segunda-feira, 2 de abril de 2018

Natureza: uma questão de bem-estar e saúde pública
*Leide Takahashi
No início do século XX, John Muir, reconhecido como o "Pai dos Parques Nacionais dos EUA", já dizia que todo ser humano necessita de alimento, lugares para brincar e rezar, onde a natureza pode inspirar e curar, fortalecendo o corpo e a alma.
Os bens e serviços oferecidos pela natureza são essenciais para a vida e para a saúde das pessoas. A qualidade do ambiente em que vivemos – ou seja, o ar que respiramos, a água que bebemos, a comida que comemos, a regulação do clima e muitas outras características do ambiente natural – desempenham um papel fundamental no nosso bem-estar.
A ausência do contato com a natureza debilita o bem-estar das pessoas, provocando uma ruptura desse vínculo e podendo resultar em inúmeros problemas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 25% das doenças mundiais são atribuídas aos fatores ambientais (ambiente degradado), na qual a poluição do ar é responsável por aproximadamente 3,3 milhões de mortes/ano em todo o mundo. Sem contar que, ainda, 1,1 bilhão de pessoas vive sem acesso à água limpa. Além disso, recentes pesquisas realizadas na Austrália destacam que a ausência do contato com a natureza resulta em grande incidência de sobrepeso ou obesidade, transtorno mental, aumento de diabetes, entre outras consequências.
O impacto do distanciamento do ambiente natural ainda pode ser mensurado em termos financeiros. O Seguro de saúde Medibank Private estimou que, em 2008, a falta de atividade física na natureza custou 13,8 milhões de dólares. Atualmente, a depressão é um dos principais problemas na Austrália e seus custos associados somam mais de US$ 14,9 bilhões, anualmente. A vida urbana foi identificada como um fator-chave no estresse e na saúde mental, contribuindo para um estresse crônico e consequente diminuição da qualidade de vida. Por outro lado, pesquisadores destacam que 15 minutos de caminhada em um parque ou outra área verde natural podem amenizar esses eventos estressantes e melhorar a visão da vida, de acordo com o artigo “Por que a natureza é benéfica?”, publicado por pesquisadores da Universidade de Illinois e Oberlin College.
Outras pesquisas relatam diferenças significativas entre as populações clinicamente deprimidas que realizaram programas de recuperação em ambientes fechados e aqueles que usaram espaços abertos, considerados verdes. Os pacientes que participaram de programas de recuperação ao ar livre relataram aumento da autoestima e condições emocionais mais estáveis em comparação com os outros.
Em 2014, durante a Convenção-quadro das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica (CDB), a OMS reconheceu que a biodiversidade e a saúde humana estão fortemente interligadas. Portanto, conectar as prioridades globais da biodiversidade e da saúde não é apenas prudente, mas uma forma de assegurar no longo prazo a resiliência da sociedade e o bem-estar das gerações futuras.
Essas e outras evidências confirmam que os seres humanos são totalmente dependentes da natureza, não só pelas suas necessidades materiais, mas também por suas necessidades psicológicas, emocionais e espirituais.
Para finalizar, vale destacar a beleza natural do Brasil, em especial dos parques nacionais, estaduais e municipais, e recomendar uma visita a essas áreas como verdadeiro remédio - sem qualquer contraindicação!

*Leide Takahashi é gerente de Conservação da Biodiversidade da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza e doutora em Conservação da Natureza.

     Encontro de Escolas Católicas começa nesta quarta
Evento reúne, em Curitiba, gestores de 136 instituições de todo o Brasil
Começa nesta quarta-feira a sexta edição do Encontro de Escolas Católicas, promovido pela Editora Positivo. O evento, dirigido a instituições de ensino confessional, vai reunir, em Curitiba, 200 gestores de 130 escolas conveniadas ao Sistema Positivo de Ensino, que respondem por um universo de 61 mil alunos. O objetivo do encontro é orientar representantes das escolas sobre os cenários econômicos e socioculturais. A programação traz palestras sobre gestão, como conciliar a missão religiosa e educadora com a viabilidade do negócio e a atuação das escolas católicas num mundo pluralista.
Entre os palestrantes convidados estão o reitor do Centro Universitário La Salle do Rio de Janeiro, Irmão Jardelino Menegat, e o teólogo e pedagogo Irmão Afonso Murad. Ambos abordam em suas palestras a importância da gestão para a longevidade de uma escola. A programação traz ainda a participação do monge Dom Bernardo Bonowitz, do Mosteiro Trapista Nossa Senhora do Novo Mundo, com uma palestra sobre o carisma da escola católica numa cultura pluralista. O monge vai celebrar também uma missa no mosteiro, em Campo do Tenente (PR). Durante o encontro, a Editora Positivo lança o livro “Escolas Católicas: Uma gestão em rede para a longevidade da obra”. Os autores, César Nunes, Padre Vilson Groh, Vanderlei Soela, Irmão Jardelino Menegat e Irmão Afonso Murad, participam de uma mesa redonda e debatem os temas levantados no livro.
A supervisora pedagógica da Editora Positivo, Raphaela Ribas Lupion Gubert, explica que o encontro vai servir para promover uma reflexão sobre o perfil e o papel das escolas cristãs no cenário atual. “Reunidos, podemos analisar o presente e refletir sobre o futuro da educação nessas instituições de ensino”, reforça Raphaela.
Programação:
04/04 - Quarta-feira
Abertura
14h15 - A gestão em rede nas escolas Católicas: Modos de efetivação em diferentes contextos com Prof. Dr. Irmão. Jardelino Menegat.
16h00 - Vida Religiosa e Gestão de Escolas. Princípios e perspectivas com Irmão Murad.
18h30 - Abertura Oficial do Encontro com Emerson Walter dos Santos, Diretor Geral da Editora Positivo.
19h - Jantar de Homenagens

05/04 - Quinta-feira
09h00 - Missa celebrada pelo Dom Bernardo Bonowitz, abade do Mosteiro Trapista Nossa Senhora do Novo Mundo, com participação dos Monges Trapistas e das Monjas Beneditinas.
10h30 - O carisma da Escola Católica numa cultura pluralista com Dom Bernardo Bonowitz, abade do Mosteiro Trapista Nossa Senhora do Novo Mundo, Campo Tenente – PR.
16h00 - Imersão pedagógica nas unidades educacionais do Grupo Positivo.

06/04 - Sexta-feira
08h00 - Produtos e Soluções da Editora Positivo com Joseph Razouk Junior, Diretor Editorial da Editora Positivo e Luiz Fernando Schibelbain, Diretor Positivo English Solution.
09h00 - Lançamento do Livro: Escolas Católicas: Uma gestão em rede para a longevidade da obra.
09h15 - Mesa redonda: Conversa com os autores.
Prof. Dr. César Nunes, Padre Vilson Groh, Prof. Dr Vanderlei Soela e Prof. Dr. Irmão Jardelino Menegat.
11h15 - Uma conversa sobre evangelização com o Padre Vilson Groh.
12h30 - Encerramento Oficial do Encontro com Acedriana Vicente Sandi, Diretora Pedagógica da Editora Positivo.

Sobre a Editora Positivo
Fundada há 39 anos, a Editora Positivo tem a missão de construir um mundo melhor por meio da educação. Tendo as boas práticas de ensino como seu DNA, a Editora especializou-se ao longo dos anos e tornou-se referência no segmento educacional, desenvolvendo livros didáticos, literatura infantil e juvenil, sistemas de ensino e dicionários. A Editora Positivo está presente em milhares de escolas públicas e particulares com os seus sistemas de ensino. Amplamente recomendados pela área pedagógica e reconhecidos pelos seus resultados, os sistemas foram criados de modo a atender a realidade de cada unidade escolar. Para a rede pública a editora disponibiliza o Sistema de Ensino Aprende Brasil. Já as escolas particulares contam com o Sistema Positivo de Ensino. Mais de 800 mil alunos utilizam os sistemas de ensino da Editora Positivo, em escolas públicas e particulares, no Brasil e no Japão.
Sobre o Sistema Positivo de Ensino
É o maior e mais tradicional sistema voltado ao ensino particular no Brasil. Com um projeto sempre atual e inovador, ele oferece às escolas particulares diversos recursos que abrangem alunos, professores, gestores e também a família do aluno com conteúdo diferenciado. Para os estudantes, são ofertadas atividades integradas entre o livro didático e plataformas educacionais que o auxiliam na aprendizagem. Os professores recebem propostas de trabalho pedagógico focadas em diversas disciplinas, enquanto os gestores recebem recursos de apoio para a administração escolar, incluindo cursos e ferramentas que abordam temas voltados às áreas de pedagogia, marketing, finanças e questões jurídicas. A família participa do processo de aprendizagem do aluno recebendo conteúdo específico, que contempla revistas e webconferências voltados à educação.

   
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Não me convidaram para esta festa
Daniel Medeiros*
A atividade econômica no Brasil é pautada pelo fomento do Estado. Ou é o Estado financiando, ou desonerando, ou isentando, ou imunizando. Da mesma forma, as relações sociais são pautadas pelo Estado, partindo da perspectiva de que os cidadãos são incapazes de conciliar seus interesses por conta própria. Ou o Estado media ou será o caos. Igualmente, o Estado financia as atividades religiosas, criando verdadeiros oásis de isenções e imunidade para templos e atividades vinculadas aos ofícios religiosos, como se o ministério de Deus só fosse possível com a mão santa do poder público (e laico!). E não esqueçamos das empresas de comunicação – jornais, revistas, tevê, editoras etc. – que, igualmente, recebem benesses do Estado para o exercício de sua atividade cidadã de informar e instruir. Também as escolas e universidades têm apoio do poder público. Da mesma forma, o chamado Sistema S (Senai, Senac, Sesi, Sesc, Sebrae, Senar) recebe auxílio do Estado.
Na verdade, a lista não tem fim. Somos uma sociedade enredada aos recursos do Estado e aparentemente incapazes de nos livrar desse engodo. Um vício de nascença. Praticamente toda iniciativa tem o dedo do Estado. Privatizações? O BNDES foi o maior “comprador”. Financiamento da cultura e artes? A Lei Rouanet troca o “apoio” da iniciativa privada por isenções. Ampliação de vagas nas faculdades, maior oportunidade de formação para os jovens pobres? O governo paga essas vagas por meio do ProUni. Mesmo assim, muitas empresas não recolhem as contribuições previdenciárias, não pagam o FGTS devido, não honram suas dívidas com juros subsidiados do BNDES ou Caixa Econômica. E o que acontece? O Refis. O governo abate até 90% das dívidas em troca de um novo acordo de pagamento.
Recentemente descobriu-se que as ONGs entraram nessa festa. Muitas delas, fortemente subsidiadas por patrocínios ou repasse de verbas, cresceram à sombra do poder público. Um verdadeiro oxímoro. Pegaram carona no que muitos institutos, fundações, associações de assistência já faziam há muito tempo. Ninguém vive sem o governo.
Diante desse cenário do que se pode chamar de capitalismo de laços, esse patrimonialismo de anfitriões e convivas às custas dos impostos diretos e (principalmente) indiretos, pagos pela imensa maioria da população, não deveriam ser de estranhar os escândalos de corrupção. Eles são a rombuda ponta do iceberg de uma cultura econômica e política na qual o desenvolvimento de qualquer atividade – com raras e honrosas exceções – acaba esbarrando na possibilidade de um enquadramento em uma lei ou portaria ou decreto ou resolução na qual é possível obter um financiamento subsidiado ou uma desoneração ou isenção ou uma renegociação da dívida. Se o presidente da ONG Afroreggae, José Junior, não consegue mais pagar as contas porque a Petrobras não financia mais o seu projeto social, ele não é exceção. Ele é apenas mais uma cara desse país descarado.

*Daniel Medeiros, doutor em Educação Histórica pela UFPR e professor do Curso Positivo.
   
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Daniel Medeiros, professor de História do Curso Positivo
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Três pianistas fazem apresentações gratuitas durante o mês de abril no Shopping Curitiba
O Menu Musical, projeto gratuito e aberto ao público, que acontece no Shopping Curitiba todas as quintas, sextas, sábados e domingos, está com nova programação.
Durante o mês de abril, embalam o Largo Curitiba (piso L2) os pianistas Ana Maria Ribeiro, Guilherme Franco e Marcelo Teixeira.
ANA MARIA RIBEIRO
Sábados e Domingos, das 13h às 15h
Ana Maria Ribeiro é formada em piano clássico pelo Conservatório Musical Santa Clara. Tornou-se especialista em música italiana devido ao trabalho realizado por muitos anos em cantinas e tratorias de São Paulo junto do seu pai, o tenor Augusto Ribeiro.
GUILHERME FRANCO
Quintas e Sextas, das 19h às 21h
Guilherme Franco é formado em Piano pela EMBAP e licenciado em Música pela UFPR. Fez especialização na Escola de Jazz Luis Villas Boas em Lisboa, Portugal. Atualmente em carreira solo, suas apresentações têm repertório variado que vai do jazz à MPB.
MARCELO TEIXEIRA
Sábados, das 19h às 21h 
Marcelo Teixeira é músico, pesquisador, arranjador e educador. Toca jazz, choro e blues. Participou de diversos festivais com grandes nomes da música brasileira e internacional e, atualmente, além de suas atividades didáticas, tem integrado grupos ligados principalmente à música instrumental.

Serviço
Menu Musical
Quando: mês de  abril, de quinta a domingo
Quanto: gratuito
Aberto ao público
Onde: Largo Curitiba (piso L2)

Shopping Curitiba
Rua Brigadeiro Franco, 2.300.
Curitiba (PR)
(41) 3026-1000 | www.shoppingcuritiba.com.br
@ShoppingCtba | www.facebook.com/ShoppingCuritiba

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Campanha que estimula hábito de poupar retorna em 2018
3ª edição da Poupança Premiada do Sicredi sorteia R$ 1,5 milhão em prêmios; queda da Selic para 6,5% ao ano torna o investimento ainda mais atrativo
Em meio aos últimos anos de crise econômica e recessão, 2017 representou um ano de retomada, mesmo que tímida, para o Brasil. De acordo com o Banco Central, a poupança fechou o ano com a maior soma de dinheiro para aplicação de todos os tempos: R$ 724,6 bilhões.
Em março, os poupadores receberam outra boa notícia: a taxa básica de juros conhecida como Selic, caiu para 6,5% ao ano e deixou a poupança ainda mais atrativa para os investidores. “Hoje a poupança é o investimento mais tradicional do País, pois é vista como uma forma simples, prática e de baixo risco para investir, além de não ter taxas e não incidir imposto de renda, nem IOF”, analisa a gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Adriana Zandoná. “Com a Selic a 6,5% ao ano, a poupança se torna mais rentável que muitos fundos de investimentos de renda fixa, principalmente os que possuem taxa de administração elevada. Essas taxas “comem” parte da rentabilidade do valor investido. Como a poupança não possui estes custos, nem Imposto de Renda, torna-se mais vantajosa para o poupador”, completa Adriana.
Aproveitando o bom momento do mercado e o sucesso de captação dos anos anteriores, o Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 3,7 milhões de associados em todo o País, acaba de lançar a 3ª edição da campanha de incentivo “Poupança Premiada”.
A iniciativa, que é promovida pelo Sicredi nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, busca reforçar o conceito de educação financeira e incentivar associados e poupadores em geral a guardar recursos para conquistar objetivos. Entre os meses de abril e dezembro serão distribuídos R$ 1,5 milhão em prêmios, sendo 10 sorteios semanais de R$ 2 mil, um sorteio mensal no valor de R$ 50 mil, dois sorteios de R$ 100 mil e um sorteio final que premiará um associado Sicredi com meio milhão de Reais. Em dezembro, durante a reta final da campanha, as chances de ganhar serão dobradas, com 20 sorteios semanais de R$ 2 mil, além do grande sorteio.
Apenas em 2017, nas cooperativas Sicredi dos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, o incremento líquido da poupança motivado pela campanha foi de R$ 766 milhões, um aumento de 54,7% se comparado ao ano anterior. Para Adriana Zandoná França, a campanha é uma excelente forma de promover um aspecto que historicamente não faz parte do brasileiro: a consciência financeira.
Como participar
A cada R$ 100,00 aplicados na poupança Sicredi, é gerado automaticamente um número da sorte para concorrer aos sorteios que acontecem pela Loteria Federal. Basta acessar o site: www.sicredi.com.br/eupouposim e verificar os números. Ao fazer uma poupança programada, o poupador recebe números em dobro para participar. Quanto mais depositar, mais chances de ganhar. Podem participar pessoas físicas e jurídicas nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, associados ou não. Os sorteios serão realizados todas as segundas-feiras (a partir de 15/04) e os ganhadores divulgados em até cinco dias úteis.
O interessante da ação é o diferencial cooperativo, já que o recurso da poupança Sicredi beneficia as regiões em que é captado, resultando em mais desenvolvimento local por meio de concessão de crédito. Quanto mais associados poupam, mais associados podem ter acesso à linhas de crédito, gerando um ciclo virtuoso nas comunidades onde o Sicredi está presente.
Para saber mais sobre o programa Poupança Premiada, datas de sorteios e vencedores, acesse: www.sicredi.com.br/eupouposim ou procure uma das 547 agências do Sicredi nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro.

Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados*, com mais de 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.   
*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. 

Uninter lança curso sobre ciências da religião
Lançado pela Uninter, curso tem como objetivo o estudo da fé e da razão de distintas culturas e povos
O perfil religioso dos brasileiros está mudando. De acordo com pesquisa do Datafolha, a porcentagem de católicos caiu de 63% para 50%, os evangélicos subiram de 24% para 29%, os sem religião de 6% para 14% e as outras denominações ficaram em 7%, no período de 2010 a 2016. Os estudos mostram que o país segue o caminho da pluralidade religiosa, um exemplo disso é o surgimento de uma nova categoria, a dos evangélicos não praticantes.
Para ampliar os estudos na área, o Centro Universitário Internacional Uninter lança o curso de Licenciatura em Ciência da Religião, que propõe uma abordagem multidisciplinar do tema. “Preocupamos-nos com fatos, queremos entender como as manifestações de fé acontecem. Do centro de umbanda à igreja batista. Este curso é a contribuição da Uninter para a construção de uma nova sociedade, de aceitação do outro”, explica Marli Turetti, coordenadora do novo curso.
Os futuros cientistas da religião poderão trabalhar como pesquisadores e dar aulas. O curso também é indicado para profissionais como psicólogos, teólogos e filósofos que querem complementar sua formação.
Segundo a coordenadora, ao contrário das igrejas que tratam do assunto com base na teologia, as ciências ajudam a compreender esse aspecto de uma forma generalizada e com a ajuda da Sociologia, Filosofia e Fenomenologia.
O evento de lançamento é aberto ao público e acontece no dia 20 de abril, das 14h às 19h, no campus Garcez. Mais Informações: uninter.com ou 0800 702 0500.
Serviço
Lançamento do curso de Licenciatura em Ciência da Religião.
Quando: dia 20 de abril, das 14h às 19h.
Aberto ao público e gratuito.
Onde: campus Garcez, Rua Luiz Xavier, 107 – Centro; 7º andar.


Programa Jovem Social forma 20 mini chefs
O Programa Jovem Social, realizado pelo Chef Consultor da Alegra Foods, Maurício Dobis, teve início em outubro de 2017 e foi concluído no último mês. A ação selecionou 20 alunos, dentre 200 inscritos, para participar de um curso de gastronomia. O objetivo do curso, realizado com apoio da Alegra Foods, foi a inclusão social, pois todos os participantes eram jovens de baixa renda. 
 
 
   
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Programa Jovem Social, realizado pelo Chef Consultor da Alegra Foods, formou 20 jovens em curso de gastronomia
Comunicação Alegra Foods
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