terça-feira, 31 de julho de 2018

Congresso discute a natureza como aliada na geração de negócios
Tema foi debatido na abertura do IX Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação, em Florianópolis
A natureza como oportunidade para a geração de negócios foi o tema que abriu o IX Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação (CBUC), realizado pela Fundação Grupo Boticário, nesta terça-feira (31), em Florianópolis (SC). O painel foi dirigido pelo presidente do Grupo Boticário, Artur Grynbaum, e contou com a participação de Jason Clay, vice-presidente sênior de Mercados e Alimentação do WWF dos Estados Unidos; Pedro Paulo Diniz, empresário e ex-piloto de Fórmula1, que atualmente se dedica à produção em larga escala de alimentos orgânicos e Denise Hamú, representante do escritório brasileiro da ONU para assuntos do Meio Ambiente.
Clay compartilhou sua experiência na Amazônia e falou sobre como o mercado pode gerar impacto positivo para a biodiversidade. O participante também mostrou como ajudou a desenvolver a Usina de Beneficiamento de Castanha do Pará Chico Mendes, em Xapuri, no Acre, a partir de um investimento de 100 mil dólares, realizado no final da década de 1980. "Tivemos muitas dificuldades, fizemos algumas coisas que não deram certo, mas, no fim, a cooperativa acabou se tornando protagonista da cidade e depois do estado do Acre", lembrou. Ainda segundo o americano, “mais que saber o que fazer, precisamos dar mais atenção ao como fazer”, concluiu.
O palestrante lembrou que na época chegaram a descobrir 3,5 mil tipos de produtos que poderiam ser comercializados, mas conseguiram desenvolver 400 protótipos e chegaram a 15 produtos viáveis. “Mas nem tudo funcionou. Os preservativos utilizando borracha da floresta amazônica não emplacaram. O marfim vegetal, feito a partir de uma palmeira, também não teve aderência no mercado. Mas, como balanço, conseguimos, em quatro anos, pagar três vezes mais aos produtores, além de aumentar a participação das castanhas brasileiras no mercado mundial em 20%. Também ajudamos a mudar muita coisa no Acre e, atualmente, o Estado tem uma das melhores políticas públicas nacionais", destacou.
Em seguida, Pedro Paulo Diniz falou sobre o trabalho que vem desenvolvendo como "empresário conservacionista". Para Diniz, é possível regenerar o planeta e fazer negócios ao mesmo tempo. "Mas não adianta só trocar os insumos convencionais por orgânicos, utilizando o mesmo modelo da agricultura tradicional. Fica muito caro", disse, ao mostrar o modelo de negócio que implementa em sua fazenda de 2,3 mil hectares, localizada no interior de São Paulo.
Há pouco mais de 10 anos, o empresário começou a pesquisar sistemas produtivos agroflorestais e passou a utilizá-los na produção de ovos e polpa de frutas tornando o negócio mais próspero do ponto de vista financeiro, social e ambiental. "Aprendemos a trabalhar junto com a natureza e não 'brigar' com ela", enfatizou.
Outra novidade apresentada por ele foi a criação, em 2018, da Rizoma, empresa que recupera terras degradadas. "Estou muito surpreso com o potencial que isso tem. O nosso objetivo é fazer do Brasil o celeiro da agricultura regenerativa do mundo. Está provado que podemos fazer uma economia pujante sem destruir o planeta", projetou. De acordo com Diniz, a Rizoma já terá resultados para apresentar em maio de 2019.  
Denise Hamú fechou o painel falando da "Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável". Para ela, o CBUC é a grande oportunidade para que todos os interessados nos temas de meio ambiente possam dividir angústias e compartilhar sonhos. "Precisamos fazer o plano A dar certo, porque não temos um plano B para o planeta", disse.
"Precisamos do governo, das indústrias, dos empresários, da sociedade civil forte para que, juntos, possamos avançar nessas discussões - além de cidadãos articulados e preocupados com todas essas metas", destacou, lembrando que a entidade tem feito a "lição de casa", reestruturando muita coisa e se equipando para enfrentar os desafios em conjunto com todos esses atores.
Presença de autoridades
A abertura da 9ª edição do Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação (CBUC) contou com a presença de inúmeras autoridades e foi realizada pelo diretor-presidente da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza e presidente do Grupo Boticário, Artur Grynbaum, e pela diretora executiva da Fundação, Malu Nunes.
Para eles, o Congresso tem uma grande importância para o desenvolvimento dos trabalhos frente aos desafios da preservação ambiental. "Mais que mostrar a necessidade de ampliarmos as áreas de conservação, tanto terrestres quanto marinhas, precisamos de ações práticas perante aos desafios. A ideia do evento é compartilhar experiências, estabelecer parcerias e nos tornarmos verdadeiros agentes de mudança, pois o futuro começa agora", ponderou Grynbaum.
Malu Nunes convocou os congressistas a assinarem as moções para que o CBUC possa gerar um resultado consistente. "Assim, poderemos encaminhar os pleitos e fazer com que o poder público e as empresas se engajem nessa causa", exemplificou a executiva.
Também participou da abertura o presidente do Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina, Alexandre Waltrick Rates, que representou o governador do Estado, Eduardo Moreira. Para Rates, não há mais como dissociar uma unidade de conservação de uma matriz turística. "Importante discutirmos quais são os desafios para perpetuarmos a nossa sociedade. Precisamos ter mais espaços protegidos e dar uma nova roupagem, uma nova oportunidade de fomento econômico para as unidades de conservação", destacou.
Representando o Ministro do Meio Ambiente, Edson Duarte, o presidente do ICMBIO, Paulo Carneiro, abriu sua fala dando um panorama do trabalho da entidade, que administra centenas de RPPNs e UCs, contando com o trabalho de 1.700 servidores e 1.500 voluntários. "Todos nós colocamos de pé a estratégia de conservação da natureza do País. Juntos somos mais fortes", argumentou.
Por vídeo, o ministro do Superior Tribunal de Justiça, Herman Benjamin, falou da importância do evento, da pesquisa científica e das unidades de conservação, assim como da atuação da justiça no segmento.  

IX CBUC
Realizado periodicamente desde 1997, o evento é um dos mais importantes fóruns da América Latina sobre áreas protegidas, seus desafios e sua importância para a sociedade. Em oito edições, produziu diversos resultados positivos para a conservação da natureza, como a criação, ampliação e gestão eficiente de unidades de conservação. A nona edição acontece de 31 de julho a 2 de agosto de 2018, em Florianópolis (SC). “Neste ano, O CBUC tem uma programação abrangente, que inclui conferências, palestras e simpósios, além de mostras que possibilitam ao público ter contato com iniciativas e projetos inovadores”, analisa a diretora executiva da Fundação Grupo Boticário, Malu Nunes.
Uma das novidades do evento é a apresentação de trabalhos técnicos em formato de banners digitais, o que evita a impressão em papel e traz um caráter mais dinâmico e interativo para a discussão.  A programação preliminar do IX CBUC está disponível no sitewww.fundacaogrupoboticario.org.br/cbuc.

Sobre a Fundação Grupo Boticário
A Fundação Grupo Boticário é fruto da inspiração de Miguel Krigsner, fundador de O Boticário e atual presidente do Conselho de Administração do Grupo Boticário. A instituição foi criada em 1990, dois anos antes da Rio-92 ou Cúpula da Terra, evento que foi um marco para a conservação ambiental mundial. A Fundação Grupo Boticário apoia ações de conservação da natureza em todo o Brasil, totalizando mais de 1.500 iniciativas apoiadas financeiramente. Protege 11 mil hectares de Mata Atlântica e Cerrado, por meio da criação e manutenção de duas reservas naturais. Atua para que a conservação da biodiversidade seja priorizada nos negócios e nas políticas públicas, além de contribuir para que a natureza sirva de inspiração ou seja parte da solução para diversos problemas da sociedade. Também promove ações de mobilização, sensibilização e comunicação inovadoras, que aproximam a natureza do cotidiano das pessoas.
   
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A diretora executiva da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, Malu Nunes, falou sobre os desafios da preservação ambiental
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O empresário e ex-piloto de Fórmula1, Pedro Paulo Diniz, falou sobre produção em larga escala de alimentos orgânicos
Créditos: GKG Fotografias
Conferência realizada no primeiro dia de Congresso do meio ambiente alerta para saúde pública
Para pesquisadora canadense, Matilda Van den Bosch, contato com a natureza resolveria questões como sedentarismo, estresse e solidão
Na manhã desta terça-feira (31), a Conferência Conservação da Natureza e Saúde Pública, realizada dentro da programação do IX Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação (CBUC) - realizado pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza - abordou a importância do contato dos seres humanos com áreas verdes para a melhoria da saúde dos cidadãos. A palestra foi apresentada pela pesquisadora sueca Matilda Van den Bosch e mediada por Teresa Magro, membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza.
Ela deu início à apresentação falando que questões relacionadas ao meio ambiente precisam estar mais presentes nos assuntos acadêmicos da área médica: "infelizmente, durante minha formação em medicina, nunca ouvi falar em meio ambiente. O que é um grande equívoco, afinal, conservando a natureza e promovendo um maior contato das pessoas com as áreas verdes, podemos melhorar a saúde do planeta". 
Durante a explanação, Matilda apresentou diversos estudos que demonstram a importância da interação das pessoas com o meio ambiente, pois, segunda ela, se isso não estiver interconectado, existirão ainda mais problemas de saúde globais. "Em 2014, o desafio era combater as doenças infecciosas. As previsões para 2030 dão conta que os esforços estarão voltados aos transtornos de depressão e outras doenças mentais", revelou.
Tal contexto pode mudar, dependendo da maneira que as pessoas vivem e interagem com o meio ambiente: "precisamos reduzir e combater esses fatores de risco, como sedentarismo, estresse, solidão, privação socioeconômica e as mudanças climáticas, que contribuem de forma negativa sobre todos esses itens".
Estudos comprovam a importância da nossa relação com a natureza
Uma pesquisa coordenada por Matilda em 2013 mostrou que o contato das pessoas com a natureza ajuda a recuperar quadros de estresse. "Notamos que o problema é muito maior na área urbana que na área rural", destacou. Um grupo de estudiosos alemães foi a fundo nessa linha de pesquisa e descobriu que o sistema límbico das pessoas que moravam em cidades estava mais vulnerável aos transtornos de humor e ao desenvolvimento de outras doenças mentais, como a depressão. Ou seja, segundo a pesquisadora a urbanização global contribui para o aumento do problema.
Por outro lado, o contato com o meio ambiente diminui a incidência de pensamentos negativos e preocupações, pois essa atividade atua diretamente nas partes emocionais do cérebro, como o córtex pré-frontal. "Como disse Voltaire, ainda no século 18, a função da medicina era distrair o paciente enquanto a natureza fazia seu serviço", citou a especialista.
No entanto, o aquecimento global e a poluição atmosférica se colocam como grandes inimigos de todo esse movimento, pois, se a mudança climática continuar no ritmo que está, não será mais possível fazer exercícios ao ar livre. Salvador e cidades do Oriente Médio foram utilizadas como exemplos de locais que ficarão inviáveis para a prática de atividades físicas. "Podemos nos adaptar a um aumento de temperatura, mas até um certo ponto. Sempre há um limite humano", disse.
Antes de finalizar a Conferência, Matilda Van den Bosch fez um alerta: "Está mais do que na hora de tomarmos atitudes, envolvendo urbanistas, gestores públicos, especialistas em meio ambiente e diversos outros atores, para combater esses problemas. Precisamos de mais colaboração para salvar as pessoas e o planeta".
*Matilda é doutora em medicina, planejamento paisagístico e saúde pública, mora atualmente no Canadá e trabalha para inúmeras entidades internacionais ligadas à saúde e ao meio ambiente, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Programa Ambiental das Nações Unidas (UNEP), a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) e o Departamento de Mudanças Climáticas e Inovação do Canadá. Além disso, é editora associada da Urban Forestry & Urban Greening e co-editora do livro didático de Natureza e Saúde Pública da Oxford University Press, publicado no início de 2018.

IX CBUC
Realizado periodicamente desde 1997, o evento é um dos mais importantes fóruns da América Latina sobre áreas protegidas, seus desafios e sua importância para a sociedade. Em oito edições, produziu diversos resultados positivos para a conservação da natureza, como a criação, ampliação e gestão eficiente de unidades de conservação. A nona edição acontece de 31 de julho a 2 de agosto de 2018, em Florianópolis (SC). “Neste ano, O CBUC tem uma programação abrangente, que inclui conferências, palestras e simpósios, além de mostras que possibilitam ao público ter contato com iniciativas e projetos inovadores”, analisa a diretora executiva da Fundação Grupo Boticário, Malu Nunes. 
Uma das novidades do evento é a apresentação de trabalhos técnicos em formato de banners digitais, o que evita a impressão em papel e traz um caráter mais dinâmico e interativo para a discussão.  A programação preliminar do IX CBUC está disponível no site www.fundacaogrupoboticario.org.br/cbuc.

Sobre a Fundação Grupo Boticário
A Fundação Grupo Boticário é fruto da inspiração de Miguel Krigsner, fundador de O Boticário e atual presidente do Conselho de Administração do Grupo Boticário. A instituição foi criada em 1990, dois anos antes da Rio-92 ou Cúpula da Terra, evento que foi um marco para a conservação ambiental mundial. A Fundação Grupo Boticário apoia ações de conservação da natureza em todo o Brasil, totalizando mais de 1.500 iniciativas apoiadas financeiramente. Protege 11 mil hectares de Mata Atlântica e Cerrado, por meio da criação e manutenção de duas reservas naturais. Atua para que a conservação da biodiversidade seja priorizada nos negócios e nas políticas públicas, além de contribuir para que a natureza sirva de inspiração ou seja parte da solução para diversos problemas da sociedade. Também promove ações de mobilização, sensibilização e comunicação inovadoras, que aproximam a natureza do cotidiano das pessoas.
   
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Matilda defende que questões de meio ambiente precisam estar mais presentes nos assuntos acadêmicos da área médica
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segunda-feira, 30 de julho de 2018

9ª edição do Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação inicia nesta terça-feira
Inovador e sustentável, evento terá debates sobre meio ambiente e definições de diretrizes para a implementação de políticas públicas de conservação
Mil e duzentos participantes se encontrarão a partir desta terça-feira (31/07), em Florianópolis (SC), para debater e ampliar conhecimentos sobre meio ambiente, durante o IX Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação (CBUC). Realizado pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, o evento trará, até o dia 2 de agosto, uma programação completa com palestras, simpósios, debates, apresentação de trabalhos técnicos e mostras que abordam o tema “Futuros possíveis: Economia e Natureza”.
Estão confirmados palestrantes de peso, como a sueca Matilda Van den Bosch, doutora em medicina, planejamento paisagístico e saúde pública;André Trigueiro, jornalista com pós-graduação em gestão ambiental e editor-chefe do programa “Cidades e Soluções”; Jason Clay, vice-presidente sênior de Mercados e Alimentação do WWF dos Estados Unidos; John Amos, geólogo e presidente da organização não-governamental SkyTruth; Pedro Paulo Diniz, empresário e ex-piloto de Fórmula1, que atualmente se dedica à produção em larga escala de alimentos orgânicos.
A abertura do evento será às 8h30 do dia 31, com a presença do diretor-presidente da Fundação Grupo Boticário, Artur Gryanbaum, e do presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Paulo Carneiro, que falará em nome do Ministro de Estado do Meio Ambiente, além de autoridades, estudiosos do setor e convidados.
“Com a programação do IX CBUC, buscamos reafirmar que a conservação da biodiversidade é essencial para a qualidade de vida de todos os seres e para a economia, devendo ser priorizada nas políticas públicas e privadas e encarada como um diferencial dos países”, destaca a diretora executiva da Fundação Grupo Boticário. Ela complementa lembrando que as escolhas individuais também têm impacto direto nos ecossistemas naturais e é justamente por isso que a organização do CBUC buscou soluções alternativas e inovadoras para reduzir ao máximo o impacto ambiental do evento. “Substituímos o guia de programação em papel pelo aplicativo de celular; os trabalhos técnicos serão apresentados em painéis eletrônicos, sem banners impressos; e estimulamos os congressistas a reduzir o seu consumo de plástico e outros descartáveis”, exemplifica Malu.
Programação
Ainda na terça-feira (31) começarão as conferências e os painéis do IX CBUC. O primeiro painel, com o tema "A Natureza como Oportunidade" terá a presença de Jason Clay (WWF), Pedro Paulo Diniz (Fazenda da Toca) e Denise Hamú (ONU Meio Ambiente). Em seguida, uma conferência com Matilda Van den Bosch (The University of British Columbia) abordará a “Conservação da natureza e a saúde pública”.
Na quarta-feira (1º), o dia iniciará com a conferência do jornalista André Trigueiro, sobre a relevância das áreas protegidas para a sociedade. Em seguida, o painel do dia "Conexão entre conservação e geração de valor à sociedade" contará com a participação de Bráulio Dias (Universidade de Brasília), Alvaro Vallejo (União Internacional para a Conservação da Natureza - IUCN), José Pedro de Oliveira Costa (Secretaria de Biodiversidade do Ministério do Meio Ambiente) e Maurizélia de Brito Silva (Rebio Atol das Rocas, ICMBio).
No último dia do Congresso (2), a atividade inicial será a votação das Moções, que terá início às 9h. Em seguida, o painel "Modelos de conservação e inovação: inspiração para o futuro" trará nomes como Emiliano Ramalho (Instituto Mamirauá), Marcos Da-Ré (Fundação CERTI) e John Amos (SkyTruth).
A programação completa e a lista de palestrantes do IX CBUC encontra-se neste link.
Simpósios paralelos
Outro evento será realizado de forma simultânea ao CBUC: o Simpósio Internacional de Conservação da Natureza, que contará com a participação de alguns dos maiores especialistas do mundo na temática e ocorrerá nas tardes de terça a quinta-feira. O Simpósio destinará espaço a discussões centradas em assuntos relacionados à conservação dos oceanos, ecoturismo em áreas protegidas e negócios de impacto em conservação da natureza.
Mais informações sobre os Simpósios estão disponíveis neste link.
Programação aberta
O IX CBUC também oferece uma extensa programação gratuita aberta a todos os públicos. Dentro da programação estão atividades com personalidades reconhecidas nacionalmente por seus trabalhos e por suas ações ligadas à natureza, incluindo gastronomia, música, teatro e documentários.
Já a Mostra de Conservação da Natureza será um espaço propício para que dezenas de instituições públicas e privadas divulguem suas ações em prol da conservação da natureza, assim como iniciativas inspiradoras e de vanguarda. Também com entrada gratuita, tanto para congressistas como para o público geral, a Mostra garantirá que todos tenham a oportunidade de conhecer práticas inovadoras que aliam a conservação à economia.
Confira aqui a programação completa, aberta ao público.
Serviço
IX Congresso Brasileiro de Unidades de ConservaçãoQuando: De 31 de julho a 2 de agosto
Onde: Centro de Convenções - Centrosul (Av. Gov. Gustavo Richard, 850 - Centro, Florianópolis - SC)
Mais informações: www.fundacaogrupoboticario.org.br/cbuc
   
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Edição de 2015 do evento foi realizada em Curitiba (PR)
Créditos: Acervo Fundação Grupo Boticário
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Empréstimo gratuito de carregador de celular é novo serviço ofertado pelo Shopping Curitiba
Ficar sem bateria no celular não é mais um problema durante os passeios pelo Shopping Curitiba. Agora, o shopping disponibiliza carregadores para empréstimo, que devem ser utilizados nos espaços com puffs e tomadas, espalhados pelo mall.
Os itens servem para android e iphone. Para ter acesso ao serviço é necessário fazer um cadastro prévio na recepção (piso L3). O serviço gratuito é ofertado durante o horário de funcionamento do Shopping Curitiba, de segunda-feira a sábado, das 10h às 21h30 e domingos e feriados, até às 19h40.
Shopping Curitiba
Rua Brigadeiro Franco, 2.300.
Curitiba (PR)
Meia Maratona de Curitiba tem fim de semana com programação especial
Curitiba recebe mais uma edição da tradicional Meia Maratona Uninter, no próximo dia 5 de agosto, a partir das 7h. A largada da prova acontece em frente ao Museu Oscar Niemeyer (Museu do Olho) e a expectativa é que cerca de 2.500 pessoas participem da corrida. Esta é a segunda etapa das Meias Maratonas Paranaenses da Uninter.
Os participantes vão percorrer um trajeto que vai passar pelos bairros Centro, Centro Cívico, Rebouças, Água Verde, Batel, Cristo Rei, Jardim Botânico, Alto da Glória e Juvevê. As categorias da competição são 21 km individual ou o revezamento em dupla (feminino e masculino), 5 km (feminino e masculino), a corrida Kids, voltada para crianças na faixa etária de 4 a 12 anos, e a caminhada de 3km.
Além da competição do domingo (5), o calendário da Meia Maratona de Curitiba começa no sábado (4) com uma série de palestras sobre provas de corrida na loja Decathlon da Avenida das Torres (Rodovia BR-116, pista lateral, 10.000, Jardim Botânico). No sábado, os corredores também poderão participar de um jantar de massas no Restaurante Madalosso, em Santa Felicidade, a partir das 19h.
O objetivo da corrida é despertar nas pessoas o interesse pela prática esportiva através da competição, levando o esporte ao alcance de todos e criando um ambiente de interação entre atletas amadores e profissionais.
As inscrições para a Meia Maratona de Curitiba vão até o dia 31 de julho e devem ser feitas pelo site esporteparaviver.com.br.
Serviço 
Meia Maratona Uninter de Curitiba
Data: 5 de agosto
Horário: a partir das 7h
Distâncias: 3 km (caminhada), 21 km (solo e dupla) e 5 km.
Modalidades: solo (masculino e feminino), revezamento (masculino, feminino e misto) e kids.
Local:  Museu Oscar Niemeyer
Mais informações: www.esportepraviver.com.br
O que gestão e tecnologia têm a ver?
*Por Márcio Viana
Pensar em tecnologia no trabalho não se resume a vislumbrar colaboradores usando computadores rápidos para executar tarefas que, no passado, eram manuais: temos que lembrar que a tecnologia trouxe a instantaneidade, uma nova maneira de trabalhar para atender às demandas e tomar decisões assertivas - o que se tornou possível a todo momento. Não se trata de roubar empregos, e sim, de abrir possibilidades para um melhor aproveitamento humano, deixando que as máquinas façam as atividades repetitivas e estritamente operacionais.
Hoje, não existe gestão empresarial bem executada sem tecnologia. Isso porque não foram só os processos que foram influenciados: a maneira de comandar as empresas também teve que se adaptar à nova realidade. Observe o seguinte: se o seu concorrente baixar o preço de um produto em 30%, vale ou não a pena acompanhá-lo? Será que a iniciativa é sustentável ou tal ação resultará em prejuízo? A partir do momento que a tecnologia amplia o alcance das informações, ela também exige rapidez nas respostas, possibilitando que a estratégia seja aplicada a tempo de reagir com as mudanças do mercado. Se antes eram necessários diversos dias para a obtenção de resultados, agora, os dashboards que funcionam em nuvem permitem que o andamento de toda a operação seja obtido com poucos cliques - e todos os executivos da empresa conseguem analisar ao mesmo tempo, mesmo a milhares de quilômetros de distância entre eles.
Com processos operacionais executados mais rapidamente e com mais confiabilidade, os gestores podem focar seus esforços em estratégias, utilizando as informações para o desenvolvimento de novos produtos, novas formas de atender o cliente, ou simplesmente para inovar seus negócios. Com mais tempo, é possível pensar em pessoas e em seu desenvolvimento, transformando ainda mais um mercado de trabalho que se tornou global e integrado. Já não é necessário que todos os colaboradores estejam em um mesmo ambiente físico. A tecnologia permite que cada um trabalhe de forma remota mas ainda seja capaz de interagir com os demais, contribuindo para os resultados, e ainda podendo integrar equipes e trabalhar conjuntamente e ao mesmo tempo nos projetos, o que nem sempre era possível no passado.
Não há uma grande empresa que consiga estar à frente de seu mercado sem usar a tecnologia. Além de ser imprescindível para atingir seus clientes nessa era da informação, ela também permeia todos os tipos de contatos recebidos - afinal, quem não vai admitir que o WhatsApp virou o novo e-mail? Ou que as mídias sociais exercem um importante papel na divulgação de seus produtos e serviços? Ignorar a tecnologia para a gestão empresarial é assinar o suicídio de seu negócio. Porque inovar não significa necessariamente criar novas soluções, pode ser apenas fazer de maneira mais efetiva o que você já faz. Acredite, a tecnologia é a melhor parceira que você pode ter. Invista!
*Márcio Viana é diretor executivo da TOTVS Curitiba
   
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Márcio Viana é diretor executivo da TOTVS Curitiba
Créditos: Divulgação
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Que Whatafuck de cardápio é esse?
Hambúrguer artesanal e sem frescura ao melhor estilo de rua para comer em pé

Curitiba, 30/07/2018. Não existe bandeja, não existe frescura, é só fazer o pedido, pagar, e esperar um dos melhores hambúrgueres da cidade chegar. É assim que funciona a Whatafuck Hamburgueria que completou 3 anos e é o espaço queridinho da galera descolada que frequenta a Vicente Machado e o Hauer Shopping. 

Bateu aquela fome e não sabe o que pedir? A gente te conta!  O cardápio é simples e enxuto e conta com cinco opções de hambúrgueres ao melhor estilo de gastronomia rua. Tem o de carne montado no pão fofinho acompanhado de queijo, tomate em fatias, cebola roxa e maionese. Tem o duplo também, claro. Ah!!! Se quiser, pode acrescentar bacon, “que é vida”.  

O cardápio conta ainda com o hambúrguer de cordeiro que leva cebola roxa, tomate, queijo e maionese de hortelã, o de costela, feito com costela desfiada, geleia de bacon e crispy de cebola. É de dar água na boca! O calabresa do WTF segue a mesma linha, com queijo, cebola roxa e tomate. 

Para quem não come carne, o Whatafuck tem o hambúrguer vegetariano – o melhor da cidade -  feito com abobrinha, couve flor, brócolis, cenoura e berinjela, farinha de milho, fubá e o caldo de legumes, montado no pão, com queijo, tomate e cebola roxa. 

Tem mais ali do ladinho
Para quem não dispensa batata frita para acompanhar o hambúrguer, o Roots – que é do mesmo grupo da Whatafuck e sempre fica do ladinho de uma hamburgueria -  é dica certeira com sua porção generosa que vem no cone. Para dar aquele toque especial nas batatinhas, acompanha, a escolha do cliente, maionese com alho, maionese com curry, ketchup, mostarda clara, mostarda escura e barbecue. 

O cardápio tem também a batata doce frita. Dadinhos de tapioca também combinam com hambúrguer e estão no cardápio do Roots. Vale uma porção da delícia como aperitivo para acompanhar um dos mais de 15 chopes artesanais vendidos por lá. De sobremesa, tem churros no cone que vem com calda à parte, que pode ser Nutella, doce de leite, chocolate belga ou chocolate branco. 


A Whatafuck Hamburgueria fica em dois endereços: Av. Vicente Machado, 845 – Centro, e Rua Coronel Dulcídio, 775 -  Batel. O horário de funcionamento às terças é das 18 às 00h30, quarta à sábado das 18 às 2horas e domingos das 18 às 00h30. O Roots funciona na Av. Vicente Machado, 855 – Centro, e Rua Coronel Dulcídio, 739 – Batel. O horário às terças-feiras é das 18 às 00h30, quarta à sábado das 17h30 a 1h30 e domingo das 17h às 00h00. Para conhecer um pouco mais sobre a rede Whatafuck, acesse o site www.whatafuck.com.br ou as redes sociais do empreendimento.