terça-feira, 6 de outubro de 2020


 Shopping Estação cria vitrine virtual com sugestão de presentes para o Dia das Crianças

Relação tem diversas opções de brinquedos, acessórios, roupas, perfumaria e guloseimas

O Dia das Crianças, 12 de outubro, está chegando e a busca pelo presente ideal para os pequenos às vezes não é uma tarefa fácil. Para ajudar nessa missão o Shopping Estação preparou uma vitrine virtual com diversas sugestões de presentes.

Nela é possível encontrar: brinquedos, como a Nerf Surgefire na Bumerang por R$ 159,99 e a pelúcia de dinossauro da Daiso, por R$ 45,99; diversos modelos de brincos por R$29,00 na Prata Fina, pulseira de prata na Prata & Arte por R$60,00, e colar de ouro 18k na Big Bem por R$1.310,00; várias opções de kits de higiene pessoal e perfumaria da L'Occitane au Brésil e do O Boticário, variando de R$55,90 a R$147,90; roupas como as meias criativas da Joker Socks por R$39,90 e as camisetas da Piticas a partir de R$24,90; e as guloseimas ficam por conta de lojas como a Royal Trudel, Nutty Bavarian, Kopenhagen e George’s.

A vitrine virtual completa está disponível no site shopping (https://diadascriancas.shoppingestacao.com.br/). Lá o cliente também encontrará o contato das lojas para fazer consulta de valores e a disponibilidade de outros produtos.  Além da compra presencial, o Shopping também oferece outras duas modalidades. O locker, que consiste em um armário com senhas e evita o contato físico, e o drive-thru, no qual o cliente compra e agenda o melhor horário para retirada do produto sem sair do carro.

Shopping Estação

Av. Sete de Setembro, 2.775, Rebouças - Curitiba (PR)

(41) 3094-5300

www.shoppingestacao.com.br

@shoppingestacao |www.facebook.com/ShoppingEstacao




 Mais1 inaugura 9ª unidade em Curitiba

A principal rede de cafés “to go” do Brasil escolheu a Av. Marechal Deodoro, no Centro da cidade, para sediar sua nona unidade na capital paranaense

 

CURITIBA, 05/10/2020 – Nesta sexta-feira, dia 09 de outubro, Curitiba vai ganhar mais uma unidade da maior rede de café “to go” do Brasil: a Mais1 – Café. Assim como todas as franquias da marca, a nova loja vai disponibilizar copos especiais para que os clientes consumam a bebida na rua ou levem para qualquer lugar, no melhor estilo “to go”. A nona unidade da marca na capital paranaense vai funcionar na Avenida Marechal Deodoro, no Centro da cidade.

 

“A Mais1 – Café encanta pela tendência de praticidade que nossas bebidas oferecem, todas desenvolvidas com matérias-primas de excelência e preços acessíveis”, conta Vinicius Delatorre, sócio fundador e diretor operacional da Mais1 – Café. “Estamos crescendo de forma bastante audaciosa pelo território nacional, com diversas inaugurações previstas para os próximos meses, em todas as cinco regiões do país, mas não podemos esquecer nossa cidade de origem: Curitiba”, complementa ele.

 

Com cardápio enxuto – cinco opções de drinks frios com café, três de drinks quentes, duas bebidas quentes sem café e três cafés quentes, além de uma pequena variedade de salgados, doces e cafés moídos –, a empresa selecionou um café produzido na região da Alta Mogiana, em Minas Gerais, com processo de secagem natural, notas de chocolate, encorpado e levemente cítrico. O café utilizado pela rede é produzido pela fazenda ganhadora do prêmio de melhor café do Brasil em 2019.

 

Além das novidades recentes na capital paranaense, nos próximos meses a Mais1 – Café abrirá as portas, também, em cidades como São Paulo (SP), Belo Horizonto (MG), Rio de Janeiro (RJ), Fortaleza (CE), Teresina (PI), Porto Alegre (RS) e Florianópolis (SC).

 

A nova unidade da Mais1 – Café em Curitiba vai funcionar, a partir do dia 09 de outubro, na Av. Marechal Deodoro (nº 303), no Centro. Mais informações no site www.mais1cafe.com ou no perfil oficial da rede no Instagram (@mais1.cafe).

 

 

PSD

Educação requer diálogo para transformar a realidade

Antonio Artequilino da Silva Neto*

Quando falamos ou escrevemos, deixamos marcas de nossa subjetividade e compartilhamos com as pessoas a nossa forma de compreender a realidade da qual fazemos parte. Assim, nossas concepções de ser humano, de sociedade e de mundo são reveladas de maneira mais intensa quando atuamos como operadores do conhecimento. Por exemplo, quando um professor ministra uma aula ou mesmo quando um consultor pedagógico profere uma palestra, acontece não apenas uma manifestação física do seu potencial vocal, mas principalmente a manifestação de culturas, ideologias, subjetividades e intencionalidades provenientes do seu universo simbólico.

No entanto, como pode o enunciador, a partir do seu universo simbólico, envolver seus interlocutores e estabelecer um diálogo respeitoso, pleno e profícuo? O que é necessário considerar na inclusão daqueles que possuem uma visão diferente e que podem até mesmo assumir um posicionamento contrário ao que defendemos? Muitos partem de supostas “verdades” construídas no interior do seu círculo pessoal de vida e as defendem como sendo suas crenças e práticas. 

Ora, como saber se o interlocutor gostaria de ouvir ou ler conteúdos que se distanciam ou não de sua vivência cotidiana para descobrir novas possibilidades de compreensão da vida tendo como propósito a busca incessante de mudanças para melhorar o seu núcleo familiar, sua formação acadêmica ou seu desempenho profissional?

A resposta é simples: precisamos dialogar permanentemente com todos os nossos interlocutores, sem exceção. A fala, a voz, o discurso, a palavra pronunciada ou escrita são elementos comunicacionais que aproximam as pessoas e as envolvem no rico processo da sociabilidade e da interação humana, favorecendo o processo de transformação da realidade.

Quando trabalhamos na formação de professores, realizamos trabalhos de consultoria ou nos dedicamos a qualquer outra atividade que requeira a interação com outros, podemos compreender que a fala de cada pessoa revela o seu modo de vida, as suas aspirações e os aspectos importantes de sua realidade social.

Portanto, vale lembrar o legado de Mikhail Bakhtin, que foi considerado por muitos como sendo o filósofo do diálogo, para quem a linguagem é vida, está no trabalho e na prática social, constituindo-se como interação, como efeito de sentidos entre interlocutores que se encontram e confrontam por meio do signo linguístico, no processo discursivo e no jogo das interações sociais. Ele defendia a linguagem como um constante processo de interação mediado pelo diálogo – e não apenas como um sistema autônomo.

Pois bem, aprendi com Bakhtin que, quando assumimos uma postura dialógica, os atos de ensinar, aprender e empregar a linguagem passam necessariamente pelo respeito às diferenças de cada ser humano, o qual utiliza o conhecimento de enunciados anteriores para formular suas falas e redigir seus textos. Além disso, um enunciado sempre é modulado pelo falante para o contexto social, histórico, cultural e ideológico.

Enfim, como pode o diálogo contribuir com a transformação da realidade, principalmente quando lidamos com processos educacionais? A partir do entendimento de que a história não é apenas uma série de fatos passados. Ela está em contínua construção e acontece num mundo que está em constante movimento, mediado pela essencialidade da Educação, que se dá pela construção dos saberes e práticas e que requer, sobretudo, o diálogo como instrumento vivo que medeia a ação das pessoas no presente, tendo como referência o passado e como propósito a constituição de melhores perspectivas para o futuro.

 

*Antonio Artequilino da Silva Neto, Historiador, Mestre em Educação, Doutor em Linguística Aplicada e Consultor Pedagógico da Solução Educacional Conquista.


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PSD

Professores: quem cuidará deles?

Cleia Farinhas*

Para  enfrentar com lucidez os impactos da pandemia na rotina escolar, parece fazer sentido contextualizá-la como um fenômeno para o qual não fomos convidados e muito menos estávamos preparados para viver. A paralisação das aulas presenciais atingiu simultaneamente 1,570 bilhão de estudantes ao redor do mundo e trouxe à superfície questões cruciais, a muito tempo debatidas no meio educacional, a respeito da necessidade de incluir no currículo a valorização de habilidades e competências socioemocionais para além do recorte do conteúdo formal dos componentes curriculares, bem como insistir na diversidade de abordagens e recursos tecnológicos que viabilizem o direito de aprender com mais autonomia e sentido – aspectos que, por vários motivos, foram sistematicamente negligenciados no chão acadêmico até que, por motivo dessa força maior, tiveram de sair voando do papel e do discurso para a prática não-presencial. 

Não sem razão, recente nota técnica da Unicef refere-se a essa dolorosa experiência globalizada como o experimento de maior alcance na história da Educação ao redor do mundo, chamando a atenção para tudo o que teve de ser modificado ou adaptado – porque a escola, assim como a vida, não parou. Considerando a rotina abruptamente transferida para as aulas não-presenciais, ressurge com força a preponderância do papel de professores e professoras sob condições adversas, como redução de salários e de carga horária, falta de planejamento, familiaridade ou de recursos para produção de aulas remotas que atendam à uma interlocução eficiente, já que o cérebro de seus alunos tem dificuldade de tornar inteligível grande parte das informações que antes absorvia por meio das interações presenciais. 

A partir dessa circunstância, parece então razoável trazer à reflexão os sentimentos (stress, frustração, tédio, depressão, solidão) dos profissionais da Educação que, a exemplo dos profissionais da Saúde, têm como objeto fundamental do ofício o relacionamento face-a-face – e neste momento estão na linha de frente dos serviços essenciais. Segundo pesquisa recente do Instituto Península, já no início do isolamento social, em uma amostra de 7 mil professores com média de 11 anos de experiência nas Redes Pública e Privada de todos os estados brasileiros, 83% se sentiam despreparados para o ensino remoto; 88% deles nunca tinham dado aula de forma virtual antes da pandemia; 75% gostariam de receber apoio e treinamento neste sentido mas três em cada quatro professores revelaram que não receberam nenhum suporte emocional das escolas durante o período de quarentena. 

Esses dados sugerem uma realidade preocupante do quadro docente, em relação a sentimentos de ansiedade e sobrecarga (53% dos respondentes), à preocupação com a saúde mental e física dos alunos (respectivamente 27% e 24%), seguida da saúde física da família (22%). 

Não obstante, na contramão do conselho de emergência “primeiro em si, depois na pessoa que estiver ao seu lado”, o dado que chama a atenção e sinaliza para uma providência importante é o baixo percentual de respondentes (apenas 20%) preocupados com a própria saúde mental e física, em detrimento de preocupações com outros atores do processo, sendo o professor um dos protagonistas. Em meio à discussão sobre um retorno iminente e necessário à rotina presencial nas escolas, sobram perguntas que urgem respostas: como os professores ajudarão a outros se não tiverem priorizado o autocuidado? Que condições concretas tiveram antes e durante a pandemia para que isso fosse possível? E se lhes faltou cuidado, quem afinal, cuidará deles na iminência do mergulho necessário na atividade presencial com todos os desafios que virão? 

Não resta dúvidas que a escola, com todo o seu aparato de gestão e de infraestrutura, seja co-responsável por priorizar, nesse momento, o acolhimento dos seus professores, antes mesmo dos alunos e suas famílias, por meio de programas de escuta ativa, intenso respeito à individualidade desses sujeitos, adaptações de infraestrutura física, acompanhamento para as mudanças de calendário, processos de avaliação diagnóstica e retomadas de conteúdos essenciais e de treinamento para o cumprimento dos protocolos necessários para a preservação não só da saúde física, quanto da segurança e bem-estar das emoções e da mente.

Só assim restauraremos a escola em sua plenitude, a partir das lições deixadas por esse evento mundial,  reafirmando-a como “o lugar” insubstituível onde se ensina e, de repente,  se aprende.



*Cleia Farinhas é gerente pedagógica do Sistema Positivo de Ensino.


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Tecnobank

Semana das Crianças: 7 atividades on-line para se divertir sem sair de casa

Embora o isolamento social impossibilite comemorações tradicionais, transmissões ao vivo podem ser uma ótima opção para divertir e comemorar a data

 

A pandemia da Covid-19 alterou a maior parte das comemorações presenciais em 2020 e o isolamento social continua, implicando em mudanças nas comemorações do Dia das Crianças. Porém, mesmo com essas dificuldades, várias atividades especiais acontecem já a partir desta semana para divertir e entreter os pequenos sem sair de casa. Veja algumas delas:

 

TBKids

Pensando em ajudar os profissionais da empresa nos cuidados com os filhos durante o home office, a empresa de tecnologia Tecnobank lançou o canal TBKids, que contém atividades com histórias, músicas, brincadeiras e livros do Ziraldo. Agora, para comemorar o Dia das Crianças, o TBKids promove um show teatral apresentado pelo Palhaço Carambola e seu parceiro, o Mímico Banzé. A programação inclui peças teatrais, brincadeiras interativas e muitas outras atividades. A atração principal será o Teatro de Fantoches divididos em 11 partes, incluindo quadros como Moana, Fronzen, Harry Potter, Banda Star Wars, Patati e Patatá e outros. Gratuita e aberta ao público em geral, a live acontece nesta sexta-feira, dia 9, no canal do YouTube da Tecnobank. https://www.youtube.com/channel/UCJ12NzQIf7JPOuxNna2Q41A

 

Instituto Futebol de Rua 

O Instituto Futebol de Rua promove lives semanais sobre os mais diversos temas, como histórias em quadrinhos, dinossauros e meio ambiente. Porém, para comemorar o Dia das Crianças, nesta sexta-feira, 9, às 18h, o Instituto oferece uma live especial, contando com teatro, leitura de poemas, sorteio de brindes e brincadeiras especiais para os pequenos. Gratuita e aberta ao público, a live é transmitida no canal de YouTube do Instituto Futebol de Rua, acessível pelo link: https://www.youtube.com/channel/UCRewlr4h0d2FRsZFS80xjHA

 

Museu Oscar Niemeyer

O Museu Oscar Niemeyer (MON), oferece duas oficinas gratuitas como comemoração do Dia das Crianças. A primeira é nesta quarta-feira, dia 7, e apresenta uma mediação on-line da exposição “Circonjecturas”, que foi gravada em 2017. A outra oficina, no dia 14, ensina como confeccionar um “Fenaquistoscópio”, que é um brinquedo de fácil confecção e que se assemelha a um cata-vento. As atividades são transmitidas pelo site

https://museuoscarniemeyer.org.br/mon/monemcasa/#oficinas .

 

FENABB

A Federação Nacional das AABB’s organiza uma liveespecial para o Dia das Crianças, no dia 12 de outubro, e conta com a participação de mágicos, contador de histórias e outras atrações. A transmissão pode ser acessada pelo canal no YouTube da FENABB, https://www.youtube.com/c/TVFENABBFedera%C3%A7%C3%A3odasAABBs, às 15 horas. 

 

6º Festival de Jazz e Blues do BB

O Festival de Jazz e Blues do Banco do Brasil organizar uma live com a Cia A hora da História. A apresentação convida o público a cantar e se divertir, obtendo experiências musicais, poesias, trava línguas e adivinhas. A live pode ser acessada no canal do festival, pelo link https://www.youtube.com/channel/UCqXiJEpR15OSjG6yijkMzcQnos dias 11/10, 18/10, 25/10, 01/11, 08/11 e 15/11, sempre às 11 horas. 

 

Gatos Multicores 

A banda Gatos Multicores faz uma live especial de Dia das Crianças, com cantigas de roda e atividades para as crianças e família. A apresentação ocorre neste sábado, dia 10, a partir das 16 horas. Para acompanhar, basta acessar o canal do YouTube da banda: https://www.youtube.com/channel/UCZ_y92VgLEYf640DZ2AB_1Q

 

Grupo Tiquequê 

Em comemoração ao Dia das Crianças, o Grupo Tiquequê  realiza a Semana do Clubinho Tiquequê, com lives para os pequenos durante toda essa semana (5 a 10 de outubro), com contação de histórias, produções visuais, dança e movimento, música e show interativo. As transmissões acontecem sempre às 16 horas e podem ser acessadas pelo canal do grupo: https://www.youtube.com/user/grupotiqueque/videos 


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Programação da Semana das Crianças do Clubinho Tiquequê 
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Banda os Gatos Multicores 
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Apresentação " Circonjecturas" no Museu Oscar Niemeyer 
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A Live do Instituto Futebol de Rua vai garantir a diversão dos pequenos 
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Live organizada pela FENABB ocorre no dia 12 
Divulgação/ FENABB 
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Cia A Hora da História fará live especial dentro do 6º Festival de Jazz e Blues do BB 
Divulgação/ Banco do Brasil 
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TBKids vai comemorar o Dia das Crianças da melhor maneira possível com o Palhaço Carambola e o Mímico Banzé 
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 Gratuito: aulão debate ‘identidade e diferença’ para pré-vestibulandos

Professores do Colégio Marista de Londrina abordarão temas de Literatura, Filosofia, Sociologia, Biologia, Arte e Redação em encontro on-line 

Na próxima quinta-feira, 8 de outubro, professores do Colégio Marista de Londrina vão oferecer um aulão on-line gratuito com o tema “Identidade e Diferença”. O encontro terá duração de 1h30, será transmitido ao vivo pelo canal de YouTube da escola e será aberto à toda comunidade.

As disciplinas abordadas serão: Literatura, Filosofia, Sociologia, Biologia, Arte e Redação. Cada professor irá abordar sua temática e resolver uma questão de vestibular ou ENEM com esse viés.

De acordo com o coordenador do Ensino Médio do Colégio, Nilson Castilho, o tema foi escolhido por ser recorrente em muitos vestibulares. “Trata-se de um assunto interdisciplinar que está atrelado a diversos fatos da atualidade. A partir desse tema podemos compreender nosso papel no mundo em relação aos demais. Dessa forma, promovemos uma reflexão do jeito Marista e pertinente a todos os estudantes”, revela.

Logo no início do aulão será proposto um tema de redação para os estudantes praticarem a escrita.Para os alunos maristas o texto fará parte de atividade em sala de aula e o público externo receberá um e-book com instruções que ajudam a fazer a autocorreção de seu texto. O material também contém exercícios que auxiliam no desenvolvimento de estratégias de leitura.

Serviço:

Aulão Interdisciplinar: IDENTIDADE E DIFERENÇA

Dia 08/10 às 19h

Canal do Youtube – Colégios Maristas

Inscrições: link do formulário

Sobre a Rede Marista de Colégios: A Rede Marista de Colégios (RMC) está presente no Distrito Federal, Goiás, Paraná, Santa Catarina e São Paulo com 18 unidades. Nelas, os mais de 25 mil alunos recebem formação integral, composta pela tradição dos valores Maristas e pela excelência acadêmica. Por meio de propostas pedagógicas diferenciadas, crianças e jovens desenvolvem conhecimento, pensamento crítico, autonomia e se tornam mais preparados para viver em uma sociedade em constante transformação. Saiba mais em www.colegiosmaristas.com.br.


   Luiza Lafuente Woellner dos Santos

   (+55 41) 9 9268 8613
   luiza@pg1com.com

 

quarta-feira, 30 de setembro de 2020

 O que fazer para tornar uma marca forte e relevante para o cliente?

brMalls e Endeavor convidam Caito Maia para debater estratégias de marketing e vendas na quarta mentoria do brMalls Partners 

Novos hábitos do consumidor têm gerado boas oportunidades para empreendedores se reinventarem na pandemia. Mas para serem relevantes e competitivos, o fundador da Chilli Beans, Caito Maia, defende que além de construir uma marca forte também é preciso valorizar a criatividade dentro de um time altamente capacitado, investir em tecnologia e manter uma boa relação com o franqueado. O encontro com varejistas de todo o Brasil promovido pela brMalls e Endeavor discutiu sobre as estratégias de marketing e vendas com as mudanças do atual cenário na terceira edição do programa de empreendedorismo brMalls Partners.

A quarta mentoria coletiva foi uma verdadeira consultoria aberta e gratuita. Caito abriu o jogo e trouxe diversos exemplos que ajudaram a Chilli Beans a se tornar a maior marca de óculos da América Latina. Com 917 pontos de venda espalhados pelo Brasil e pelo mundo, o empresário afirma que “quando você incentiva a criatividade parece que vem uma criação de um consciente coletivo, que gera coleções com muita personalidade”.

Além de estimular a inovação dentro do negócio, o empreendedor, - na visão de Caito - especialmente aquele em processo de expansão, precisa consolidar a sua relação com o franqueado para fortalecer a identidade da marca, sobretudo em um país continental como o Brasil. “Eu só estou onde estou porque respeitei muito o franqueado e a cultura local. Marcas que são radicais não conseguem crescer por falta de jogo de cintura. Mantenha claramente o seu conceito, mas construa a quatro mãos com seu franqueado porque ele tem muito o que contribuir” avalia o empresário.

A pandemia abriu um leque de oportunidades para os varejistas estreitar a relação da marca com o dia a dia do consumidor. Caito Maia dividiu com os participantes sua própria experiência com o lançamento da linha de óculos de grau pelos canais digitais e que foram potencializados com a reabertura das operações. A marca mudou o mix em 15 dias e as vendas desse segmento triplicaram com clientes em casa dedicando o tempo à leitura, ao computador e ao celular.

A situação é parecida com o momento vivido pela Wondersize, marca de moda plus size participante da terceira edição do brMalls Partners. As empresárias Amanda Momente e Marioli Oliveira investiram em um conteúdo digital seleto sobre lifestyle, atividades físicas, nutrição e autoestima que contribuíram para a conversão e aumento da recorrência em 60% nos canais digitais. “Acreditamos que para nos mantermos relevantes no dia a dia de nossos clientes, precisávamos ir além do óbvio e construir uma relação de amizade com eles, dando dicas que possam ajudá-los a superar esse momento de pandemia. Tivemos resultados interessantes, mas o mais importante para nós foi essa conexão estabelecida, afirmam as empresárias.

Sobre investidas nos canais digitais, Caito Maia deixa bem claro para os empreendedores que é importante trabalhar de forma integrada com o varejo físico sem deixá-lo de lado. Renunciar a isso “é jogar no lixo tudo que construiu na vida por causa de uma pandemia. É lógico que temos que exercitar os canais online, mas você tem que continuar o que vinha fazendo antes bem feito”, conclui o fundador da Chilli Beans que registrou em setembro um crescimento de 18%, sendo 450% no site da marca, mostrando como o físico e o online crescem juntos ao apostar nessa integração.

Além do objetivo de ajudar as empresas a se desenvolverem de forma sustentável, a edição do brMalls Partners desse ano também tem buscado compartilhar o conteúdo das mentorias coletivas com todo o ecossistema do varejo, uma forma de levar as soluções e insights trocados nos bate-papos para empreendedores de todo o país que contam com dores de negócio semelhantes nesse momento desafiador.

Na edição passada, por exemplo, as empresas participantes registraram um crescimento médio de mais de 70% em faturamento, entre 2018 e 2019. Foram mais de 100 horas de troca de experiências com mais de 40 mentores e 25 executivos da brMalls. No Paraná, são administrados pela brMalls o Shopping Curitiba, Shopping Estação, Catuaí Maringá e Catuaí Londrina.

Confira as 15 marcas selecionadas para a 3ª edição do brMalls Partners:

Closet BoBags (RJ); Criamigos (SP); Graviola (RJ); Hachimitsu (PR); INBOx (SP); La Fruteria (RJ); La Guapa (SP); Make a Cake (RJ); Nanica Brasil (SP); Noma Sushi (SC); Oral Unic (SC); Patties (SP); Pró-Corpo (SP); Troisgros (RJ); Wondersize (SP)

MAIS INFORMAÇÕES


   Ana Paula Scorsin

   (+55 41) 9 9652 1843
   anapaula@pg1com.com