quarta-feira, 31 de março de 2021

 

 

No Dia da Mentira, especialista alerta: divulgar notícia falsa é crime

Conteúdo mentiroso que circula na internet deixou de ser inofensivo como as pegadinhas de 1º de Abril. No Brasil, produzir ou compartilhar fake news tem implicações legais

O mundo é digital. As reuniões são online. Os encontros, virtuais. O trabalho, remoto. No século 21, as mentiras também deixaram de ser analógicas. As pegadinhas antes tradicionais em 1º de abril ganharam uma versão “moderna” com as fake news contadas instantaneamente pela web para milhões de pessoas, todos os dias. O problema é que elas não são inofensivas como as brincadeiras do Dia da Mentira. 

Quem faz o alerta é a doutora em Direito Penal pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Mariel Muraro, professora dos cursos de Direito e Criminologia do UNICURITIBA. Especialista em Criminologia Crítica, ela diz que, guardadas as devidas proporções, é possível dizer que as fake news são as mentiras da era digital. “O agravante é que elas têm uma amplitude maior pela facilidade de divulgação por meio das redes sociais e do compartilhamento.”

Atualmente, três em cada quatro brasileiros têm acesso à internet, de acordo com o Centro Regional para o Desenvolvimento de Estudos sobre a Sociedade da Informação, um departamento do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) ligado ao Comitê Gestor da Internet do Brasil (CGI.br). Isso significa que 75% da população está exposta a notícias falsas e aos danos que elas podem causar.

A professora explica que as pessoas acessam e acreditam nas fake news porque a linguagem utilizada nas mensagens é de fácil compreensão, com chavões, ideias “simples” e temas atuais, que estão na pauta do dia. “Além disso, o assunto atinge sentimentos pessoais, como o medo, a ansiedade, a necessidade, o senso de pertencimento a um grupo ou uma explicação singela para aquele tema em pauta.”

É justamente por inspirar “medo, desgosto ou surpresa”, ao passo que as notícias verdadeiras causam sentimentos como "expectativa, tristeza, alegria ou confiança", que as fake news se espalham tão rapidamente. A conclusão é de um estudo feito por pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos.

De acordo com a pesquisa, as notícias falsas se espalham 70% mais rapidamente do que as verdadeiras: enquanto cada postagem verdadeira atinge, em média, mil pessoas, as falsas ganham popularidade rapidamente, podendo chegar a 100 mil pessoas de forma veloz pela internet.

 

O que diz a legislação brasileira

Com atuação nas áreas de Direito Penal, Direito Processual Penal, Execução Penal e Criminologia, Mariel Muraro esclarece que ainda não existe uma lei vigente no país para disciplinar o uso e disseminação das fake news. “O que temos é o Projeto de Lei nº 2.630/2020, do senador Alessandro Vieira (CIDADANIA/SE), já aprovado pelo Senado e agora em tramitação na Câmara de Deputados. O projeto trata de temas como a liberdade, a responsabilidade e a transparência na internet, com o objetivo de combater o crescimento das notícias falsas”, explica.

Isso não quer dizer que a produção e compartilhamento de informações inverídicas não sejam punidos. A professora do UNICURITIBA informa que, dependendo do conteúdo, pode haver responsabilização pelas leis já vigentes no Brasil, seja de natureza cível, penal, eleitoral ou administrativa.

“Se for difamação ou calúnia, quem divulgou a mensagem inicialmente, bem como os demais que a compartilharam, podem responder civil e penalmente, obtendo condenações como reparação de danos ou até mesmo penas restritivas de direito, como pagamento de cestas básicas ou prestações de serviços à comunidade.”

No caso de fake news com conteúdo racista, continua a especialista em Criminologia Crítica, pode haver responsabilização civil e penal, chegando às penas privativas de liberdade. “Há uma infinidade de dispositivos para eventual enquadramento na apuração das fake news, mas depende essencialmente do conteúdo da notícia falsa que foi divulgada.”

“O Brasil já teve inúmeros casos de condenação, incluindo youtubers famosos, políticos e cidadãos comuns. Normalmente, essas condenações são de cunho cível, determinando o pagamento de indenizações e retirada do conteúdo do ar”, lembra Mariel.

Educação e fiscalização

Mestre em Direito, a professora do UNICURITIBA lembra que não é fácil conter o avanço das fake news. “A solução está na educação para lidar com o mundo da internet, além de mecanismos tecnológicos de combate às notícias falsas, exigindo dos próprios provedores de internet que façam esse controle, fiscalizem e retirem do ar as fake news, assim que identificadas.”

Uma iniciativa positiva tem sido a criação de grupos e páginas na web para denúncias e consultas. No Brasil, a Agência Lupa – que também administra a plataforma Fake ou News em parceria com o Canal Futura e apoio da Google – foi a primeira organização especializada na checagem e combate de notícias falsas.

No ano passado, uma parceria entre o TRE-PR, o Instituto Mais Cidadania e o UNICURITIBA resultou no lançamento do aplicativo “Fake ou News: Eleições”. Disponível em IOS e Android, o app ajuda os brasileiros a entender o processo eleitoral e a reconhecer informações erradas.

Para não cair na armadilha das falsas informações, a professora Mariel Muraro diz que o primeiro passo é buscar canais confiáveis de notícias e não acreditar em tudo o que lê nas redes sociais. “Antes de compartilhar qualquer informação é importante pesquisar na própria internet e confirmar a veracidade do conteúdo. Só depois encaminhar a outras pessoas de forma segura”, orienta. Ao identificar um assunto falso, a recomendação é avisar imediatamente ao remetente para que ele suspenda o compartilhamento.

 

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No Dia da Mentira, especialista alerta: divulgar notícia falsa é crime

Conteúdo mentiroso que circula na internet deixou de ser inofensivo como as pegadinhas de 1º de Abril. No Brasil, produzir ou compartilhar fake news tem implicações legais

O mundo é digital. As reuniões são online. Os encontros, virtuais. O trabalho, remoto. No século 21, as mentiras também deixaram de ser analógicas. As pegadinhas antes tradicionais em 1º de abril ganharam uma versão “moderna” com as fake news contadas instantaneamente pela web para milhões de pessoas, todos os dias. O problema é que elas não são inofensivas como as brincadeiras do Dia da Mentira. 

Quem faz o alerta é a doutora em Direito Penal pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Mariel Muraro, professora dos cursos de Direito e Criminologia do UNICURITIBA. Especialista em Criminologia Crítica, ela diz que, guardadas as devidas proporções, é possível dizer que as fake news são as mentiras da era digital. “O agravante é que elas têm uma amplitude maior pela facilidade de divulgação por meio das redes sociais e do compartilhamento.”

Atualmente, três em cada quatro brasileiros têm acesso à internet, de acordo com o Centro Regional para o Desenvolvimento de Estudos sobre a Sociedade da Informação, um departamento do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) ligado ao Comitê Gestor da Internet do Brasil (CGI.br). Isso significa que 75% da população está exposta a notícias falsas e aos danos que elas podem causar.

A professora explica que as pessoas acessam e acreditam nas fake news porque a linguagem utilizada nas mensagens é de fácil compreensão, com chavões, ideias “simples” e temas atuais, que estão na pauta do dia. “Além disso, o assunto atinge sentimentos pessoais, como o medo, a ansiedade, a necessidade, o senso de pertencimento a um grupo ou uma explicação singela para aquele tema em pauta.”

É justamente por inspirar “medo, desgosto ou surpresa”, ao passo que as notícias verdadeiras causam sentimentos como "expectativa, tristeza, alegria ou confiança", que as fake news se espalham tão rapidamente. A conclusão é de um estudo feito por pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos.

De acordo com a pesquisa, as notícias falsas se espalham 70% mais rapidamente do que as verdadeiras: enquanto cada postagem verdadeira atinge, em média, mil pessoas, as falsas ganham popularidade rapidamente, podendo chegar a 100 mil pessoas de forma veloz pela internet.

 

O que diz a legislação brasileira

Com atuação nas áreas de Direito Penal, Direito Processual Penal, Execução Penal e Criminologia, Mariel Muraro esclarece que ainda não existe uma lei vigente no país para disciplinar o uso e disseminação das fake news. “O que temos é o Projeto de Lei nº 2.630/2020, do senador Alessandro Vieira (CIDADANIA/SE), já aprovado pelo Senado e agora em tramitação na Câmara de Deputados. O projeto trata de temas como a liberdade, a responsabilidade e a transparência na internet, com o objetivo de combater o crescimento das notícias falsas”, explica.

Isso não quer dizer que a produção e compartilhamento de informações inverídicas não sejam punidos. A professora do UNICURITIBA informa que, dependendo do conteúdo, pode haver responsabilização pelas leis já vigentes no Brasil, seja de natureza cível, penal, eleitoral ou administrativa.

“Se for difamação ou calúnia, quem divulgou a mensagem inicialmente, bem como os demais que a compartilharam, podem responder civil e penalmente, obtendo condenações como reparação de danos ou até mesmo penas restritivas de direito, como pagamento de cestas básicas ou prestações de serviços à comunidade.”

No caso de fake news com conteúdo racista, continua a especialista em Criminologia Crítica, pode haver responsabilização civil e penal, chegando às penas privativas de liberdade. “Há uma infinidade de dispositivos para eventual enquadramento na apuração das fake news, mas depende essencialmente do conteúdo da notícia falsa que foi divulgada.”

“O Brasil já teve inúmeros casos de condenação, incluindo youtubers famosos, políticos e cidadãos comuns. Normalmente, essas condenações são de cunho cível, determinando o pagamento de indenizações e retirada do conteúdo do ar”, lembra Mariel.

Educação e fiscalização

Mestre em Direito, a professora do UNICURITIBA lembra que não é fácil conter o avanço das fake news. “A solução está na educação para lidar com o mundo da internet, além de mecanismos tecnológicos de combate às notícias falsas, exigindo dos próprios provedores de internet que façam esse controle, fiscalizem e retirem do ar as fake news, assim que identificadas.”

Uma iniciativa positiva tem sido a criação de grupos e páginas na web para denúncias e consultas. No Brasil, a Agência Lupa – que também administra a plataforma Fake ou News em parceria com o Canal Futura e apoio da Google – foi a primeira organização especializada na checagem e combate de notícias falsas.

No ano passado, uma parceria entre o TRE-PR, o Instituto Mais Cidadania e o UNICURITIBA resultou no lançamento do aplicativo “Fake ou News: Eleições”. Disponível em IOS e Android, o app ajuda os brasileiros a entender o processo eleitoral e a reconhecer informações erradas.

Para não cair na armadilha das falsas informações, a professora Mariel Muraro diz que o primeiro passo é buscar canais confiáveis de notícias e não acreditar em tudo o que lê nas redes sociais. “Antes de compartilhar qualquer informação é importante pesquisar na própria internet e confirmar a veracidade do conteúdo. Só depois encaminhar a outras pessoas de forma segura”, orienta. Ao identificar um assunto falso, a recomendação é avisar imediatamente ao remetente para que ele suspenda o compartilhamento.

 

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sexta-feira, 26 de março de 2021



 Vacina da Gripe já está disponível e reduz em até 45% o número de hospitalizações por pneumonias

 

Prophylaxis faz aplicação da vacina em casa, além de oferecer valores diferenciados para condomínios

 

A Gripe é uma infecção respiratória aguda causada por subtipos de um vírus chamado Influenza. Tem como principais características o aumento do número de casos no outono e no inverno, alta transmissibilidade e período de incubação extremamente curto, o que propicia o surgimento dos surtos da doença. A clínica Prophylaxis, de Curitiba (PR), já recebeu doses da vacina Gripe Tetravalente, que protege contra 4 subtipos do vírus Influenza (2 subtipos A e 2 subtipos B).

 

“Embora a maioria das pessoas se recupere em alguns dias, com repouso e medicação sintomática, algumas desenvolvem complicações graves, que podem colocar a vida em risco. Por isso, a vacinação anual é importante, pois os vírus modificam-se e os vírus que circulam na população em um ano não serão necessariamente os mesmos do ano seguinte”, explica Daniele Thais de Oliveira,responsável técnica da clínica em Curitiba - COREN 581559.

 

Com campanhas anuais, em 2021, a vacinação é ainda mais importante devido ao momento de colapso da saúde que vivemos. Pensando em resguardar as pessoas de doenças que possam impactar o sistema imunológico, a vacinação é essencial para blindar o organismo contra agentes infecciosos e bacterianos. “Em tempos de uma crise pandêmica, como ocorre atualmente com a Covid-19, uma campanha como a de prevenção contra a gripe não só diminui a incidência de casos de Influenza, como também facilita no diagnóstico preciso para o Coronavírus, pois muitos sintomas são similares, como febre, dor no corpo, corisa, dor de garganta, entre outros. Além das pessoas deixarem de procurar o pronto-socorro dos hospitais, diminuindo a transmissão e aumentando o diagnóstico preciso do Coronavírus”, complementa Danielle.

 

A vacina da gripe é uma das mais seguras e eficientes no quesito da prevenção. Estudos demonstram que a mesma reduz entre 32% e 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da doença. 

 

            Mesmo com o isolamento, a vacinação pode ser feita de forma rápida e segura. “A Prophylaxis é especializada na vacinação em domicílio e em condomínios. Para estimular e dar maior praticidade aos nossos clientes trabalhamos com valores diferenciados no atendimento aos condomínios, com modelos de Drive-Thru, aplicação nos apartamentos ou em espaços adequados para prática da vacinação do condomínio”, conta Naiara Vilhena, proprietária da Prophylaxis em Curitiba. 

 

Vale ressaltar que o intervalo entre as vacinas da gripe e do coronavírus deve ser de 14 dias. Mesmo intervalo indicado para outras vacinas. Outra informação importante é sobre a diferença da vacina aplicada na rede pública e por clínicas particulares. Na rede pública, a vacina influenza, que protege contra a gripe, só é oferecida até os 5 anos e acima dos 65 de idade e para alguns grupos de risco, e tem a proteção contra 3 sorotipos de vírus. Já na rede privada a vacina protege contra 4 sorotipos e pode ser aplicada a partir dos 6 meses sem limitador de idade, já que a doença acomete todas as faixas etárias.

 

Esquema de vacinação:

 

• Crianças entre 6 meses e 9 anos incompletos: Caso estejam sendo vacinados pela 1ª vez, devem receber 2 doses da vacina com intervalo de 1 mês entre as doses. Caso já tenham se vacinado em ano anterior, devem receber 1 dose anual da vacina. A vacina utilizada pode ser a vacina contra a Gripe trivalente ou tetravalente.

• A partir de 9 anos de idade, adolescentes e adultos: devem receber 1 dose anual da vacina. A vacina utilizada pode ser a vacina contra a Gripe trivalente ou tetravalente.

 

Quem não deve tomar: 

• Crianças abaixo dos 6 meses de idade.

• Pessoas com doenças infecciosas em fase aguda ou com febre (incluindo a Gripe).

• Pessoas com história de reação grave (incluindo alérgica) a uma dose anterior da vacina ou a algum de seus componentes, incluindo ovo (vide bula).

 

Sobre a clínica: 

A Prophylaxis – maior rede de clínicas de vacinação do país – reforça seu compromisso em Curitiba e comemora seu primeiro ano desde a inauguração da clínica. À frente do empreendimento, a empresária Naiara Vilhena conta que escolheu a marca após um longo planejamento aliado à vontade de empreender. “Promover uma melhor qualidade de vida através da vacinação segura, responsável e eficaz é o que nos move diariamente”, conta orgulhosa a empresária. 

Criada em 1992, a Prophylaxis é primeira clínica de vacinas que ofereceu o serviço de vacinação em domicílio do Brasil. Ao longo destes anos, a empresa se tornou referência quando o assunto é vacina particular e prevenção a doenças infecciosas, já tendo atendido mais de 1 milhão de clientes e aplicado mais de 2 milhões de doses de vacinas ao longo desses anos. Vale dizer ainda que a Prophylaxis é a maior rede de clínicas de vacinação do país, posição alcançada através do conhecimento específico e familiaridade com o processo de desenvolvimento, produção, transporte, manuseio e aplicação de vacinas.

Serviço

Prophylaxis - Unidade Curitiba

Endereço: Rua João Rodolfo Schkenker, Água Verde, Curitiba (Dentro do Hospital IPO)

Horário de funcionamento: De Segunda a Sexta, das 09h30 às 18h30; e Sábado das 08h às 12h

Telefone: (41) 3359-7502

Rede sociais: @redeprophylaxis 

www.prophylaxis.com.br

 

 

 

Informação para a imprensa:

RS Comunicação

 

rafasalomon@gmail.com

(41)98882-1923

danisommer@rafaelasalomon.com.br

(41) 98803-6966

 

 

 

 

 

Mudança climática pode ocasionar aumento de doenças respiratórias

Com a chegada do outono, a alimentação saudável se torna ainda mais essencial para o aumento da imunidade

O outono chegou trazendo o cair das folhas que se preparam para receber o inverno. E, com o clima começando a esfriar, chega também o ar mais seco e as mudanças bruscas de temperatura - muitas vezes num intervalo muito curto. Com isso, as pessoas ficam mais suscetíveis aos vírus e bactérias. Os famosos resfriados e gripes, além de outras doenças respiratórias sazonais, costumam aumentar nesse período do ano. É nesse cenário que o fortalecimento da imunidade, com a adoção da prática de exercícios e de uma alimentação mais saudável, é um importante fator de combate.

Os vírus respiratórios tendem a sobreviver mais tempo em ambientes frios e o mais recente vilão, o coronavírus, com suas alterações e novas cepas, é ainda mais preocupante com a mudança de estação. Segundo estudo da Universidade de Oxford desenvolvido no início da pandemia, o vírus pode se disseminar com maior facilidade no tempo frio e seco. Outro estudo, desenvolvido pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), aponta que em algumas regiões dos Estados Unidos, onde a temperatura é elevada, o vírus se espalhou lentamente. Enquanto que em regiões mais frias a proliferação foi maior. Por isso, a chegada no outono no Brasil preocupa especialistas, que alertam sobre a importância de fortalecer os mecanismos de defesa do corpo. 

“A melhor forma de melhorar a imunidade é por meio de uma alimentação saudável. Claro que o ideal é aliar com noites de sono bem dormidas, atividades físicas e muita hidratação com água, chás e sucos naturais. Uma dieta baseada em verduras e legumes é importante também. Esses hábitos são cruciais e determinantes para uma vida mais equilibrada em muitos sentidos, começando pela saúde física do corpo”, explica a engenheira de alimentos Erika de Almeida.

Outro ponto importante, segundo a especialista, é o consumo de alimentos orgânicos, integrais, sem glúten e sem açúcar para o fortalecimento do sistema imunológico. “Alimentos como goji berry, castanhas, aveia, amêndoas, chia e linhaça, por exemplo, são aliados nutritivos, ricos em fitoesteróis, Vitaminas C e E, cujos benefícios são o auxílio no metabolismo, ao gerar mais energia ao indivíduo, e o bom funcionamento intestinal”, aponta. 

Em geral, alimentos que contêm ômega-3, selênio, zinco, vitaminas e probióticos são necessários, pois favorecem a produção das células de defesa do organismo de forma mais eficiente. Outro exemplo é um fruto tipicamente brasileiro, a castanha-de-caju. Erika, que é analista de Pesquisa e Desenvolvimento da Jasmine Alimentos, explica: “o fruto contém antioxidantes, zinco e é rico em gorduras boas para o coração. Para quem não gosta de consumir a castanha pura, uma ótima pedida é o novo sabor de granola da Jasmine, com ingredientes brasileiros e, claro, a castanha-de-caju”, finaliza a especialista. 

 

Sobre a Jasmine Alimentos

A Jasmine Alimentos é uma empresa referência em alimentação saudável. Com produtos categorizados em orgânicos, zero açúcar, integrais e sem glúten, a marca visa atingir o público que busca alimentos saudáveis de verdade e qualidade de vida. A operação da Jasmine começou de forma artesanal no Paraná, há 30 anos. A Jasmine está consolidada em todo Brasil e ampliando sua atuação para a América Latina. Desde 2014 a marca pertence ao grupo francês Nutrition et Santé, detentor de outras marcas líderes no segmento saudável na Europa.

 


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A alimentação saudável é essencial para o aumento da imunidade 
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Alimentaç

 

Unium

52% dos brasileiros afirmam ter engordado durante pandemia

Alimentos ricos em nutrientes e exercícios físicos, mesmo dentro de casa, podem auxiliar no emagrecimento e bem-estar

A alimentação de muitas pessoas se transformou com as mudanças na rotina causadas pela  pandemia da Covid-19. Uma pesquisa da Diet & Health Under Covid-19, realizada em 30 países, colocou os brasileiros em primeiro lugar entre os que mais engordaram durante a quarentena. 52% dos entrevistados afirmaram ter aumentado de peso desde o começo da disseminação do coronavírus. Segundo o levantamento, na média global, 31% das pessoas engordaram nesse período. Outros países que lideraram com o aumento de peso foram Chile (51%) e Turquia (42%). 

Por conta disso, o Dia da Saúde e Nutrição, comemorado em 31 de março, ajuda a conscientizar a população sobre a importância de cuidar bem da alimentação. O consumo de alimentos ricos em nutrientes, principalmente produtos naturais e frescos, ajuda no funcionamento do corpo e na manutenção da imunidade. Além disso, evitar comidas industrializadas e fazer atividade física regularmente também auxiliam na qualidade de vida. 

E para incentivar a adoção de novos hábitos, a Herança Holandesa e a Colônia Holandesa, marcas de farinhas de trigo e leite da Unium, que une as indústrias das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, separaram  duas receitas. Uma delas é o Pão de Sanduíche Integral, que conta com o trigo integral como parte dos ingredientes. Alguns benefícios dessa farinha para o organismo são a regularização do intestino e o combate ao acúmulo de gordura abdominal, sendo uma aliada no emagrecimento. Outra receita é o Muffin Integral, que tem entre os ingredientes o leite, que previne a osteoporose, melhora o funcionamento do sistema nervoso e ajuda a controlar a pressão alta. 

Pão de Sanduíche Integral

Ingredientes:

500g de farinha de trigo integral Herança Holandesa

100ml de água

300ml de leite integral Naturalle

50g de manteiga 

40g de açúcar

1 colher (chá) de sal

2 colheres (chá) de fermento biológico seco

Modo de preparo:

Misturar 50g de farinha de trigo integral com a água e o fermento, reservar por 15 minutos. Misturar o preparo de fermento com os demais ingredientes, misturar na batedeira com o gancho, por 5 minutos em velocidade baixa. Desligar e deixar descansar por 15 minutos. 

Bater em velocidade média por 10 minutos, desligar e cobrir o recipiente com um pano. Deixar crescer até dobrar de volume (cerca de 1h a 1h30 em dias frios). Untar uma forma de pão com tampa. 

Moldar a massa sobre uma bancada enfarinhada e colocar na forma. Deixar crescer por 30 minutos. Tampar e levar ao forno. 

Assar em forno pré-aquecido em 180ºC por 1h20min. 

Desenformar quente sobre uma grade. 

Cortar depois de frio. 

Rendimento: 1 pão

Tempo de preparo: 220 minutos 

Dificuldade: Fácil

Muffin Integral Herança Holandesa

Ingredientes:

- 1 xícara de chá de farinha de trigo Herança Holandesa tradicional

- 1/2 xícara de chá de farinha de trigo Herança Holandesa integral

- 2 ovos

- 4 colheres de sopa de óleo de canola

- 1 colher de chá de sal

- 1 xícara de leite Naturalle

- 1/2 colher de sopa de fermento em pó

- 50 g de lombo defumado finas fatias Alegra

- 1 tomate grande sem semente e sem pele picado em cubos

- 2 colheres de sopa de azeitonas picadas

Modo de preparo:

Em um recipiente, misture as farinhas de trigo, o sal e o orégano. Acrescente os outros ingredientes até ficar homogêneo. Coloque em forminhas de cupcake e leve para assar em forno pré-aquecido a 180°C por 30 minutos ou até dourar.

Rendimento: 12 unidades

Tempo de preparo: 40 minutos

Dificuldade: Fácil

Sobre a Unium

Marca institucional das indústrias das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, a Unium representa os projetos em que as cooperativas paranaenses atuam em parceria. Conta com três marcas de lácteos: Naturalle – com produtos livres de aditivos -, Colônia Holandesa e Colaso. No setor de grãos, a Unium tem a marca Herança Holandesa – farinha de trigo produzida em uma unidade totalmente adequada à ISO 22000, com elevados padrões de exigência.

Além disso, fazem parte dos negócios a Alegra, indústria de alimentos derivados da carne suína, e a Energik, usina de produção de energia sustentável, todas reconhecidas pela qualidade e excelência. Mais informações: http://unium.coop.br/


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Pão de Sanduíche Integral ajuda na regularização do intestino 
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Muffin Integral leva leite que previne a osteoporose 
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Hospital Marcelino Champagnat

Gestão Hospitalar na pandemia: dores e conquistas de quem vive no olho do furacão

*Por Rogério Fraga

Jamais esqueceremos o ano de 2020. A vida de todos foi alterada abruptamente. As empresas precisaram se adaptar ao home office e descobrir novas formas de entregar produtos e serviços, escolas aceleraram o processo de ensino a distância, que ainda era distante para muitas delas, e por aí vai… Mas essas práticas são mais difíceis de serem implantadas na área da assistência médica. Acostumados com consultas presenciais, tivemos a entrada da Telemedicina, que nos ajudou a chegar na casa das pessoas sem que elas precisassem ir ao hospital. Mas, o contato com o paciente, na maioria das vezes, é imprescindível - ainda mais quando falamos em um ambiente hospitalar. Mas, nos adaptarmos à nova doença (e à nova realidade que ela impõe) foi nosso maior desafio.

Para a gestão, uma preocupação permanente foi com os colaboradores. O primeiro passo foi mapear o chamado ‘grupo de risco’ e afastar esses profissionais das atividades. Desse grupo, apenas uma parcela pequena tem condições de realizar o trabalho remoto - quase nenhum ligado diretamente ao cuidado com os pacientes. Em poucos dias, foi necessário um remanejamento de profissionais e a elaboração de um novo fluxo de atendimento. A equipe precisou ser treinada para o atendimento de uma doença que não conhecíamos. 

Novos profissionais foram contratados e treinados. Alguns, infelizmente, acabaram infectados pelo novo coronavírus e precisaram ser afastados. Nesses casos, o afastamento é de, no mínimo, 15 dias. A complexidade dos casos, a sobrecarga e a tensão constante também acabam levando outros colaboradores a pedirem desligamento. É praticamente impossível substituir esses profissionais na mesma velocidade. Aliás, gente especializada para atender casos de Covid-19 está cada vez mais escassa e o processo de contratação e treinamento é demorado, já que deve ser feito com o máximo cuidado. Estamos falando da vida de milhares de pessoas que todos os dias chegam aos hospitais em busca de assistência.

Quando o vírus parecia dar uma trégua, as pessoas se sentiram mais confiantes para sair de casa e as restrições impostas pelos governos ficaram mais brandas. Mas, infelizmente, o que vimos ao longo desses 12 meses é que, quando menos esperamos, tudo recomeça. É um looping infinito de stress e pressão extremas. Que só acabará quando uma parcela significativa da população for imunizada. 

Talvez pelo excesso de confiança de muitos, que deixam de usar  máscaras e higienizar constantemente as mãos, ou por cansaço do isolamento e distanciamento social, estejamos com tamanha dificuldade para controlar essa doença. Com as novas cepas do vírus,os casos de reinfecção aumentaram. Duas semanas após feriados prolongados ou momentos de recesso, hospitais voltam a ficar lotados, cirurgias eletivas são canceladas, leitos de unidade de terapia intensiva ficam lotados e a escassez de profissionais reaparece. 

Ainda bem que a ciência tem conseguido dar respostas rápidas sobre o novo coronavírus. Profissionais que antes se dedicavam apenas ao cuidado dos pacientes, se desdobraram para dar a sua contribuição para as pesquisas, que agora continuam tão relevantes e importantes como no início da pandemia. A cada descoberta, um novo sopro de esperança, assim como novos treinamentos e novas práticas de cuidado implementadas. 

Em menos de 12 meses, foram criadas vacinas, mas, infelizmente, a capacidade de produção é pequena se comparada à demanda. Ainda precisamos de calma, resiliência e cuidado. Falta muito para termos o ‘efeito rebanho’ e ficarmos minimamente protegidos. A máscara, o álcool em gel e o distanciamento devem continuar fazendo parte do cotidiano das pessoas por um bom tempo. Assim como a dedicação dos profissionais nos hospitais devido à complexidade dos casos. Muito se aprendeu sobre o novo coronavírus e mais ainda sobre a força e a capacidade de adaptação dessas equipes. A integração desses profissionais, de tantas especialidades, e a união de pesquisa e prática são os alicerces que devem nos fazer seguir ao longo dos próximos meses. 

Olhando para trás, vemos o quanto já avançamos e, ao mesmo tempo, lamentamos por ainda não estarmos onde gostaríamos. São as dores e as conquistas de quem está vivendo a pandemia de dentro, no olho do furacão.

* Rogério Fraga é médico urologista e gerente técnico do Hospital Marcelino Champagnat.


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Rogério Fraga, médico urologista e gerente técnico do Hospital Marcelino Champagnat 
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quinta-feira, 18 de março de 2021


 Cuore di Cacao apresenta linha Páscoa 2021

Chocolateria paranaense traz de volta ao catálogo a coleção “O Grande Circo de Páscoa”, em uma versão ainda mais deliciosa e variada

CURITIBA, 11/03/2021 – Oferecer um espetáculo de cores, sabores e texturas é a proposta da premiada chocolateria Cuore di Cacao para a deliciosa linha de Páscoa 2021. Para isso, a marca paranaense que é referência nacional no mercado de chocolates artesanais traz de volta a coleção “O Grande Circo de Páscoa”, sucesso de público no ano passado, agora com novos personagens, formatos e surpresas.

São dezenas de criações inéditas, baseadas no conceito de qualidade “bean to bar”, em que o cacau é selecionado e negociado diretamente com o produtor de cacau fino 100% brasileiro, proveniente das fazendas mais importantes do país. Na sequência, a separação, torrefação, refinamento e preparo das amêndoas do cacau acontecem na fábrica da Cuore di Cacao, dando origem a um chocolate único, exclusivo e premiado.

Os ovos de Páscoa, grandes estrelas da nova coleção de 2021, foram batizados em homenagem aos personagens mais clássicos do imaginário circense: “O Mágico”, ovo de 250g de chocolate intenso 70%, milho torrado e flor de sal, recheado de bombons surpresa (R$ 175); “O Palhaço”, ovo de 250g de chocolate ao leite recheado com praliné de avelãs e açúcar explosivo (R$ 175); “A Bailarina”, ovo de 250g com casquinha de chocolate meio amargo e recheio de marzipã com um toque de baunilha (R$ 175); “Malabares com Fogo”, ovo de 250g de chocolate ao leite recheado com ganache de cachaça, cravo e gengibre (R$ 175); e “A Equilibrista”, ovo de 320g de chocolate ao leite 60% cacau recheado com ganache de chocolate branco com baunilha e pedacinhos de pera (R$ 175).

Para as crianças, a linha de Páscoa da Cuore di Cacao alia seu chocolate de qualidade a muita ludicidade. Além dos indispensáveis ovinhos de chocolate ao leite, os pequenos poderão se deliciar com o “Ovo Bicolor” (200g), que leva uma camada de chocolate ao leite e outra de chocolate branco mais recheio de ovinhos ao leite com dragées (R$ 109), ou o “Ovo Crocante” (200g), de chocolate ao leite com flocos de arroz, recheado de ovinhos ao leite com dragées (R$ 109). Mas se o objetivo é também entreter os pequenos nessa Páscoa, a opção ideal é o “Kit Pequeno Chef” (350g), conjunto para preparar biscoitos de chocolate, com receita, mistura, gotas de chocolate ao leite, confeitos coloridos para decorar e três cortadores de biscoito (R$ 79).

Outra maneira de criar sua própria combinação de sabores, também para adultos, é a “Caixa de Casquinhas para Rechear”, que traz 350g de casquinhas de ovinhos de chocolate ao leite e amargo para o cliente rechear com duas opções de dar água na boca: creme de amêndoas com coco queimado e creme  de avelãs com chocolate (R$ 189). Criados para compartilhar, os Ovos de Corte são ótimas opções para quem vai passar a Páscoa em família. Para fatiar e devorar, eles estão disponíveis em dois sabores: “Nocciola” (meio ovo de 250g completamente recheado com camadas de chocolate ao leite, gianduia, avelãs tostadas, caramelo e praliné crocante de avelãs) e “3 Chocolates” (meio ovo de 250g completamente recheado com camadas de ganaches cremosas de chocolate branco, ao leite e amargo (R$ 169). 

Cientes de que cada vez mais pessoas procuram opções de chocolates mais saudáveis sem abrir mão do sabor, a Cuore di Cacao trabalha somente com produtos sem glúten e oferece em seu catálogo, durante o ano todo, uma  linha inclusiva, com diversas opções veganas, zero lactose e zero adição de açúcares. “Uma das nossas principais preocupações ao definir o portfólio, seja ele da linha normal ou da linha de Páscoa, é contar sempre com diversas opções que atendam a todas as pessoas, inclusive as com preferências por sabor e matérias-primas”, explica Bibiana Schneider, sócia da chocolateria.

Para a Páscoa deste ano, entre as opções da chamada Linha Zero está o “Ovo Crocante Zero Lactose”, 200g de chocolate meio amargo com 55% de cacau e flocos de arroz, recheado com metades de ovinhos de chocolate meio amargo (R$ 109); e o “Ovo ao Leite Recheado Zero Açúcar”, 200g de chocolate ao leite zero adição de açúcar recheado com creme de avelãs zero e bombons de mesmo recheio (R$ 139). Os tradicionais “Coelhinhos ao Leite” (40g) também estão disponíveis na versão zero açúcar (R$ 25). 

“Temos diversas opções de chocolates sem lactose e sem ingredientes de origem animal, que são processados em equipamentos separados, para que não haja nenhum tipo de contaminação. Prezamos sempre pelo sabor marcante e pela segurança do nosso público, pois além do conceito vegano, atendemos também pessoas que podem ter alergias severas”, completa Bibiana. 

Pelo segundo ano consecutivo, os brasileiros vão passar a Páscoa em isolamento social, devido à pandemia de Covid-19. Pensando nisso, o empreendimento curitibano oferece aos clientes o serviço de delivery online e por telefone, para que as pessoas evitem deslocamentos.  “Nesse momento, em que a prioridade é cuidarmos uns dos outros e, sempre que possível, permanecer em casa, oferecemos ao público de Curitiba o nosso serviço de entrega, que além de prático e seguro, segue as normas da OMS. Nossa ideia é levar mais sabor para o nosso público e garantir uma Páscoa mais leve e feliz”, complementa Bibiana.

O delivery da chocolateria funciona por meio do WhatsApp da loja (41 98788-1633) ou pelo aplicativo Goomer (www.goomer.app/cuore-di-cacao-chocolateria) para entregas imediatas. Outro benefício criado para atender o público é o serviço de “drive-in”, que possibilita que o cliente dirija até a Cuore e receba o pedido, agendado previamente por mensagem ou telefone, diretamente em seu carro.  

A Cuore di Cacao conta com uma unidade própria em Curitiba, no bairro Batel (Rua Fernando Simas, 347), e tem seus produtos espalhados por diversos pontos de venda no país. Além disso, pessoas de outras partes do Brasil podem fazer encomendas por meio do site da chocolateria (www.cuoredicacao.com.br) ou pelo WhatsApp (41) 98788-1633. Mais informações pelo telefone (41) 3014-4010.