quinta-feira, 17 de setembro de 2026


 Inscrições para a Maratona Internacional do Paraná 2027 abrem nesta quarta-feira (16), com 30 mil vagas

Segunda edição da prova acontece no feriado de Páscoa, em março de 2027, com percursos de 5 km, 10 km, 21 km, 42 km e Maratoninha

 

Paraná, setembro de 2026 – As inscrições para a segunda edição da Maratona Internacional do Paraná (MIP) abrem oficialmente nesta quarta-feira (16), às 14 horas. Após reunir mais de 20 mil atletas em sua estreia, em maio deste ano, a maior corrida já realizada no Estado retorna ao litoral paranaense nos dias 26, 27 e 28 de março de 2027, durante o feriado de Páscoa.

 

Para 2027, a organização ampliou de 20 mil para 30 mil o número de vagas. A decisão considera a procura registrada em 2026, quando muitos interessados ficaram de fora. A programação contará com provas de 5 km, 10 km, 21 km, 42 km e Maratoninha, ampliando a experiência criada na primeira edição. A expectativa da organização é aumentar a participação e consolidar a MIP entre as principais corridas de rua do calendário nacional.

 

Um dos grandes símbolos da primeira edição permanece como destaque para 2027: a Ponte de Guaratuba. A estrutura integra os percursos e proporciona aos corredores a experiência de atravessar um dos principais cartões-postais do litoral paranaense, com o mar e a paisagem da região como cenário.

“A primeira edição mostrou a força que a Maratona Internacional do Paraná pode alcançar. Tivemos mais de 20 mil atletas, movimentamos o litoral e colocamos o Paraná no mapa das grandes corridas de rua do Brasil. Agora, o desafio é fazer uma segunda edição ainda maior, com uma experiência cada vez melhor para quem vem correr e para quem vive o evento junto com a gente”, destaca João Guilherme Leprevost, diretor da VOA Esportes.

 

Para Marcos Pinheiro, CEO da VOA Esportes, a segunda edição permite aplicar os aprendizados da estreia e aprimorar a estrutura da competição. “A primeira MIP foi um grande aprendizado. Entregamos uma prova de grande porte, com diferentes distâncias, milhares de atletas e um percurso que trouxe desafios importantes. Para 2027, conseguimos trabalhar a partir dessa experiência, ajustar processos e buscar uma evolução técnica em cada etapa da prova. A ideia é que o atleta perceba essa evolução desde a largada até a chegada”, afirma.

 

MIP 2026 reuniu mais de 20 mil atletas

Realizada em maio de 2026, a primeira edição da Maratona Internacional do Paraná reuniu mais de 20 mil participantes nas provas de 5 km, 10 km, 21 km e 42 km, com programação nas cidades de Guaratuba e Matinhos.

 

Na prova de 42 km, os títulos masculino e feminino ficaram com José Márcio Leão da Silva, da Bahia, e Franciane dos Santos Moura, do Amazonas. A competição distribuiu R$ 300 mil em premiações.

 

A estreia também contou com a Maratoninha, que reuniu cerca de 500 crianças e adolescentes entre 4 e 13 anos em percursos adaptados. A atividade ampliou a programação esportiva e levou diferentes gerações para o evento.

 

Em 2027, a MIP terá programação ao longo de três dias e pretende ampliar o impacto esportivo, econômico e turístico da competição no litoral paranaense. A realização durante o feriado de Páscoa também favorece a permanência dos atletas e acompanhantes na região, fortalecendo a conexão entre a corrida e o turismo esportivo.

 

“A MIP nasceu grande, mas a nossa ambição é continuar crescendo. A segunda edição representa um novo passo para um evento que já mostrou sua capacidade de reunir atletas de diferentes lugares, movimentar o litoral e criar uma experiência que fica na memória de quem participa. Queremos que 2027 seja uma edição ainda mais especial e que a Maratona Internacional do Paraná se torne uma data esperada por corredores de todo o Brasil”, completa João Guilherme Leprevost.

 

A abertura oficial das inscrições está prevista para a próxima quarta-feira, 16 de setembro.  A Maratona Internacional do Paraná 2027 será realizada nos dias 26, 27 e 28 de março, com provas de 5 km, 10 km, 21 km, 42 km e Maratoninha. Para mais informações, acompanhe o perfil oficial da prova no Instagram: @maratonadoparana.

 

 

ARTIGO - A IA ficou mais rápida. A decisão humana precisa ficar melhor

*por Celso Tacla, Vice Presidente Executivo da Valmet América Latina

A inteligência artificial já mudou a velocidade das entregas profissionais. Em poucas horas, é possível analisar grandes volumes de informação, estruturar uma proposta, identificar padrões ou desenvolver uma solução que antes exigiria dias. O ganho de produtividade é inegável. Mas existe uma questão que precisa acompanhar essa transformação: quanto mais confiamos na capacidade da tecnologia de produzir respostas, mais precisamos ser capazes dequestioná-las.

O risco não está apenas em a IA errar. Está em deixarmos de perceber quando ela está errada.

Um estudo conduzido por Steven Shaw e Gideon Nave, pesquisadores da Wharton School, ajuda a dimensionar esse desafio. Eles compararam dois grupos de participantes em uma série de testes. Um deles trabalhou sem inteligência artificial. O outro pôde consultar uma IA que, dependendo da situação, apresentava recomendações corretas ou incorretas.

Quando as recomendações estavam corretas, o desempenho dos participantes que utilizaram a IA ficou cerca de 25% acima do observado no grupo que trabalhou sem a tecnologia. Quando a IA fornecia respostas erradas, porém, o resultado ficava aproximadamente 15% abaixo daquele alcançado pelo grupo que não utilizava a ferramenta. O dado mais preocupante é que, mesmo quando as recomendações estavam incorretas, elas foram seguidas em mais de 80% das vezes.

Os pesquisadores chamam esse comportamento de “rendição cognitiva”: ocorre quando deixamos de utilizar a tecnologia apenas como apoio e passamos a transferir para ela parte do nosso próprio julgamento.

A questão, portanto, não é confiar ou não na inteligência artificial, mas saber como confiar.

No ambiente empresarial, a IA pode ampliar a produtividade comercial e analítica, apoiar a gestão do funil de vendas, a elaboração de propostas e a análise de contratos e mercados. Mas uma resposta rápida não é necessariamente uma boa decisão. Uma recomendação pode fazer sentido a partir dos dados disponíveis e, ainda assim, desconsiderar uma particularidade do negócio, do cliente ou do momento.

É por isso que o julgamento humano continua indispensável. A tecnologia pode sugerir caminhos,mas cabe à liderança avaliar o contexto, questionar recomendações e assumir a responsabilidade pela decisão.

Existe ainda outro desafio: a velocidade. A IA permite que profissionais desenvolvam soluções em horas, ou em minutos, enquanto processos internos de aprovação podem levar dias ou semanas. Esse descompasso, associado ao conceito de clock drift, pode fazer com que empresas não consigam aproveitar a velocidade que a tecnologia oferece. Por outro lado, acelerar decisões sem considerar confidencialidade, propriedade intelectual e riscos também pode gerar problemas.

O desafio da governança não é escolher entre controle e velocidade, mas criar condições para que ambos coexistam. Cabe à liderança estabelecer limites, definir alçadas, delegar decisões, acompanhar resultados e preservar o julgamento humano.

Para empresas em crescimento, essa questão é ainda mais relevante. Escalar exige transformar conhecimento individual em capacidade organizacional, estruturar processos e deixar claras as responsabilidades. A IA pode acelerar esse processo, mas não substitui quem responde pelo resultado.

Precisamos, portanto, mudar a pergunta. Em vez de perguntar apenas “o que a IA recomenda?”, é preciso questionar: por que ela recomenda isso? Quais informações sustentam essa conclusão? Em que circunstâncias essa recomendação poderia estar errada?

A verdadeira vantagem competitiva não estará apenas em usar IA, mas em combinar sua velocidade e capacidade de processamento com a experiência, o contexto e o julgamento das pessoas. A IA pode aumentar a produtividade. Pode aumentar a velocidade. Mas, quando estiver errada, ainda precisaremos de alguém capaz de dizer: “isso não faz sentido”.

Essa continua sendo uma responsabilidade humana.

 

*por Celso Tacla, Vice Presidente Executivo da Valmet América Latina


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 RW7

Devido ao sucesso, Roberto Carlos anuncia data extra em Curitiba

Nova data acontece no dia 16 de outubro no Teatro Positivo, ingressos à venda pelo Disk Ingressos

foto: Caio Girardi

Devido ao enorme sucesso, Roberto Carlos anunciou uma data extra em Curitiba. O cantor, que se apresentaria apenas no dia17 de outubro, fará agora uma nova sessão no dia 16, também no Teatro Positivo. Os ingressos para a primeira data já estão esgotados, e as vendas para a nova apresentação já estão abertas pelo Disk Ingressos. A produção e realização são da RW7 Production & Entertainment, Cult! Produções e RC Produções.

 

SERVIÇO – ROBERTO CARLOS EM CURITIBA

Quando: 16 e 17 de outubro de 2026 (sexta-feira e sábado)

Onde: Teatro Positivo (Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300)

Horário: abertura da casa às 19h e show às 21h

  • SETOR EMOÇÕES - R$ 900,00 (meia*) - R$ 900,00 (ingresso parceiros promocionais**) - R$ 900,00 – R$ 1.800,00 (inteira)
  • SETOR AZUL - R$ 750,00 (meia*) - R$ 750,00 (ingresso parceiros promocionais**) - R$ 1.500,00 (inteira)
    SETOR AMARELO - R$ 550,00 (meia*) - R$ 550,00 (ingresso parceiros promocionais**) – R$ 495,00 (app RPC***) -  R$ 1.100,00 (inteira)
  • SETOR LARANJA – R$ 480,00(meia*) – R$ 480,00 (ingressos parceiros promocionais**) – R$ 432,00 (app RPC***) – R$ 960,00 (inteira)
  • SETOR VERDE – R$ 430,00 (meia*) – R$ 430,00 (ingresso parceiros promocionais**) – R$ 387,00 (app RPC***) - R$ 860,00 (inteira)
    SETOR BRANCO - R$ 340,00 (meia*) - R$ 340,00 (ingresso parceiros promocionais**) - R$ 306,00 (app RPC***) – R$ 680,00 (inteira)

Vendas: Disk Ingressos (diskingressos.com.br) 

Classificação: 16 anos

Realização: Cult! Produções, RW7 Production & Entertainment e RC Produções

 

ROBERTO CARLOS

Roberto Carlos começou o  ano de 2025 se apresentando no Ecuador, Colombia e Peru, o lançamento do Além do Horizonte no transatlântico Costa Pacífica no dia 12 de março foi um sucesso de publico e critica, e na sequência Roberto Carlos segue em turnê pelo Brasil e no exterior.

O artista, que lançou em 2024 o EP “Eu ofereço flores”, está em turnê com o show “Eu Ofereço Flores” e apresentando muitos sucessos de sua carreira.

Em 2024 o artista se apresentou nas principais cidades dos EUA, país que o colocou no ranking da Global Concert Pulse, como um dos 30 artistas de maior público naquele país, ao lado de nomes como Elton John, Cher e o grupo de rock Kiss e prepara-se para turnê na Europa. Cada uma dessas conquistas é fruto de dedicação e profissionalismo com sua arte.

Compondo tanto sozinho quanto ao lado do parceiro Erasmo Carlos, Roberto Carlos consolidou um gênero musical que consegue ser elaborado e simples, refinado e objetivo, fazendo do seu estilo único no país e no mundo. Roberto Carlos ao longo dos anos foi visionário, pioneiro, inclusivo e combativo muito antes de esses pleitos estarem hoje na pauta do dia. Tudo isso sem perder sua essência ou se descaracterizar, alcançando, a cada lançamento, excelentes números de vendas e acessos no streaming, sempre lotando casas de espetáculo, arenas e estádios.

A CARREIRA

Roberto Carlos nasceu em Cachoeiro de Itapemirim, no estado do Espírito Santo, em 19 de abril de 1941 e cresceu ouvindo as grandes vozes do rádio da época. Aos 9 anos, já se apresentava na Rádio Cachoeiro de Itapemirim (ZYL-9). Na juventude se muda para o Rio de Janeiro onde junto a turma da Tijuca, da qual faziam parte Tim Maia, Arlênio Lívio, Edson Trindade, Wellington Oliveira e José Roberto "China" formam o conjunto vocal The Sputnicks. Mais tarde ao lado de Erasmo Carlos é a vez de montar banda The Snakes para apresentações em clubes e festas. Roberto Carlos passa então a deixa-se influenciar tanto pelo canto minimalista e pelo violão sincopado de João Gilberto quanto pelos timbres e pelos gingados de Elvis Presley e Little Richards. Sim, são influências de estilos díspares, mas que contribuíram (e muito) para Roberto Carlos tornar-se o cantor e compositor único que o Brasil conheceria a partir dos anos 1960.

Saudado, em fins dos anos 1950, pelo apresentador Carlos Imperial no Clube do Rock como o Elvis Presley brasileiro, um jovem iniciante ganhou o público com sua afinação impecável e a veia roqueira. Seu nome? Roberto Carlos! Na mesma época, o artista era crooner na boate do Hotel Plaza, num roteiro recheado de temas bossanovitas, mas o rock reservava para ele seu lugar. Entre os anos de 1959 e 60, Roberto Carlos grava seus primeiros compactos, mas, em 1961, a canção “Louco por você” mostraria que aquele rapaz não estava de brincadeira. Na canção, um chá-cha-chá turbinado com arranjos entre o jazz e o pop, Roberto Carlos caprichara no vocal e nas divisões rítmicas. Algo novo surgia ali.

Em 1963, o LP “Splish splash”, o coloca entre os artistas jovens mais populares daquele momento. No ano seguinte, Roberto Carlos incendeia o país com a provocante “É proibido fumar” mostrando que sim, o fogo poderia pegar – e pegou!

Com aparições na TV cada vez mais frequentes, não demoraria para Roberto Carlos comandar um programa. Impulsionado pela explosão dos Beatles no mundo, o programa “Jovem Guarda” era apresentado por ele juntamente com o Tremendão Erasmo Carlos e com a Ternurinha Wanderléia, sempre tendo o foco na apresentação de jovens talentos ligados àquele movimento. O programa foi um sucesso e levou nomes mais conservadores da música a se reunirem numa passeata contra a guitarra elétrica. Não tardou para se darem conta de que todos eles falavam a mesma língua – a da música.

Com a Jovem Guarda, que inspirou o LP lançado em 1965, Roberto Carlos e sua turma revolucionaram a música, ditaram moda, mudaram padrões estéticos e comportamentais e iluminaram os tempos sombrios que começavam a ganhar o país. O fim dos anos 1960 faria Roberto Carlos ampliar seus horizontes em duas direções: à carreira internacional e ao Cinema.

Sua primeira aparição na Europa acontece no festival MIDEM (1967), realizado em Cannes, na França. No ano seguinte, ele vence o Festival de San Remo, na Itália, onde defendeu “Canzone per te”, dos Sergios Endrigo e Bardotti. Ao mesmo tempo, no Brasil, o filme “Roberto Carlos em ritmo de aventura”, de Roberto Farias, atrai multidões aos cinemas, levando Roberto, Erasmo e Wanderleia à retornar telona em “Roberto Carlos e o diamante cor-de-rosa” (1970), novamente sob a direção de Farias.

MUITO ROMÂNTICO

O início da nova década é marcado pela estreia do primeiro grande show do artista. “Roberto Carlos a 200km por hora” que permaneceu em cartaz por 3 meses no Canecão/Rio de Janeiro,  o colocando entre as grandes bilheterias da época. Ganhando discos de ouro a cada novo lançamento, o cantor vê seu nome despontar também na cena internacional. A diva italiana Ornella Vanoni chega ao topo das paradas europeias com L’Appuntamento (Sentado a beira do Caminho) seguida nas próximas décadas por outras regravações de artistas internacionais como Julio Iglesias, Ray Conniff,  Thalia,  Yahir, Carlos Rivera, Tamara, Marc Anthony,  Andrea Bocelli entre outros.

A década de 1970 consolida Roberto Carlos como um grande compositor romântico – e a marca de 1 milhão de cópias vendidas passaria a ser recorrente e isso deve a canções – hoje clássicas – como “Detalhes” (1971), “Proposta” (1973), “Seu corpo” (1975), “Cavalgada” (1977), “Café da manhã” (1978) e “Desabafo” (1979), entre muitas outras. O artista também se consolida como grande intérprete, trazendo para seu repertório temas de nomes como Antônio Marcos, Isolda, Carlos Colla e Caetano Veloso.

Os anos 1970 colocam Roberto Carlos, em dois novos lugares: o de titular de um programa de TV e o de formador de opinião. Em 1974, ele grava seu primeiro especial na TV Globo, iniciando uma tradição perpetuada até os dias de hoje, sempre com ótimos números de audiência.

Entre os grandes marcos desta década podemos citar o encontro de Roberto Carlos com o Papa João Paulo II em sua visita ao Brasil (1997), onde cantou para 2 milhões de pessoas no Aterro do Flamengo/RJ. Já em 1979 foi a vez de ter sua música “Amigo” cantada por um coral de crianças na visita do mesmo papa ao México e transmitida para vários países. Outro encontro importante se deu em 1998 quando Roberto Carlos uniu sua voz a do tenor Luciano Pavarotti em um concerto para mais de 50 mil pessoas.

Roberto Carlos, que já ganhara a América Latina nos anos 1960, ganha o mundo, gravando seu primeiro álbum em inglês e ganhando da CBS o Globo de Cristal, conferido a artistas que atingem a marca de 5 milhões de discos vendidos fora de seu país de origem.

CONSAGRAÇÃO E RENOVAÇÃO

Com uma equipe de 110 profissionais, que incluía uma orquestra com 42 músicos, Roberto Carlos viaja o país com a turnê Emoções, levando seu show a 18 cidades de 14 estados do Nordeste e do Centro-Oeste do país. O upgrade na infraestrutura de suas apresentações reflete o artista popular e amado pelo grande público, a ponto de reunir, em 1986, mais de 100 mil pessoas em quatro apresentações no Maracanãzinho. No mesmo ano, chega ao palco do Radio City Music Hall, templo internacional da música em Nova York

Nos anos 1990, o artista reitera sua fé com lançamentos de faixas como “Luz Divina”, “Nossa Senhora”, “Jesus Salvador” e “O terço”, além de enaltecer diferentes tipos de belezas femininas em canções como “Mulher pequena”, “Coisa bonita”, “Mulher de 40” e “O charme dos seus óculos”.

No início do novo milênio, Roberto Carlos grava seu “Acústico MTV” dando nova roupagem a antigos clássicos. Mais adiante, em 2005, inicia um cruzeiro pela costa brasileira a bordo de um sofisticado transatlântico: o projeto Emoções em Alto Mar, onde reúne amigos, admiradores e imprensa em shows intimistas e uma programação diferenciada.

As décadas recentes são de consagração. Ao completar 50 anos de carreira, em 2009, Roberto Carlos realiza uma série de 50 shows pelo país, para um público de mais de 700 mil pessoas, culminando numa apresentação histórica no Maracanã, transmitida ao vivo pela TV Globo.

O artista é homenageado por dois projetos que reuniram grandes nomes da música e foram exibidos como especiais de TV, rendendo ainda registros em CD e DVD. O primeiro deles, o show “Elas cantam Roberto Carlos” teve suas canções interpretadas por cantoras de diferentes estilos e gerações. Já no projeto “Emoções Sertanejas” teve seu repertório recriado pelos mais importantes artistas e duplas do referido gênero.

As homenagens e comemorações continuam. O artista foi o enredo da Escola de Samba Beija-Flor de Nilópolis, campeã no Carnaval de 2011, em 2014, foi homenageado por alcançar ao longo de sua trajetória, a marca de 12 milhões de discos vendidos no México e em 2015, foi homenageado como Personalidade do Ano no Grammy Latino.

Para comemorar 50 anos de sua 1ª gravação em espanhol lança o CD e DVD “Primera Fila”(2015/2016), gravado em Londres, no Estúdio Abbey Road e dois anos depois lança seu primeiro álbum inédito em espanhol - após 25 anos: “Amor Sin Límite” que traz “Llegaste” dueto com Jennifer Lopez que também teve sua versão em português (Chegaste) e “Esa Mujer” com o cantor Alejando Sanz. Mais prêmios internacionais acontecem, em Miami o prêmio Lo Nuestro 2019, entregue aos artistas mais talentosos da música latina e o “Prêmio A La Excelência”, tornando-se o 1º. brasileiro a ser consagrado com o título. Realiza uma turnê internacional por 10 cidades dos Estados Unidos (Miami Orlando, Nova York, Boston, Washington, Chicago, Los Angeles, San Diego, Dallas e Huston), sendo visto por mais de 85 mil pessoas, o que o fez entrar para a lista da revista Global Concert Pulse entre os 30 artistas de maior público nos Estados Unidos.

Após os anos de pandemia onde se concentrou em trabalhar em seu estúdio, retorna aos palcos em 2022 e desde então realiza uma média de 45 shows anuais. Em 2023 lança a música inédita “Eu Ofereço Flores”, onde em forma de canção agradece aos fãs por todo o apoio e carinho ao longo dos anos de carreira.

Os anos passam, e a criatividade, o entusiasmo, a afinação e o carisma de Roberto Carlos seguem inabalados. Produção e realização da RC Produções.

 

PRÊMIOS RECEBIDOS

- Festival de San Remo (1968);

- 03 Grammy's sendo que:
- 01 Grammy INTERNACIONAL em 1989 como melhor cantor;
- 01 Grammy LATINO em 2005 como melhor álbum de musica romântica (Álbum Pra Sempre AO VIVO - Gravado no Pacaembu);
- 01 Grammy LATINO em 2006 como melhor álbum de música romântica (Álbum  "Roberto Carlos" 2005);

- 01 Homenagem Personalidade do Ano 2015 da Academia Latina da Gravação – Grammy;

- 01 Prêmio Billboard Lifetime Achievement Award (2015);

- Latin Music Awards 2006 com a música Detalhes e No Te Apartes de Mi;

- Prêmio Antena de Ouro (1991 - concedido aos artistas que por mais tempo têm permanecido no topo do sucesso);

- 15 Troféus Imprensa;

- Prêmio Sharp;

- Prêmio Shell;

- Prêmio Multishow de melhor cantor (2002);

- Marcas de Confiança da Readers Digest de melhor cantor (2005 e 2006);

- Prêmio Tim de 2003 e 2006 para citar apenas alguns dos prêmios recebidos.

- Prêmio United Earth Amazônia 2023

 

OS NÚMEROS

-  Mais de 70 álbuns lançados no Brasil entre álbuns de carreira, EPs, compilações, coletâneas e projetos.

- 11 DVDS: Acústico MTV (2001); Pra Sempre Ao Vivo no Estádio do Pacaembu (2004); Duetos 1 (2006); Em Vivo (2008); Roberto Carlos e Caetano Veloso e a Música de Tom Jobim (2008); Elas Cantam Roberto Carlos (Divas/2009), Emoções Sertanejas (2010), Roberto Carlos em Jerusalém (2012), Duetos 2 (2014), Roberto Carlos em Las Vegas (2015), Roberto Carlos – Primera Fila (2015);

- Uma média de 10 mil pessoas por shows;

- Mais de 100 discos lançados no exterior;

- Centenas de discos de ouro, platina e diamante;

- Mais de 150 milhões de produtos vendidos (CDs, DVDs, Eps, Blu Rays)

 




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Augusto Tortato
(41) 99202-7621
augustotortato@gmail.com





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quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Curta temporada acontece nos dias 11 e 12 de setembrono Teatro Fernanda Montenegro

Foto: Ariel Cavotti

Após temporadas de sucesso no Teatro Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, e no Teatro FAAP, em São Paulo, o espetáculo CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente, estrelado por Danielle Winits e dirigido por Gerald Thomas, chega a Curitiba pela primeira vez neste final de semana, dias 11 e 12 de setembro, às 20h, no Teatro Fernanda Montenegro. A montagem mistura humor ácido e drama para refletir sobre as contradições da sociedade contemporânea. Os ingressos para o espetáculo já estão à venda pelo Disk Ingressos, a partir de R$ 80.

Com humor afiado e olhar crítico, em atuação solo de Danielle Winits dirigida por Gerald Thomas, a obra se estabelece como uma reflexão sobre as irracionais contradições humanas, o papel da mulher na sociedade e os dilemas da vida contemporânea. O título sugere uma busca extraterrestre, mas é, na verdade, uma metáfora para a busca de empatia, conexão e sentido no meio da confusão cotidiana da humanidade.

Escrita pela norte-americana Jane Wagner, originalmente encenada em 1985, nos EUA, e imortalizada pela atuação solo de Lily Tomlin, Procurando Sinais de Vida Inteligente no Universo – convertida por Thomas em CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente –, consolidou-se na ocasião como um marco para o teatro, especialmente pelo modo como mescla humor, crítica social e múltiplas vozes em uma única interpretação. 

Estruturada como um monólogo múltiplo, uma só atriz (Danielle Winits) interpreta algumas das personagens da obra original sintetizados em uma única personagem e por meio desta voz constrói uma narrativa bem humorada questionando padrões sociais, a lógica capitalista, a superficialidade da cultura de massa e os limites das relações humanas, tudo isso por meio de observações sagazes e por vezes absurdas que provocam tanto o riso quanto a reflexão. Mas não é só isso. Gerald Thomas adicionou ao texto original as lacunas que as décadas perdidas ou passadas teriam que Foto: Ariel Cavotti

Sim, o mundo mudou muito rápido nesses últimos quarenta anos. Em 1985 não haviam redes sociais ou IA, a teoria de Andy Warhol de que todos iriam ter seus 15 minutos de fama ainda era uma fantasia longínqua e não um pesadelo psicopático. Se, em 1985 ainda se tinha amigos, hoje tem-se “seguidores” e a palavra lixo significava somente sujeira e não crise ou calamidade. O mundo de Huxley e Orwell eram temidos, mas agora, talvez, através dessa epidemia de “influencers”, os jovens estarão, de fato, condenados a desaprender tudo aquilo que a história nos ensinou. Entraremos em uma era de deletação, de apagamento. E isso não está na peça de Wagner.” – Gerald Thomas

O texto equilibra ironia e compaixão, pontuado por referências pop e filosóficas, e não hesita em abordar temas complexos com leveza e profundidade. A crítica social nunca é panfletária, emerge da experiência dos personagens e do confronto direto com as contradições do mundo moderno. A peça é também um exercício de metateatro – um espetáculo sobre o próprio fazer teatral e seu potencial transformador. Ao alternar rapidamente entre pontos de vista, desafia tanto a intérprete quanto o público, convocando uma escuta ativa e sensível.

A personagem fio condutor da montagem é uma ex-consultora criativa de grandes empresas que acabou por enlouquecer (ou não…) e se tornou uma catadora de lixo nas ruas. Ela acredita que extraterrestres entraram em contato e querem descobrir, por meio dela, se ainda existem sinais de vida inteligente no universo. Simultaneamente, a personagem busca compreender quem são essas pessoas e o que elas representam no mundo de hoje. A dúvida que ela levanta é quase um paralelo ao ‘ser ou não ser, eis a questão’. Será que ela perdeu a sanidade? Ou foi a realidade que, de tão absurda, se tornou incompreensível?” – Danielle Winits

Em resumo, CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente  é uma obra vibrante, multifacetada e atual. Mais do que uma peça feminista ou de crítica social, é uma reflexão espirituosa e comovente sobre o que nos torna humanos, e sobre os sinais de inteligência (afeto e empatia) que ainda podem ser encontrados entre nós.

Drama ou comédia? A resposta vai depender da visão de mundo de cada espectador.

Foto: Ariel Cavotti

A respeito do ambiente da encenação

O cenário foi pensado como um ambiente que se transforma no decorrer do espetáculo. Há uma montanha de lixo em que a atriz inicia a peça, como se nascesse dela. Em seu entorno há uma série de cinco escadas que ligam o plano do espetáculo ao urdimento, sem fim aparente. Elementos da arte pop de Andy Warhol aparecem pelo palco na forma de latas de sopa Campbell's e reaparecem nos quadros de Rinaldo Escudeiro, seja como referência direta às latas, seja nas cores do Pop, na busca pelos elementos cotidianos como a geladeira, o post-it, o carrinho de supermercado, ou a imagem de uma atriz conhecida como é Danielle Winits, cujo rosto aparece em uma das pinturas. Esse mesmo rosto de Danielle irá retornar ao espaço de forma agigantada, como um casco ou uma mochila trazida por uma figura estranha contrarregrada. Portanto, o cenário visualmente trabalha entre o contraponto de cores, texturas e escalas. Ora o colorido do Pop aparece, ora o marrom, o antigo, o enferrujado, o estranho. O piso do palco é composto por uma textura de tecido e espumas tingidas que geram relevos. Tecidos aparecem no palco como seres que visitam Danielle. Ligados ao urdimento por cordas e ganchos, se penduram no ar como pedaços de couro em um curtume, ou pedaços de carne em um açougue. Esses elementos aéreos de tecido se mesclam a um conjunto de escadas finas e irregulares que se perdem na altura do urdimento. Elas estão presentes aqui e também nas obras e desenhos de Gerald Thomas.

 

Jane Wagner, dramaturga

Jane Wagner é uma premiada dramaturga, roteirista, diretora e produtora norte-americana, amplamente reconhecida por seu trabalho inovador nas artes cênicas e audiovisuais. Nascida em 1935, no Tennessee, construiu uma carreira marcada pela inteligência mordaz, pelo humor refinado e por uma profunda sensibilidade social. Seu nome está indissociavelmente ligado à atriz e comediante Lily Tomlin, com quem mantém uma parceria artística e pessoal há décadas. Juntas, criaram algumas das obras mais ousadas e sensíveis do teatro e da televisão americana, como o aclamado monólogo teatral Procurando Sinais de Vida Inteligente no Universo, um marco do teatro contemporâneo. Também escreveu para cinema e televisão, tendo vencido vários prêmios, incluindo o Emmy, e sido indicada ao Tony e ao Drama Desk Awards.

Seu estilo é caracterizado por diálogos ágeis, observações afiadas sobre a vida cotidiana e um olhar empático para as contradições humanas – especialmente no que diz respeito à identidade, à cultura e à condição feminina. Com uma obra que transita entre a crítica social e o lirismo, Jane Wagner se firmou como uma das vozes mais originais do teatro americano do século XX, e seu legado continua inspirando novas gerações de artistas e pensadores.

 

Danielle Winits, atriz

Danielle Winits é uma atriz, cantora e bailarina brasileira, reconhecida por sua versatilidade e trajetória marcante no teatro musical, na televisão e no cinema. Nascida no Rio de Janeiro, em 1973, iniciou sua formação artística ainda na infância, estudando balé clássico e jazz, antes de se dedicar à atuação. Sua carreira ganhou destaque na televisão a partir dos anos 1990, com participações em novelas e séries da TV Globo, como Sex AppealUga UgaKubanacan e América, onde se consolidou como uma atriz popular, com forte presença cênica e carisma. Paralelamente, construiu uma sólida carreira nos palcos, especialmente no gênero do teatro musical.

No teatro, é considerada uma das pioneiras da chamada “era de ouro” dos musicais no Brasil. Protagonizou grandes produções como ChicagoHairsprayGypsyCabaret e Xanadu, demonstrando domínio em canto, dança e interpretação – um conjunto raro de habilidades que a colocou entre as principais atrizes de musicais do país. Além da performance artística, também atuou como diretora e produtora em projetos cênicos mais autorais, buscando ampliar sua atuação no campo cultural. Ao longo da carreira, transita com naturalidade entre a comédia, o drama e o musical, mostrando-se uma artista multifacetada e em constante reinvenção.

Com mais de três décadas de trajetória artística, Danielle Winits continua sendo um nome de referência nas artes cênicas brasileiras, unindo talento, disciplina e paixão pela cena.

 

Gerald Thomas, diretor

Gerald Thomas é um renomado diretor teatral, dramaturgo e encenador multimídia, reconhecido por sua linguagem cênica provocadora, experimental e intelectualmente desafiadora. Nascido em Nova York, em 1954, criado no Brasil, e atuando entre Estados Unidos, Brasil e Europa, Thomas construiu uma carreira internacional marcada pela ruptura de convenções estéticas e pela fusão entre teatro, filosofia, literatura, música e artes visuais. Sua obra é marcada pelo hibridismo e pela desconstrução de narrativas lineares. Em cena, explora o colapso da linguagem, o vazio da cultura de massas, a fragmentação da identidade e as tensões do mundo contemporâneo. Ele frequentemente mistura textos de autores clássicos com intervenções autorais, projeções, música ao vivo e elementos performáticos. Além do teatro, também atua como escritor e ilustrador, sempre com uma estética crítica, ácida e inquieta. Thomas tinha uma relação pessoal com Samuel Beckett, e parceria muito especial com o compositor Philip Glass e com o autor alemão Heiner Müller.

Nos anos 1980, fundou a Companhia de Ópera Seca, por meio da qual produziu espetáculos que se tornaram referência no teatro contemporâneo brasileiro e mundial, como: Eletra com Creta; CarmenComFiltro; a Trilogia Kafka, com Bete Coelho que, depois de um retumbante sucesso no Brasil, ganhou capa do New York Times, em outubro de 1988, uma longa temporada no La MaMa e foi a atração principal do Wiener Festwochen (Festival de Viena), em 1989, sendo televisionado na íntegra pela ORF, canal estatal Austríaco; também The Flash and Crash Days, com Fernanda Montenegro e Fernanda Torres, que viajou para 15 países e  12 premieres mundiais de Samuel Beckett no La MaMa e no Brasil. Em 2014 dirigiu Ney Latorraca em Entredentes. Seus espetáculos mais recentes no Brasil foram: Dilúvio, F.E.T.O. e Traidor, com Marco Nanini. Ao longo de sua carreira, Thomas dirigiu em grandes teatros da Europa e dos Estados Unidos, incluindo a Royal Opera House (Londres), a Brooklyn Academy of Music (Nova York), do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Gerald Thomas é uma figura central no teatro experimental de língua portuguesa e um artista que desafia os limites da cena, do texto e da representação, mantendo-se, ao longo das décadas, como um criador ousado e visceral.

 

Luciano Borges, produtor

Luciano Borges é um dos mais atuantes produtores do teatro brasileiro contemporâneo. Sua carreira é marcada por projetos que aliam relevância artística e força de comunicação com o público. Entre seus principais trabalhos estão produções como Você está aí?, Estranho Casal, Relações Aparentes, A Garota do Adeus, Vermelho, Vanya e Sônia e Masha e Spike, Ela é o cara, Job e Doce Pássaro da Juventude. Também está à frente da versão brasileira de Prima Facie, de Suzie Miller, espetáculo que coloca em debate questões urgentes sobre justiça, poder e a condição feminina, ampliando assim o diálogo entre teatro e sociedade. Sua atuação se destaca pela curadoria criteriosa de textos, a valorização de grandes intérpretes e o cuidado com a excelência artística e técnica das produções. O que reafirma seu compromisso em apresentar ao público obras que provocam pensamento crítico e ampliam o debate social, fortalecendo seu papel como articulador de projetos que ultrapassam os limites do entretenimento e se afirmam como experiências transformadoras no teatro brasileiro. Com uma trajetória que combina ousadia, qualidade e compromisso com o público, Luciano Borges consolidou-se como referência na produção teatral no Brasil.

 

Ficha técnica

CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente 

Texto de Jane Wagner, com intervenções de Gerald Thomas

Atriz: Danielle Winits

Direção: Gerald Thomas

Tradução: Alexandre Tenório

Iluminação: Wagner Pinto

Figurinos: João Pimenta

Cenografia: Fernando Passetti

Pintura em tela: Rinaldo Escudeiro

Trilha sonora: Gerald Thomas

Sonoplastia: Marcelo Alonso Neves

Assessoria de Imprensa: Ney Motta

Design gráfico: Bárbara Lana

Visagismo: Leila Turgante

Fotos de cena: Dalton Valério

Fotos de Danielle Winits em estúdio: Robert Schwenk

Marketing digital: Cultura Lab e Rica Conteúdo Audiovisual

Assistente de direção: Osni Silva

Elenco de apoio: Anita Mafra, Jovi Silva, Vinícius Duarte.

Coach de interpretação: Victor Winits

Operador de luz: Renato Lima

Operador de som: Kelson

Cenotécnicos: Denis Nascimento e André Sales

Diretor de palco: Leandro Brander

Contra-regras: Vinícius Duarte e Jovi Silva

Camareira: Lígia Soares da Silva

Diretor Geral de Produção: Luciano Borges

Direção de produção: Nilza Guimarães e Diogo Bastos

Coordenador financeiro: Edson Fieschi

Realização: Borges & Fieschi Produções e Winits Produções

Produção local: Polarize Entretenimento

 

SERVIÇO – CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente 

Quando: 11 e 12 de setembro de 2026 (sexta-feira e sábado)

Onde: Teatro Fernanda Montenegro (Rua Coronel Dulcídio, 517)

Horário: abertura da casa às 19h40 e show às 20h

Ingressos: os ingressos variam de R$ 80 a R$ 180, variando de acordo com o setor e modalidade escolhidos

FORMA DE PAGAMENTO

  • Dinheiro, PIX, cartão de débito e crédito.
  • Parcelamento em até 10x com juros

Vendas: Disk Ingressos (diskingressos.com.br)

Classificação: 12 anos (Menores de 12 anos apenas acompanhados pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial)



 
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Augusto Tortato
(41) 99202-7621
augustotortato@gmail.com

sexta-feira, 4 de setembro de 2026





 Feriadão em Curitiba: friozinho, cultura, parques e gastronomia entram no roteiro

Com temperaturas que podem chegar a 5°C, capital paranaense reúne opções para quem quer aproveitar a cidade sem viajar, de passeios ao ar livre a experiências gastronômicas

 

Curitiba, setembro de 2026 – O calendário ajuda quem quer esticar o fim de semana: Curitiba terá uma sequência de dias de folga com o feriado nacional de 7 de setembro, Dia da Independência do Brasil, seguido pelo feriado municipal de 8 de setembro, dedicado a Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, padroeira da cidade. E o clima típico da capital pede planejamento. Dados do Simepar indicam temperaturas baixas, com máximas próximas de 16°C e mínimas que podem chegar aos 5°C. Com isso, vale combinar os períodos mais agradáveis do dia com passeios ao ar livre e deixar museus, cafés e restaurantes como alternativas para quando a temperatura cair.

Para começar o roteiro, os parques e áreas verdes estão entre os programas que combinam com os momentos de tempo mais aberto. O Jardim Botânico, um dos principais cartões-postais da cidade, é uma opção para caminhar e conhecer os jardins e a tradicional estufa. Outra possibilidade é o Parque Tanguá, com áreas para caminhada, mirantes e um dos pontos conhecidos para acompanhar o pôr do sol. Para quem prefere um passeio mais longo, o Parque Barigui reúne áreas para caminhada, equipamentos esportivos, lago e uma grande área verde.

Se o frio apertar, a programação pode migrar para os espaços culturais. O Museu Oscar Niemeyer (MON) recebe a 16ª Bienal Internacional de Curitiba, com obras de artistas de diferentes países e reflexões sobre tecnologia, mundo físico e digital e os desafios da vida contemporânea. A programação da Bienal segue até 15 de novembro e pode ser uma alternativa para quem quer aproveitar o feriado também para conhecer exposições.

Depois de um passeio ao ar livre ou de uma visita ao museu, a programação pode continuar à mesa. A Prinzen está de volta a Curitiba, agora no Shopping Omar. Adquirida pelo Grupo Bávaro, a marca retorna à cidade como espagueteria, com massas italianas Paganini, molhos artesanais e pratos acessíveis. Para uma parada mais rápida, a Go Coffee oferece, além dos cafés especiais, uma linha de toasts que combina pão de batata ou croissant com diferentes recheios. Entre as opções estão Toast Manteiga, Toast Queijo, Toast Mix, com queijo e presunto, e versões recheadas, conforme a disponibilidade de cada unidade.

Gastronomia autoral e os últimos sabores do inverno

Para quem quer transformar a refeição em parte do passeio, Curitiba também reúne opções que vão da cozinha nikkei à parrilla. O Nuu Nikkei completa dez anos de história na cidade mantendo a proposta de gastronomia nikkei autoral que marcou sua trajetória desde 2016. Entre os pratos que representam essa combinação de referências japonesas e peruanas estão a Trilogia de Ceviches, com salmão, atum e ceviche peruano, e o Niguiri Niku Parrillero, que aproxima técnica japonesa e referências peruanas.

 

Outra possibilidade é aproveitar as últimas semanas do cardápio de inverno do Cantuca Brasero & Bar. Entre os destaques está o fondue de abóbora cabotiá com três queijos e pastrami, produzido artesanalmente pela própria casa, em um processo de 14 dias que envolve cura, defumação e cocção lenta. O cardápio especial também inclui risoto de costela e o tradicional caldinho de músculo.

No Áscua, o destaque são as parrillas criadas para compartilhar. Entre as opções estão o Dueto Mediterrâneo, com sobrecoxa marinada, linguiça com pimenta-biquinho, cenoura com caramelo de missô, coalhada seca e pão pita; a Dupla Rancheira, com ancho grelhado, linguiça com gorgonzola, farofa de cebola com tâmara, chimichurri e maionese de aipim defumado; e a Parrilla Marítima, com peixe do dia e camarões na brasa, arroz branco e batata frita com bottarga.

Já no Restaurante Manu, comandado pela chef Manu Buffara, o feriado pode ser uma oportunidade para conhecer o menu especial “Meu Brasil, Minha Mesa”, criado para celebrar os 15 anos da casa. Disponível até dezembro, mediante reserva, a experiência tem cinco etapas e revisita pratos e criações relacionados à trajetória da chef, às viagens, pesquisas, produtores e comunidades que fizeram parte de sua história.

Quem pretende passar o feriado entre parques, viagens curtas pela região ou simplesmente quer praticidade também encontra opções para levar. É o caso da Casa do Croissant, que lançou a linha “Croissant To Go”, com quatro opções de recheio: chocolate ao leite, chocolate branco, chocolate dark e creme de avelã. Os produtos são preparados com a tradicional massa da marca, produzida com massa madre de cultivo próprio e fermentação natural.

Um passeio na Região Metropolitana

Para quem prefere reunir gastronomia, compras e entretenimento em um único endereço, o Shopping São José, no Centro de São José dos Pinhais, também é uma alternativa para o feriado. O empreendimento reúne cinema, restaurantes, cafeterias e lojas, além de opções de lazer para diferentes públicos. No feriado, as lojas funcionam das 14h às 20h, enquanto a praça de alimentação e as opções de lazer ficam abertas das 11h às 22h.

 

 

 



 Shopping São José completa 18 anos com crescimento acima do mercado e dez novas operações em 2026

Empreendimento celebra aniversário em ritmo de expansão: seis lojas já foram inauguradas neste ano e outras quatro marcas estão confirmadas para os próximos meses

Curitiba, 2 de setembro de 2026 -O Shopping São José completa 18 anos em setembro celebrando uma nova fase de sua trajetória. Em 2026, o empreendimento ampliou seu mix de lojas, recebeu novas marcas e alcançou crescimento 8% acima do mercado, resultado que ganha ainda mais relevância diante de um cenário de retração do setor de shopping centers no país. De acordo com o Índice Cielo do Varejo em Shopping Centers (ICVS-Abrasce), o setor acumula queda de 1,4% em 2026. No indicador Same Sales Store, que considera o desempenho das mesmas lojas, a retração chega a 4%, enquanto as lojas de rua registram crescimento de 0,6%.

É neste contexto que o Shopping São José chega à maioridade mantendo uma trajetória positiva e atraindo novas operações. Somente em 2026, seis marcas já inauguraram unidades no empreendimento: MaisLaser, Democrata, Frank D’Ferran Barbearia, Milon, Pudim Perfeito e Lojinha da Faby. E o movimento de expansão continua. Outras quatro operações estão confirmadas para os próximos meses: KFC, Fabielli Concept, Holk Cervejaria e Bávaro Sports Bar. 

“Completar 18 anos é, para nós, celebrar uma história que se entrelaça à própria trajetória de São José dos Pinhais. Somos o único shopping da cidade e temos uma relação muito próxima com a população, acompanhando suas transformações, seus hábitos e suas novas necessidades. O crescimento acima do mercado e a chegada de novas marcas mostram que seguimos relevantes para a cidade. E queremos ir além: o investimento de R$ 130 milhões do Grupo Soifer na expansão do Shopping São José representa justamente a nossa confiança no futuro de São José dos Pinhais e o compromisso de continuar crescendo junto com a cidade”, afirma Vinício Garcia, gerente de Marketing do Shopping São José.

A chegada de dez novas operações ao longo de 2026, considerando as lojas já abertas e as próximas inaugurações, também demonstra a atratividade de São José dos Pinhais para o varejo. A presença de marcas de diferentes segmentos permite ampliar as alternativas disponíveis para os moradores da cidade e da Região Metropolitana de Curitiba.

De centro de compras a espaço de experiências e serviços

Ao longo desses 18 anos, o próprio papel dos shopping centers passou por uma transformação. Além do varejo, empreendimentos como o Shopping São José passaram a concentrar gastronomia, entretenimento, serviços, saúde e atividades que fazem parte da rotina da população. Hoje, além de seu amplo mix de lojas, o Shopping São José reúne cinema, academia, serviços médicos, salões de beleza, barbearia, lavanderia, lotérica e uma unidade do Poupatempo, entre outras operações. Eventos culturais, esportivos, ambientais e de entretenimento também passaram a integrar a programação do empreendimento.

Essa diversificação ajuda a explicar por que os shopping centers deixaram de ser espaços procurados exclusivamente para compras e passaram a funcionar como polos de convivência, entretenimento e serviços. “Completar 18 anos também é olhar para o quanto o Shopping São José se transformou junto com a cidade e com os nossos clientes. O consumidor de hoje busca praticidade, variedade e experiências. Nosso objetivo é continuar acompanhando essas transformações e fortalecendo a presença do shopping na vida de São José dos Pinhais”, completa Vinício.

Com novas operações previstas e desempenho acima do mercado, o aniversário marca não apenas os 18 anos de história do Shopping São José, mas também um novo ciclo de crescimento do empreendimento.

O Shopping São José está localizado na Rua Dona Izabel A Redentora (n° 1434), no Centro de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. As lojas funcionam de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 14h às 20h. Já a praça de alimentação e as opções de lazer funcionam de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 11h às 22h. Mais informações no site www.shoppingsaojose.com.br ou no perfil oficial no Instagram (@shopsaojose).

 

ARTIGO: Mentalidade AI First: cinco skills fundamentais para os gestores de RH desenvolverem ainda este ano

*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas

Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais.

Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los.  88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso)

Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039.

Cinco habilidades essenciais

Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos:

  1. Pensamento crítico e julgamento analítico
    A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes   para orientar o uso responsável dessas ferramentas.
  2. Literacia em IA e Engenharia de Contexto
    Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora.  
  3. Adaptabilidade e visão sistêmica
    Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time.
  4. Empatia e inteligência emocional
    Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador.
    Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir:  construir a governança
  5. Governança, ética e responsabilidade
    A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados.

Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes.

 

*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas


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Juliana Maria Silva, head de HCM (Talent Acquisition & Talent Management) na Senior Sistemas 
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