de pré-Carnaval chega a Curitiba em janeiro

Pelo quinto ano consecutivo, Anitta traz a Curitiba o Ensaios da Anitta, a maior turnê de verão do Brasil

foto: Fred Othero (para mais fotos, acesse AQUI)

Os ENSAIOS DA ANITTA estão de volta. A maior turnê do verão brasileiro já tem datas e locais definidos para 2027. Belém, Recife, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Rio de Janeiro, Curitiba e São Paulo receberão os megashows da carioca. A temporada acontece entre os dias 9 e 31 de janeiro.

Curitiba receberá, pelo quinto ano consecutivo, a maior turnê de verão do Brasil. Na capital paranaense, o show acontece no dia30 de janeiro, no Estádio Durival de Britto e Silva, com produção local da CWB Brasil.

A pré-venda de ingressos, exclusiva para clientes dos cartões de crédito Mercado Pago, começa na próxima terça-feira (01), ao meio-dia. As vendas oficiais têm início no dia seguinte, quarta-feira (02).

É Festa no Brasil!” é o tema que guiará a temporada de 2027, inspirado nas festas e festejos típicos brasileiros. “Se o Carnaval é a maior festa popular do mundo, por que não aproveitar essa folia pra olhar um pouquinho pra nossa identidade cultural e redescobrir o Brasil pelas festas que o próprio Brasil criou?”.

A proposta estará presente em toda a estética dos Ensaios da Anitta em 2027, dos cenários aos figurinos de palco da cantora, que são um show à parte. A experiência mantém ainda o já clássico palco 360º, que aproxima a artista dos fãs durante as apresentações, além do line-up surpresa e diverso de convidados musicais, que se juntam à folia da girl from Rio.

A diversidade também aparece no repertório, que percorre o catálogo de hits da cantora e abre espaço para músicas carnavalescas de diferentes estilos, reforçando a mistura de ritmos que é marca registrada dos Ensaios da Anitta.

Mais informações pelo site www.carnavaldaanitta.com.br

ENSAIOS DA ANITTA 2027 - DATAS E CIDADES
09/01 - Belém 
10/01 - Recife 
16/01 - Belo Horizonte 
17/01 - Brasília 
23/01 - Campinas 
24/01 - Rio de Janeiro 
30/01 - Curitiba 
31/01 - São Paulo

 




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