segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Uninter capacita colaboradores de empresas da Cidade Industrial de Curitiba
Em outubro, os professores do Centro Universitário Internacional Uninter ministram seis palestras na AECIC - Associação das Empresas da Cidade Industrial de Curitiba. Desde agosto as instituições se uniram para capacitar os colaboradores locais e dessa vez os temas abordados são: Educação Corporativa, Indústria 4.0, Neurogestão Organizacional, Gestão de Resíduos Industriais, Compliance e Governança Corporativa, e Direito Trabalhista.
“Os assuntos escolhidos foram direcionados para os mais diversos públicos, de diretores a funcionários de diferentes áreas”, explica Joselmo Rezende, idealizador do projeto UNINTERATIVA, Programa de Relacionamento da Uninter com o Mercado que visa compartilhar conhecimento e inovação com empresas e escolas parceiras da instituição.  
As palestras acontecem durante todas as semanas de outubro, e continuam em novembro. Mais informações no telefone 41 3347-1011.
Ciclo de Palestras AECIC
02/10 Indústria 4.0 com palestra de Gabriel Vergara;
09/10 Neurogestão Organizacional com palestra de Fábio Eduardo da Silva;
16/10 Gestão de Resíduos Industriais com palestra de Sandra Maria Lopes de Souza;
23/10 Compliance e Governança Corporativa com palestra de Neide Borscheid Mayer;
25/10 Educação Corporativa com palestra de Cláudia Patricia Garcia Pampolini;
30/10 Direito Trabalhista com palestra de Silvano Alves de Alcântara;
Endereço: Rua Manoel Valdomiro de Macedo, 2.445 – Cidade Industrial
Confirmações de presença: aecic@aecic.org.br ou pelo telefone 41 3347-1011
MAIS INFORMAÇÕES
Lorena Oliva Ramos



Clube Curitibano prova que tradição
de debutar segue viva com baile lotado

O Baile de Debutantes de 2018 do Clube Curitibano, realizado no último sábado, 29, lotou o Salão Rubens Arles Bettega, que estava especialmente decorado para a noite de gala, com muitas flores e cores vivas. A festa teve como ponto alto o tradicional desfile das debutantes, logo após um breve discurso do presidente Renato Ramalho, e também muita animação e descontração, com a presença de DJs, que colocaram pais, amigos, debutantes e convidados para dançar até o amanhecer de domingo. Neste ano 81 jovens associadas do Clube Curitibano participaram do baile de debutantes, comprovando que a tradição da festa segue viva.


Crédito: Cintya Hein

Legendas:

0220 - O presidente  Renato Ramalho e a primeira-dama Laura Fagundes Ramalho com o casal de associados Sabine e Sérgio Vieira

0349 - Maria Eduarda Cereza, com Lara Carreira, mãe da debutante Lívia, Patrícia Cereza e Laura Souza 

0354 - Rossana Franke de Oliveira e o marido Rodrigo Brown de Oliveira, que viram a filha Pietra debutar 

0465 - As debutantes, com o casal presidencial Renato Ramalho e Laura Fagundes Ramalho, no palco montado para eles

0467 - A valsa das debutantes

0906 - Jander Mesquita e a esposa Elene Mesquita, com o filho Felipe e a filha debutante, Gabrielle Mesquita 


LEONARDO BESSA
Assessor de Imprensa - Bessa Comunicação
instagram@leobessa18

Aniversário e rolha livre no Nou Nikkei Cuisine 

Nada melhor do que comemorar o aniversário com quem amamos e ainda ganhar presente. É exatamente isso que acontece no Nou Nikkei. O aniversariante que optar por passar o seu dia no restaurante e fizer reserva antecipada, terá um delicioso Welcome Drink para ele e seus convidados brindarem em grande estilo. A casa oferece ainda uma sobremesa cortesia para deixar a festa ainda mais completa. 

Outro diferencial do Nou Nikkei tem sido as noites com rolha livre. De terça a quinta-feira a casa não cobra rolha dos clientes que quiserem levar seu vinho favorito. Já nas sextas e sábados, é cobrada uma taxa de R$ 50,00. Motivos não faltarão para as comemorações no Nou Nikkei. 

Sobre o Nou

            Há dois anos quando o Nou Nikkei Cuisine chegou a Curitiba, trouxe um novo conceito para a gastronomia local. Junto com o empreendimento, veio a história e tradição de duas culturas milenares a japonesa e a peruana. Trata-se de uma cozinha de fusão onde a cada dia mais encanta a todos com suas cores aromas e sabores. 

            O Nou Nikkei aposta nos segredos, cortes e técnicas do oriente com os delicados ingredientes e aromas peruanos. “É surpreendente trabalhar com essa culinária e trazer diariamente a tradição sem deixar a modernidade de lado. Uma cozinha de fusão moderna, sofisticada, com infinitas possibilidades e que aposta na explosão dos sabores para encantar os clientes mais exigentes”, explica Luiz Henrique Demattê de Araujo, sócio da casa.

            A proposta do restaurante se baseia em reproduzir essa fusão com todo o requinte, experiência e sabor que ela merece, e assim oferecer aos clientes o equilíbrio desta alquimia gastronômica. À frente do empreendimento estão os amigos e sócios Luiz Henrique Demattê de Araujo e Lucas Filipe de Freitas. 

             A cozinha recebe a supervisão e consultoria do renomado chefe Carlos Alata, o Amaru, renomado chef que passou por diversas cozinhas do mundo. Ele apenas vem somar e trazer ainda mais requinte ao restaurante que há dois anos se destaca na gastronomia curitibana. O Nou Nikkei oferece um cardápio muito especial onde receitas tradicionais e inusitadas se mesclam e criam a excelência que faz muito sucesso entre os paladares mais exigentes.

            Outra novidade é que agora o Nou Nikkei além de abrir de terça a sábado para o jantar também esta oferecendo almoço de sexta a domingo. "Estamos muito felizes com o resultado do trabalho nesses dois anos. Estamos preparando novas mudanças para surpreender ainda mais nossos clientes", conta orgulhoso o sócio Lucas. 

Serviço:
Batel Soho
Horário: 
Terça a quinta das 19h às 23h30. 
Sexta e sábado: das 12h às 15h e das 19h à 0h30. 
Domingos das 12h às 16h.

Abertos nos feriados

Vallet no local

Informações à imprensa: 
Rafaela Salomon Comunicação



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Colégio Positivo Internacional conquista IB Diploma Programme
Considerada a mais reconhecida do mundo, certificação internacional permite que estudantes do Ensino Médio pleiteiem vagas em universidades nos Estados Unidos e Europa
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O Colégio Positivo Internacional, de Curitiba (PR), acaba de conquistar o IB Diploma Programme (Programa Internacional de Bacharelado Internacional) - dois anos após ingressar com o requerimento na instituição suíça. Na prática, a certificação é uma garantia de qualidade acadêmica para os estudantes que concluem o Ensino Médio do Colégio Positivo Internacional e buscam ingressar nas universidades mais conceituadas do mundo, seja na Europa ou nos Estados Unidos.“O IB é o programa educativo pré-universitário mais reconhecido do mundo, rigoroso e recompensador”, explica Pedro Daniel Oliveira, diretor do Colégio Positivo Internacional.
A certificação coloca o Colégio Positivo Internacional entre as cerca de 4,7 mil instituições de ensino de 140 países do globo aptas a ensinar segundo as premissas da instituição. No Brasil, existem 35 escolas que oferecem o programa, mas somente 25 voltadas ao Ensino Médio, com a possibilidade de abrir portas das universidades mundo afora. “Em sua busca por excelência, o Colégio Positivo viu um programa também de excelência, visando o processo de internacionalização e o benefício de seus estudantes”, afirma Oliveira.
Abrindo portas no exterior
O Programa Internacional de Bacharelado Internacional é um currículo educacional de dois anos, destinados a jovens entre 16 e 19 anos. Desenvolvido na década de 1960 em Genebra, na Suíça, por um grupo de educadores internacionais, é um programa pré-universitário que oferece uma qualificação aceita em universidades do mundo todo.
Como o processo de ingresso em instituições de ensino superior estrangeiras não segue necessariamente o modelo brasileiro, baseado no vestibular, a certificação é uma garantia de qualidade no ensino básico ofertado para o estudante, especialmente em processos seletivos que tem como base a avaliação do currículo acadêmico.
O que muda para os estudantes?
O Ensino Médio continua dividido em três anos. Entretanto, a primeira série é uma preparação para o IB Diploma Programme, sendo que o programa propriamente dito acontece na segunda e na terceira séries. O ensino é dividido em seis disciplinas: (1) a Língua-mãe, com Português (Linguagem e Literatura); (2) a Língua de Aquisição, com Inglês; (3) Indivíduos e Sociedades, com História standard ou higher level, (4) Ciências Experimentais, que contempla Biologia standard ou higher level e Química; (5) Matemática e (6) Artes Visuais.
Nesse escopo, os estudantes selecionam três disciplinas em um nível padrão e três em um nível avançado, de acordo com a sua aptidão e desejo futuro. Há outras três disciplinas obrigatórias: Teoria do Conhecimento (que foca na construção de argumentos), Redação Estendida (um projeto de pesquisa independente) e Criatividade, Atividade e Serviço (engloba projetos de serviços comunitários). 
Ao concluir os dois anos, o estudante é submetido a um teste: nas modalidades padrão, são duas provas; nas avançadas, há uma terceira avaliação. “Nós apenas recebemos a prova, aplicamos e encaminhamos para a avaliação do IB”, afirma o diretor do Colégio Positivo Internacional. Na análise, cada uma das seis disciplinas vale sete pontos, totalizando 42. Além disso, há outros três pontos extras que podem ser conquistados com as obrigatórias. Para receber o diploma, o estudante precisa atingir no mínimo 24 pontos de 45 possíveis. Quanto maior o score, maiores as chances de obter uma vaga em uma universidade internacional.
A conquista pelo Colégio Positivo Internacional
O processo de certificação teve início em outubro de 2016. Inicialmente, o IB Diploma Programme avalia se a instituição está apta a integrar o programa, levando em conta a sua estrutura, capacidade dos professores, entre outros aspectos. Na sequência, a escola passa a ser considerada uma autorizada e recebe, por quatro meses, o acompanhamento de um consultor internacional. Periodicamente, auditores da instituição suíça fazem visitas para acompanhar o andamento das mudanças e necessidades sugeridas pelo consultor.
A partir disso, a escola precisa fazer uma série de padronizações e adequações, baseadas em cinco eixos principais: avaliação, honestidade acadêmica, linguagem, admissão e inclusão. “A instituição precisa capacitar seus profissionais e se adequar conforme os padrões e práticas do IB. Cada escola se adequa conforme a sua realidade, que leva em conta o contexto social e econômico, o local onde está implantada, a metodologia de ensino e a matriz curricular do país”, diz Oliveira.
O diretor ressalta que a instituição se enquadra no status de Escola Internacional e não apenas bilíngue. “O Ensino Internacional é reconhecido mundialmente, por meio de um programa oficial externo ao país em que se está vivendo, com um aporte multicultural e linguístico”, explica Oliveira.

Sobre o Colégio Positivo
O Colégio Positivo compreende cinco unidades na cidade de Curitiba, nas quais nasceu e se desenvolveu o modelo de ensino levado a todo o país e ao exterior. O Colégio Positivo Júnior, o Colégio Positivo – Jardim Ambiental, o Colégio Positivo –  Ângelo Sampaio, o Colégio Positivo Hauer e o Colégio Positivo Internacional atendem alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio, sempre combinando tecnologia aplicada à educação, material didático atualizado e professores qualificados, com o compromisso de formar cidadãos conscientes e solidários. Os alunos têm à sua disposição atividades complementares esportivas e culturais, incentivo ao empreendedorismo e aulas de Língua Inglesa diferenciadas, além de aprendizado internacional na unidade que leva essa proposta em seu nome. Em 2016, foram incorporadas ao Grupo duas novas unidades do Colégio Positivo Joinville, em Santa Catarina, em 2017, a unidade do Colégio Positivo – Santa Maria, em Londrina (PR) e, em 2018, duas unidades em Ponta Grossa (PR), Colégio Girassol e Colégio Positivo Master.

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Colégio Positivo Internacional
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Certificação abre portas aos estudantes do Ensino Médio em universidades nos Estados Unidos e Europa
divulgação / Central Press
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Brasil possui maior índice de aprovação em transplantes de órgãos
País, que prevê quebra de recordes em números de procedimentos ainda em 2018, estará representado em evento nos Estados Unidos
No primeiro semestre de 2018, o Brasil registrou um aumento de 7% no número de doadores de órgãos, de acordo com a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO). Apesar de a fila ainda ser grande, chegando a quase 33 mil pacientes, o Ministério da Saúde espera que sejam realizados mais de 26 mil transplantes de órgãos e tecidos até o final deste ano. Entre os mais comuns estão os de coração, fígado, pâncreas, pulmões e rins. Além desses, tecidos como medula óssea, córneas, valvas cardíacas e vasos sanguíneos também podem ser transplantados.
Considerado o segundo país com maior número de transplantes realizados, atrás apenas dos Estados Unidos, segundo informações do Registro Brasileiro de Transplantes (RBT), da ABTO, o Brasil possui o maior índice de aprovação de doações e é considerado referência mundial em transplantes. A lista de espera para o procedimento é organizada de acordo com a gravidade do caso e a escolha dos receptores são feitas, preferencialmente, de forma regional. "A compatibilidade entre doador e receptor é o maior desafio do transplante. No pós-transplante medicamentos imunossupressores ajudam a adequar o sistema imunológico contra a rejeição  de um órgão ou medula", explica o gerente de laboratório da Biometrix Diagnóstica, Marcelo Mion, que atende todos os laboratórios de histocompatibilidade e imunogenética do Brasil. “Quanto maior a compatibilidade HLA menor o índice de rejeição. Com os exames buscamos a máxima compatibilidade entre doador e receptor”, enfatiza Mion.
Exames moleculares de histocompatibilidade  permitem a identificação e comprovação da compatibilidade e são considerados de altíssima precisão e com resultados rápidos. Mion explica que, primeiro, o paciente passa pela classificação genética e, logo depois, são iniciadas as buscas por um doador da própria família. No caso de órgãos sólidos, existe a probabilidade de doador falecido ou em medula óssea a busca de doador através do REDOME ou bancos internacionais. “Por último, é feito o exame de prova cruzada. Pode-se dizer que ele simula um transplante in vitro", diz o gerente. Quando a prova cruzada apresenta resultado positivo, significa que o risco de rejeição após o transplante é maior. 
Assunto é tema de congresso
Em outubro, cerca de mil profissionais da área de saúde participarão da reunião anual promovida pela American Society for Histocompatibility & Immunogenetics, em Baltimore, no estado de Maryland, Estados Unidos. Entre eles, o CEO, Hallison Almeida, o gerente do laboratório, Marcelo Mion, e a assessora de desenvolvimento de produto, Thereza Carvalho, da Biometrix Diagnóstica. Serão cinco dias de evento, de 1º a 5 de outubro, com palestras, workshops e atualizações sobre histocompatibilidade, imunogenética e imunologia de transplantes. 

Biometrix Diagnóstica
Líder no mercado de atuação, a Biometrix Diagnóstica está há mais de 25 anos desenvolvendo soluções voltadas ao diagnóstico molecular. Localizada em Curitiba (PR), busca tornar as análises médicas mais rápidas e precisas, e, para isso, conta com tecnologia de ponta para atender as demandas de diagnóstico molecular, genético e automação. www.biometrix.com.br
   
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Exames moleculares de histocompatibilidade permitem a identificação e comprovação da compatibilidade
Créditos: divulgação
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Dia mundial do vegetarianismo: estabelecimentos são desafiados a criarem cardápios diferenciados
Para atender demanda, hotéis também ampliam opções de pratos sem o uso de ingredientes de origem animal
A busca por uma alimentação saudável, potencializada pela preocupação com o meio ambiente e com a exploração animal, tem levado várias pessoas a optar por formas de eliminar carnes e derivados do cardápio. No Brasil, 14% da população acima de 16 anos se declara como vegetariana, segundo pesquisa realizada em 2018 pelo Ibope Inteligência. O fato de mais de 28 milhões de brasileiros terem optado por esse tipo de alimentação estabeleceu um novo desafio para restaurantes, bares e até panificadoras, que tiveram que começar a se preocupar com as opções de cardápio, divulgando com mais clareza os ingredientes utilizados nos produtos disponíveis.
Os hotéis, locais que recebem hóspedes com perfis variados, também tiveram que se adaptar: segundo a nutricionista responsável pelo cardápio saudável do Marriott São Paulo Airport, Glenda Cristina de Souza, o hotel verificou nos últimos anos um aumento na procura por pratos que não levam carne. “Nós já tínhamos algumas opções, mas, com a demanda cada vez maior, desenvolvemos desde sanduíches a pratos principais sem carne”, relata. Ela revela ainda que a preocupação não é somente com opções vegetarianas, mas também com a origem dos alimentos: “Normalmente, quem opta por excluir alimentos de origem animal também está mais preocupado com a saúde. Por isso, trabalhamos com frutas, verduras e legumes frescos, dando preferência aos alimentos orgânicos e sem agrotóxicos”, complementa.
Dentre as escolhas disponíveis, o hotel destaca o sanduíche vegetariano, composto por pão integral, berinjela, abobrinha grelhada e tomate; o palmito grelhado com aspargos frescos ao molho Holandês; e o risoto de legumes com queijo brie. “Como também temos clientes veganos, que são aqueles que não consomem nenhum derivado de origem animal, adaptamos cada um dos pratos disponíveis conforme a necessidade, retirando itens como queijo e manteiga, por exemplo. Esse cuidado também é tomado com hóspedes com restrições alimentares, como intolerância à lactose e ao glúten”, finaliza Glenda.
Cuidados para tornar-se vegetariano
Simplesmente eliminar do cardápio itens oriundos de animais faz com que a pessoa se torne vegetariana, mas isso não é sinônimo de saúde. A carne vermelha, por exemplo, é uma importante fonte de proteína e de um tipo de ferro de fácil absorção pelo corpo humano (o ferro de origem vegetal demanda certos cuidados para melhor assimilação), e, para garantir a mesma quantidade de nutrientes, é necessário substituir. “Muitas pessoas trocam a carne por carboidratos, o que pode levar a um aumento de peso e também à deficiência de ferro e vitamina B12,”, exemplifica a nutricionista.
O vegetarianismo pode ser seguido de diversas maneiras. Hoje, há três tipos que são considerados os mais comuns: ovolactovegetarianismo, lactovegetarianismo e veganismo. O primeiro corresponde à eliminação de qualquer tipo de carne, mas ovos e leite permanecem. “Muitas pessoas começam com a retirada de carnes vermelhas, evoluindo para a exclusão de carnes brancas e frutos do mar. Várias optam por esse tipo de alimentação, que permite o consumo de itens como manteiga, leite e queijos, além de ser uma dieta mais fácil de ser seguida”, comenta Glenda.
Lactovegetarianismo também é outra forma comum, na qual leites e seus derivados fazem parte do cardápio, mas ovos são eliminados. E, ainda, há o veganismo que, além de abolir o consumo de alimentos de origem animal, prega pelo fim da exploração animal. Sobre o assunto, a nutricionista do Marriott São Paulo Airport comenta: “É possível se alimentar bem somente com alimentos de origem vegetal. Mas vale destacar que o acompanhamento de um especialista é essencial para que haja o equilíbrio dos nutrientes essenciais, assim como complementação, caso necessário”.
O HOTEL
O Marriott São Paulo Airport foi o primeiro hotel de luxo a se instalar nas proximidades do Aeroporto Internacional de Guarulhos e o primeiro franqueado da Marriott International na América Latina. O empreendimento da Rede de Hotéis Deville possui infraestrutura completa, com centro de convenções, restaurantes, quadra de tênis, academia e piscina. Para mais informações e reservas: (11) 2468 6999 ou http://www.marriott.com.br/hotels/travel/saoap-sao-paulo-airport-marriott-hotel/
   
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No Brasil, 14% da população acima de 16 anos se declara como vegetariana
Créditos: divulgação
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Verdade, fake news e escola
Daniel Medeiros*
Em uma sala de aula, o professor propõe a seguinte dinâmica: "Você lê ou ouve sobre um suposto envolvimento de um professor da sua escola com algo criminoso, bem grave. Um caso de pedofilia, por exemplo. Por acaso, trata-se de um professor rigoroso que vive cobrando atitudes corretas de vocês. Você conta o que leu ou ouviu para alguém? E, então, digamos que naquela semana, durante a aula desse professor, o diretor o chama e o professor deixa a sala bastante agitado. Você explica para alguém o que você supõe ser o motivo do que está acontecendo? E, por fim: imagine que, no grupo do WhatsApp, alguém comenta que sabe algo muito sério sobre o professor. Você diria algo sobre o que você também supostamente sabe sobre ele?" Se você pensou em responder sim para qualquer uma dessas perguntas, parabéns! Você é um divulgador de falsas notícias, as famosas fake news.
Fake news é o ato de divulgar ou compartilhar notícias sem fonte adequada e que acarreta, conscientemente ou não, um dano para alguém. Ou seja, o ato de repassar uma notícia sem verificar sua procedência é o que caracteriza o fenômeno. Se ninguém comentasse, divulgasse ou compartilhasse notícia sem antes ter o cuidado de verificar sua origem, as postagens não seriam fonte de nenhuma confusão. São, portanto, as pessoas - e não as notícias falsas - o problema. Boatos, fofocas, fuxicos, diz-que-me-disse, tudo isso é tão antigo como a própria humanidade. Deve ter surgido com a linguagem, já que as palavras não são tão boas para descrever situações - e, por isso, é sempre necessária alguma interpretação, o que se sempre possibilita algum grau de distorção. 
Então, o que há de diferente? A velocidade e a abrangência que esses boatos alcançam. Segundo pesquisa feita pelo MIT e publicada no dia 8 de março de 2018 na revista Science, uma notícia falsa é capaz de atingir até 100 mil pessoas. Assustador, não? E quem são os divulgadores dessas notícias? Qualquer um que busque notoriedade, diversão ou claramente prejudicar outra pessoa. Aliás, já há um sofisticado aparato para disparar notícias falsas. São os robôs que criam perfis falsos e publicam, compartilham, alimentando a ilusão de que a notícia é verdadeira, afinal “está todo mundo comentando”. Mas não são os robôs os principais vilões. São os jovens. E, particularmente, os jovens com poucos amigos e poucas “curtidas”. Eles são os principais disseminadores de notícias falsas. Para eles, a verdade é quase uma desconhecida.
O filósofo Platão já falava sobre a dificuldade de conhecer verdadeiramente. É preciso livrar-se das amarras das ilusões, das sombras do senso comum, da comodidade, da preguiça em se esforçar para saber de onde vem a notícia. Mesmo para quem tem esse empenho, não é fácil distinguir uma notícia falsa de uma verdadeira. E, depois de muito trabalho, quando consegue, a dificuldade passa a ser convencer os outros a seguirem o mesmo caminho. Descartes, outro filósofo obcecado pela verdade, submetia  tudo o que conhecia a uma dúvida metódica. Se não fosse claro e distinto, deixa pra lá, melhor não confiar nisso. O rigor é o caminho do conhecimento, lembrava o pensador francês do século XVII. A lição é fácil de saber. Só falta aprender.
O lugar no qual ainda é possível construir esse dia a dia de cuidado com a verdade e produzir um ambiente livre de fake news é a escola. Para isso, é preciso agir com método e persistência. Não pode ser uma atividade ou outra, mas uma prática cotidiana, liderada pelos adultos. Não bastam os professores, mas todos os que convivem no mundo escolar. Tem de ser uma postura e não uma moda. Um hábito e não um esforço passageiro. O risco é a perda das referências que nos fizeram, bem ou mal, chegarmos aqui. E sem referências confiáveis, a verdade passa a ser a do mais forte ou do mais esperto. E então, aí sim, estaremos verdadeiramente perdidos.

*Daniel Medeiros é doutor em Educação Histórica pela UFPR e professor no Curso Positivo.
   
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Daniel Medeiros, professor de História do Curso Positivo
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