quinta-feira, 20 de maio de 2021

 

PSD

Maurício de Sousa: "Crianças e jovens precisam desde cedo adquirir consciência financeira"

Com série de gibis e desenhos animados sobre Educação Financeira, o criador da Turma da Mônica fala sobre a importância desse aprendizado começar cedo e de forma lúdica

Com revistas publicadas em mais de 80 países, a Turma da Mônica, criação do desenhista e escritor Mauricio de Sousa, já encantou milhares de leitores, atuando, inclusive, em defesa de muitas causas. Dentre elas, está a importância de desenvolver desde cedo, nas crianças, a consciência financeira. Segundo ele, esse é um trabalho que deve ser realizado em parceria entre família e escola, a partir de exemplos e estímulos. 

E quando se trata de aprendizagem voltada aos pequenos, nada melhor que ensinar de forma lúdica. Uma parceria de Mauricio com o Sicredi rendeu uma série especial de quadrinhos com o tema Educação Financeira para crianças, além de desenhos animados da Turma da Mônica abordando o assunto. Os desenhos podem ser vistos no canal oficial do Sicredi noYouTube.

Quando questionado sobre por que abordar um tema como esse nos quadrinhos, Mauricio destaca que, atualmente, as crianças compartilham seus conhecimentos e experiências com os pais, resultando em uma saudável troca familiar. Se elas aprendem algo, logo passam para os adultos. "Ao aprenderem sobre educação financeira, além de se prepararem bem para o futuro, já ensinam aos pais sobre os cuidados que precisam ter com o dinheiro", explica o autor.

Ele defende também ser fundamental que os pais conversem sobre o tema com as crianças e adolescentes. "É uma via de mão dupla. Aprendemos muito com nossos filhos, mas também devemos ensinar. Sempre procurei dizer para os meus filhos o que poderia ou não comprar para eles. Nossa família era humilde e não sobrava dinheiro para muitos pedidos. Depois, quando fiquei em uma situação melhor, comecei a trabalhar com as mesadas e dei dicas de como deveriam gastar para aproveitarem melhor e não desperdiçarem. Acho que aprenderam alguns ensinamentos. Hoje, não consomem além do que podem comprar e todos mantêm hábitos simples", afirma.

Para Mauricio, faltam aos brasileiros informações para que consigam entender melhor  alguns pontos sobre como administrar seus ganhos. "O principal deles é: não gaste mais do que recebe. Tudo isso precisa ser passado de forma simples – e não na linguagem de mercado. Por isso é tão importante que esses conhecimentos comecem a ser trabalhados junto às crianças, por família e escola, a partir de estímulos lúdicos", acrescenta.

O pai da Turma da Mônica destaca que os pais devem sempre conversar com os filhos sobre os "nãos" que eles receberão pela vida. "Isso deve começar na infância quando pedem algum brinquedo caro, por exemplo. Saber mostrar para eles que precisam poupar para poder comprar algo mais dispendioso, mostrar que o dinheiro vem do trabalho e, por isso, tem que ser valorizado (e não gasto com bobagens), ser criterioso ao comprar um produto fazendo pesquisa de onde tem a melhor oferta, e assim por diante. Crianças e jovens precisam saber desde cedo como resolverem problemas que seus pais já enfrentam e que eles enfrentarão por toda a vida. Os quadrinhos e as animações que desenvolvemos sobre o tema ajudam para que essas informações cheguem de forma correta e direta para todos. Assim, as crianças têm acesso à informação de maneira lúdica e prazerosa, diferente da obrigação de decorar um conteúdo, normalmente estranho à sua realidade e ao seu vocabulário", enfatiza.

O autor é um dos convidados do 1º Congresso da Conquista "Educação 4.0: conectando tradição e inovação". Mauricio de Sousa ministra, no dia 28 de maio, às 18h, a palestra "Como trabalhar a Educação Financeira de forma lúdica em casa e na escola".  O evento é gratuito e aberto ao público. As inscrições podem ser feitas pelo link https://comunicacao.conquistaeducacao.com.br/congresso-da-conquista .

 

Serviço:

1º Congresso da Conquista - Educação 4.0: conectando tradição e inovação

Palestra com Mauricio de Sousa - "Como trabalhar a Educação Financeira de forma lúdica em casa e na escola"

Data: 28 de maio

Horário: 18h

Inscrições:  pelo link https://comunicacao.conquistaeducacao.com.br/congresso-da-conquista 

 

Sobre a Conquista Solução Educacional

A Conquista é uma solução educacional que oferece aos alunos da Educação Infantil, do Ensino Fundamental e do Ensino Médio uma proposta de educação e futuro que integra a família, a escola e a comunidade. Com diversos recursos, material didático completo e livros de Empreendedorismo e Educação Financeira, o objetivo da solução é ajudar, de forma consistente, os alunos no processo de aprendizagem e estimular o desenvolvimento de suas capacidades. Atualmente, mais de 1700 escolas de todo o Brasil utilizam a solução. 





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O escritor Mauricio de Sousa 
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Consumo de doces por adolescentes cresce 48% durante pandemia

Opções de alimentos e produtos que substituem a sacarose auxiliam no emagrecimento, regulam o humor e ajudam na prevenção de doenças

Diminuir a ingestão de açúcar não é uma tarefa fácil. Além do sabor considerado agradável, alimentos com alto teor de sacarose (popularmente conhecido como açúcar branco) funcionam como calmantes emocionais e, por isso, são consumidos em excesso durante momentos de tensão e preocupação, seja por crianças, jovens ou adultos. A pandemia e as incertezas geradas por ela podem acentuar ainda mais o abuso do ingrediente. Segundo recente pesquisa publicada no periódico científico Nutrients, que contou com a participação da Fiocruz, a porcentagem de adolescentes que consomem doces diariamente cresceu de 14% para 20,7% durante o período de isolamento social - um aumento de 48%, aproximadamente.

Seja nesta fase da vida, na infância ou na fase adulta, uma dieta balanceada e que priorize a redução do consumo do açúcar branco pode trazer diversas vantagens para o organismo - entre elas a perda de peso, a regulação do humor e a prevenção de doenças, como hipertensão, problemas cardiovasculares, obesidade e diabetes. Além disso, a baixa ingestão de sacarose ainda auxilia na saúde da pele e ajuda no equilíbrio do sistema nervoso. 

De acordo com a gerente de pesquisa e desenvolvimento da Jasmine Alimentos, Melissa Carpi, a busca por opções mais saudáveis já tem sido sentida pela indústria. “Em tempos como esse que estamos vivendo, as pessoas percebem a importância de adequar a alimentação. Então, cada vez mais, os alimentos saudáveis, orgânicos, integrais e com baixo teor de açúcar estão entrando na rotina das famílias que buscam a melhoria do bem-estar e o aumento da imunidade”, afirma.

A indústria de alimentos tem investido em soluções alternativas à sacarose, com opções naturais e até mesmo de produtos que não possuem origem animal. “Além da preocupação com a saúde, a proveniência da comida e sua sustentabilidade têm feito parte do debate sobre alimentação”, acrescenta Melissa.

Alternativa ao açúcar

Graças a esse cuidado com a origem dos alimentos, a Calda de Agave tem caído no gosto de consumidores e, principalmente, de nutricionistas e influencers de saúde, que trocaram até mesmo o mel (alternativa conhecida como ‘mais saudável’ ao açúcar branco) e tenham aderido ao adoçante natural de origem 100% vegetal.

“Por se tratar de um produto à base de frutose natural e com baixo teor de sacarose, a Calda de Agave se torna uma ótima escolha, por ser muito indicada para adoçar bebidas, cafés, sucos e vitaminas. O produto funciona ainda como ingrediente para preparações culinárias, como bolos e doces. Outra vantagem é a substituição do mel como adoçante natural, já que é o Agave proveniente de uma planta nativa do México e não agride o habitat das abelhas, tornando-se também uma opção viável para a comunidade vegana”, explica a nutricionista da E4 e consultora da Jasmine Alimentos, Karla Maciel.

A profissional ainda salienta que, além de alternativa ao açúcar e ao mel, a calda de Agave também combina com frutas, iogurtes e cereais no café da manhã. “O poder de adoçar desse ingrediente é até 1,5 vezes maior que a sacarose comum”, finaliza.

Linha Zero Açúcar

Além de possuir sua própria Calda de Agave Orgânico, prática, de fácil dissolução e pronta para o consumo, a Jasmine Alimentos também conta com uma linha completa de produtos zero açúcar para o consumidor brasileiro, como cookies, granolas, rosquinhas e Stevine Líquido.

 

Sobre a Jasmine Alimentos

A Jasmine Alimentos é uma empresa referência em alimentação saudável. Com produtos categorizados em orgânicos, zero açúcar, integrais e sem glúten, a marca visa atingir o público que busca alimentos saudáveis de verdade e qualidade de vida. A operação da Jasmine começou de forma artesanal no Paraná, há 30 anos. A Jasmine está consolidada em todo Brasil e ampliando sua atuação para a América Latina. Desde 2014 a marca pertence ao grupo francês Nutrition et Santé, detentor de outras marcas líderes no segmento saudável na Europa.


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Porcentagem de adolescentes que consomem doces diariamente cresceu de 14% para 20,7% durante o período de isolamento social 
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Curitiba recebe monumento de 4 metros em homenagem à Santa Rita de Cássia

Devotos podem acompanhar pelo Facebook do Santuário a missa e a apresentação da imagem amanhã (dia 21), a partir das 19h

Dentro dos festejos de Santa Rita de Cássia – conhecida como a santa das causas impossíveis e considerada pelo Vaticano a terceira mais popular do mundo - o Santuário Santa Rita de Cássia [rua Padre Dehon, 728, no bairro Hauer, em Curitiba], inaugura amanhã (21) um monumento de 4 metros de altura em homenagem à sua padroeira. 

A apresentação da imagem – que foi instalada num pedestal em frente ao Santuário - acontece após a celebração da missa e novena, que começa às 19h. A celebração e a inauguração serão transmitidas pelo Facebook (Facebook.com/staritactba). Assim, todos poderão acompanhar esses momentos tão especiais para a comunidade, sem gerar aglomerações e com total segurança.

O monumento foi adquirido com o apoio dos devotos e ficará aberto à visitação no sábado e domingo. A orientação da paróquia é que os fiéis organizem as visitas ao Santuário mantendo o distanciamento e usando máscaras de proteção.

“Durante o fim de semana, nosso templo estará aberto e pedimos àqueles devotos que tradicionalmente se deslocam até à igreja com as rosas para Santa Rita, para que sigam as recomendações que a pandemia exige”, explica o pároco-reitor Carlos Alberto Rodrigues, scj.

Festejos adaptados

Em virtude da pandemia, o Santuário de Santa Rita de Cássia fez adaptações no roteiro da festa e vai seguir todos os protocolos de segurança e distanciamento recomendados pelos órgãos sanitários. 

Para evitar aglomerações, o almoço festivo que reunia multidões foi substituído. Neste ano, os devotos e visitantes podem adquirir antecipadamente o bilhete para o churrasco de filé ao preço de R$ 55,00. As encomendas devem ser feitas até amanhã (dia 21), na secretaria do Santuário ou pelos tels. 41-3276-2075, 3278-6557 e 98778-1840.

No dia 23, o público deverá ir ao local buscar as encomendas – a partir das 11h30 - e retornar aos lares, pois não será permitido consumo no local.  A entrega acontecerá no sistema drive-thru.

Programação

Nos dias 21 e 22 de maio também ocorre a tradicional venda de bolo com imagens em miniatura da santa. Já a missa solene campal e a chuva de pétalas de rosas – que atraiam milhares de visitantes e romeiros de várias cidades e estados do Brasil – foram suspensas para evitar aglomerações.

A missa e novena presencial de amanhã (dia 21) terá limitação de público e será transmitida pelo Facebook.com/staritactba, às 19h.

Além das demonstrações de fé e agradecimento que ocorrem durante esse período, um dos pontos altos do evento em 2021 será a inauguração do monumento – o maior de Santa Rita de Cássia na capital paranaense.

Feito em fibra de vidro e resistente às intempéries climáticas, a imagem que homenageia a padroeira foi realizada pelo artista plástico Luiz Carlos Brazzale e a equipe da Pietá – uma das maiores fabricantes de artefatos e arte sacra do país - que fica em Londrina-PR e atua há 30 anos no mercado.

No dia 22 estão previstos missas e novenas às 7h, 9h, 14h, 16h, 18h30. Às 12h, acontece apenas a novena.

Religiosidade e popularidade

A festa em honra à Santa Rita de Cássia – celebrada em 22 de maio - é um dos eventos mais tradicionais do bairro Hauer, uma vez que a devoção à santa está presente desde a chegada dos pioneiros colonizadores da região, em 1863.

O santuário recebe devotos de todo o Brasil ao longo do ano. “Muitos fiéis chegam para agradecer a intercessão de Santa Rita de Cássia junto a Deus. E é por isso que a igreja também está sempre florida, especialmente às quintas-feiras, quando temos os dias devocionais e as novenas. As flores representam gratidão”, explica o sacerdote.

O Santuário de Santa Rita de Cássia também é conhecido por manter, todas as quintas-feiras, uma novena perpétua em honra à padroeira às 9h, 16h e 19h. As celebrações das 9h e 19h são acompanhadas de missas.

De acordo com o Vaticano, atualmente Santa Rita de Cássia é considerada como a terceira santa mais popular do mundo.

História e vida de fé

Santa Rita nasceu na Itália, em 1381. Chamada Margherita, ganhou o carinhoso apelido de Rita com o qual seria conhecida no mundo todo, associado ao título de Santa das Causas Impossíveis.

Sua história de fé começa com um casamento contrariado. Conta a narrativa que para satisfazer ao gosto dos pais, a jovem casou com um homem temperamental com o qual teve dois filhos. Durante os 18 anos do matrimônio, ela procurou pregar a paz e a harmonia no lar e, à custa de muita oração, abrandou o temperamento forte do esposo chamado de Paulo Ferdinando.

Um dia, entretanto, seu marido foi brutalmente assassinado e jogado à beira de uma estrada. Na intenção de vingar a morte do pai, os dois filhos de Rita juraram fazer o mesmo com seus malfeitores. Para evitar que seus filhos fizessem o mal a terceiros, Rita pediu que Deus os protegesse e, se fosse o caso, levasse suas almas. E foi o que aconteceu. Os dois morreram, vítimas de uma doença sem cura, após perdoarem os criminosos que tanto odiavam.

Abalada com a morte do esposo e dos filhos, Rita desejou recolher-se ao Convento das Agostinianas de Cássia, mas não foi aceita. Com espírito fervoroso, rogou aos santos de sua devoção: São João Batista, Santo Agostinho e São Nicolau de Tolentino. Ingressa no convento, viveu ali 14 anos até sua morte, trazendo na testa um estigma e associando-se assim a um dos momentos mais fortes da crença católica: a Paixão de Cristo.

Rita morreu no mosteiro de Cássia, em 22 de maio de 1457 e não foi sepultada; seu corpo ficou exposto no oratório até 1595, ocasião em que foi transferido para a igreja anexa ao mosteiro, hoje dedicada a ela. O seu corpo permanece intacto.

Foi canonizada em 1900 e, desde então, é modelo e amparo para milhares de pessoas, sendo considerada nos dias atuais como uma das santas mais populares do mundo.

Segundo o Papa João Paulo II, “Rita foi reconhecida ‘santa’ não tanto pela fama dos milagres que a devoção popular atribui à eficácia de sua intercessão junto de Deus todo-poderoso. Porém, muito mais pela sua assombrosa ‘normalidade’ da existência quotidiana, por ela vivida como esposa e mãe, depois como viúva e enfim como monja agostiniana”.

Serviço

O que: Festa em honra à Santa Rita de Cássia

Local: Santuário Santa Rita de Cássia [rua Padre Dehon, 728, Hauer, Curitiba]

Reservas do churrasco: Até amanhã (dia 21) na secretaria do Santuário ou pelos tels. 41-3276-2075, 3278-6557 e 98778-1840

Retirada do churrasco: No domingo (dia 23), a partir das 11h30 pelo sistema drive-thru. Não será permitido consumo no local

Programação religiosa

Dia 21/05 (sexta), às 19h: novena, missa e inauguração do monumento (transmitida pelo Facebook.com/staritactba)

Dia 22/05 (sábado), às 7h, 9h, 12h, 14h, 16h e 18h30: novena, missa  (às 12hapenas novena)

Dia 23/05 (domingo): às 8, 10h e 19h: missa  

E-mail: santuariodasrosasctba@hotmail.com

Site: www.santuariosantaritadecassia.com.br

 

Sugestão de legenda

Imagem de Santa Rita de Cássia com 4 metros de altura é um dos destaques dos festejos em honra à padroeira, no Santuário localizado no Hauer. Imagem é a maior da santa na capital

 

Crédito das fotos

Artur Morgan

 

Relacionamento com a imprensa: www.santuariosantaritadecassia.com.br

 

Mem & Mem Comunicação

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quarta-feira, 12 de maio de 2021



 Batel Soho tem novo endereço de cafés especiais

Segunda unidade em Curitiba do Café Cultura, rede catarinense de cafeterias, apresenta opções para café da manhã, passando por almoço e sobremesa até o café da tarde

 

CURITIBA, 10/05/2021 – Cafés especiais e ambientes aconchegantes são só alguns dos atrativos do Café Cultura Batel Soho, a segunda unidade da rede catarinense em Curitiba. Localizada na Rua Saldanha Marinho, 1050, a cafeteria que utiliza a própria linha de cafés especiais em seu menu oferece pedidas ideais tanto para aquela pausa rápida do café até refeições completas.

 

A nova loja tem todo um sistema próprio que funciona muito bem neste momento de pandemia. O cliente pode fazer seu pedido em um totem digital logo na entrada, ou ainda se preferir, ser atendido no balcão. Com o pagamento e senha em mãos, escolhe um dos quatro ambientes da casa para aguardar o preparo. Funcionários, que seguem todas as normas da Secretaria de Saúde, levam o pedido até sua mesa. Com o pagamento feito no início do atendimento, a casa não tem problemas como filas.

 

O salão da frente do Café Cultura tem sofás e mesas pequenas, ideais para reuniões ou mesmo momentos descontraídos. As luminárias de sacos de café criam toda uma ambientação acolhedora. Nos fundos, há a área aberta, com mesas de madeira e cobertura, ótima para os dias mais frescos. O segundo andar do estabelecimento guarda uma grande mesa coletiva (no momento, com sinalização de quais assentos podem ser usados, para garantir o distanciamento necessário), e, oposta a este ambiente, um pequeno corredor com sofá. A decoração traz estante de livros, plantas e um televisor antigo, entre o retrô e o aconchegante.

 

Cardápio

 

Grande estrela da rede, o café é celebrado em variados sabores e receitas. O Café Cultura assina uma linha própria com opções como Orgânico, Descafeinado, de grãos peaberry e o House Blend, da casa, doce e encorpado. Receitas diferentes como o Espresso na Casquinha (no qual o macchiato é servido num copo casquinha, comestível e com calda de chocolate) estão ao lado de clássicos como o Cappuccino italiano. Outros destaques ficam com Café Nutella e Hot Salted Caramel (espresso com caramelo salgado e leite vaporizado).

 

Uma parte do cardápio, chamada Para Acompanhar o Café, tem ótimas pedidas para esta harmonização. Quem prefere salgados, pode aproveitar o Misto-quente, croissant ou pão de queijo; já os fãs de doce vão curtir a Torta integral de banana. Os brunches apresentam uma combinação de sabores: o Café Francês, por exemplo, tem croissant com geleia de frutas vermelhas e manteiga, iogurte com frutas vermelhas e granola, suco de laranja e café French Press.

 

Para o almoço, pratos como Ovos Benedict figuram ao lado de bowls, saladas e sopas. Para a tarde, a pedida é um dos paninis: sanduíches abertos com pão de fermentação natural. Um dos destaques é o Panini de Salmão com Abacate, que leva ainda dill e cream cheese. Entre as sobremesas, uma favorita dos clientes é a Torta de maçã com amêndoas, seguido pelo Brownie Completo e a Torta de Chocolate com Morango.

 

A cafeteria tem ainda um espaço de loja de produtos para café, de copos térmicos a cafeteiras, e também dos pacotes de cafés variados da marca. Assim, o cliente pode levar para casa uma seleção especial do Café Cultura.

 

O Café Cultura Batel Soho está localizado na Rua Saldanha Marinho, 1050 – Centro. Seguindo as normas atuais da Secretaria de Saúde, funciona de terça-feira a sábado, das 10h às 22h. Mais informações em: www.cafeculturabrasil.com.

 



 Maior rede de petshops de Curitiba disponibiliza entregas em até 90 minutos via Uber+Cornershop

A parceria firmada entre a Esalpet e o app de entregas é mais uma forma de facilitar o acesso aos produtos e proporcionar ainda mais praticidade para o público 

 CURITIBA, 11/05/2021 – Os aplicativos de delivery e venda remota são, sem dúvida, um dos principais canais de venda e proximidade com o consumidor no mercado atual. As ferramentas que já vinham conquistando um espaço gradativo na rotina dos brasileiros, ganharam ainda mais força com o cenário de distanciamento social. Neste contexto, empresas e comércios de todos os segmentos precisaram se reinventar e inovar para ir além do e-commerce e oferecer ao público, opções cada vez mais práticas e acessíveis. Pensando nisso, a Esalpet, maior rede de petshops de Curitiba, acaba de disponibilizar o estoque de suas seis lojas na capital paranaense para compras via Uber+Cornershop, em uma parceria inédita com a plataforma de entregas. 

São mais de 2,5 mil opções de itens para cães, gatos e roedores, entre rações, petiscos, brinquedos, acessórios, caminhas, caixas e bolsas de transporte, além de itens para higienizações dos animais e ambientes que agora podem ser requisitados diretamente pelo aplicativo com entrega estimada em até 90 minutos. "Um dos principais objetivos da Esalpet é proporcionar uma experiência de compra focada na comodidade e  excelência. Para isso estamos todos os dias pensando em soluções que facilitem o acesso do público a nossos produtos e serviços e chegamos a mais essa alternativa de compra para aqueles que não abrem mão da segurança e agilidade.",comenta Bruno Esperança, diretor geral do Grupo Esal, responsável pela Esalpet. 

Na prática, basta o usuário acessar a plataforma do Uber ou Cornershop, escolher o produto no catálogo da Esalpet e finalizar a compra. A integração entre os aplicativos e a plataforma da Esalpet localiza a unidade mais próxima e imediatamente o colaborador do Uber ou Cornershop vai até a loja retira o produto e efetua a entrega diretamente no endereço solicitado pelo usuário. "Por meio da Esallabs nosso laboratório de inovação, que trabalha incansavelmente para modernizar e aperfeiçoar constantemente o acesso aos nossos itens, podemos  reforçar as opções de canais de compra para além das lojas físicas, televendas, vending machines e e-commerce, oferecendo ainda mais proximidade e conveniência, tudo isso reforçando na prática nossa estratégia omnichannel que já é uma marca da Esalpet.", diz Bruno Esperança. A opção permite realizar a aquisição de qualquer produto disponível em todas as unidades da marca, que conta com lojas nos bairros, Rebouças, Vila Izabel, Centro Cívico, Uberaba, Santa Felicidade e no ParkShoppingBarigui. "É mais uma forma de garantir toda a rapidez, eficácia e segurança que o consumidor merece.", completa o diretor geral da Esalpet.

 Mais informações pelo telefone 41 3091-0400 ou acesse o site www.esalpet.com.br. 

 

Positivo

Velhices

*Daniel Medeiros

Quando eu nasci, a expectativa de vida no Brasil era de pouco mais de 50 anos. Ou seja, se eu tivesse a idade que eu tenho agora naquele tempo eu já seria considerado velhíssimo. No entanto, as melhorias no padrão médio de saúde, habitação, trabalho e tecnologia fazem de mim, agora, um homem de meia idade, com pelo menos mais vinte ou vinte e cinco anos de vida ativa, antes de entrar na categoria dos realmente velhos. Ou seja, ganhei um tempo enorme para saber o que ainda fazer da vida.

Sempre quis ser velho, porque acho ser velho algo muito digno, mas a modernidade pregou-me essa peça e, por isso, quando digo hoje para as pessoas que estou velho - porque é bacana e porque sinto-me alegremente assim, no meu terceiro cavalo - recebo reprimendas com olhares de quem não está brincando, como se eu tivesse dito algo imoral ou tivesse comido algo que engorda muito. A velhice está se tornando uma espécie de tabu, como “aquela doença” ou “aquele problema na família". Uma demonstração disso foi a polêmica em torno da campanha feita pela ONG Relate, no Reino Unido, sobre a intimidade sexual na velhice, sobre a continuação da atração pelo outro na velhice, sobre a permanência do desejo pelo corpo do outro na velhice, ainda que esse corpo esteja em fase de descoberta da inevitável força da gravidade e as reservas de colágeno já não sejam suficientes para encarar essa briga. Aliás, como eu sempre considerei desde muito jovem, o desejo não está na percepção do olhar, mas na reflexão da mente (obrigado, John Locke) e em como ela processa de maneira complexa o conjunto de informações que vêm juntas com a imagem desse corpo. Coisas que a idade normalmente ensina. E, às vezes, não.

A ideia contemporânea sobre a velhice tem deixado os velhos em uma situação de risco. Os mais jovens, de uma maneira geral, creem que a vitalidade física e a longa estrada de tempo que supostamente têm à frente, dá a eles uma primazia em termos de cidadania e, por isso, sentem-se incomodados com os mais velhos que estão em suposta “vantagem legal", na fila do supermercado, no aeroporto ou mesmo em situações cotidianas, quando, por exemplo, demoram para entrar no carro do Uber. Da mesma forma, acham "cute" quando veem duas pessoas com bastante idade namorando ou acham "terrific" quando uma delas faz alguma atividade - normalmente física - como dançar, pular, correr, carregar coisas - que não poderiam estar fazendo, afinal são velhos ou velhas.

Penso, então, nas pessoas jovens que ficaram velhas rapidamente, passando a jato pela vida e então morreram gloriosamente. A primeira imagem que me vem à cabeça é Noel Rosa, morto aos 26 anos, depois de ter revolucionado o samba brasileiro e composto mais de 250  canções. E também Cazuza, aos 32 anos, tendo realizado uma vida artística completa e marcado para sempre a música brasileira. Como também Nara Leão, morta aos 46, ou Raul Seixas, aos 44. E o que dizer de Torquato Neto, que achou que já tinha vivido o bastante aos 28 anos? Ou Glauber Rocha, que completou seu ciclo genial e inesquecível aos 42?

Penso também nas pessoas velhas que nos encantam e nos fazem perder o fôlego com tanto talento - e que os muitos jovens ressentidos insistem em dizer que são pessoas com “alma jovem”- como Fernanda Montenegro ou Ary Fontoura, ou Habermas ou Edgar Morin, ou Anthony Hopkins ou, bom, a ideia é essa e creio que já está bem exemplificada.

Quando nasci, as pessoas morriam cedo porque o país não era capaz de garantir um tempo de existência mais longo para elas, embora viver muitos anos ou poucos anos não signifique realmente viver bem. Hoje, depois de alguns governos que melhoraram as condições gerais do país - enquanto outros fazem um pouco de tudo para reverter essas conquistas - as pessoas  existem por mais tempo. Com a Medicina avançando, as próximas gerações chegarão aos cem anos com facilidade. É muito tempo para existir. E esse parece ser o grande xis da questão: existir não é exatamente igual a viver. Porque podemos encerrar o acerto com a nossa biografia aos 20, aos 40, aos 60 ou aos 104, como Oscar Niemeyer, tendo vivido muito ou existido muito. Viver é fazer desse tempo por aqui um testemunho útil e/ou fascinante da nossa existência, como pessoas de todas as idades - viva Greta Thunberg! - fazem, diariamente. 

Gosto da ideia de ser velho, porque vivi intensamente minha juventude e minha vida adulta, balançando em meio às cordas, umas  tensas, outras  frouxas das minhas decisões, gritando sempre ao contra regra: “sem rede de proteção!”. Agora, a calma que a memória desses tempos agitados e a certeza de que eles já ocorreram, enchem-me de vitalidade para um viver mais epicurista, de prazer com discernimento, de desejos moderados. Como um livro que nos envolve e acaricia, mas que sabemos que chegará à última página. Seja a Metamorfose de Kafka ou as Putas Tristes de Garcia Marquez; seja um grande romance de Pasternak ou Lúcio Cardoso; seja Ratos e Homens ou Vinhas da Ira, o importante é que, no fim, eu tenha saboreado cada página e, então, feche o livro e repouse minha cabeça na poltrona e (en)cerre os olhos para estender o prazer da jornada para o infinito. E além.

 

*Daniel Medeiros é doutor em Educação Histórica e professor no Curso Positivo.
danielmedeiros.articulista@gmail.com
@profdanielmedeiros

 

**Artigos de opinião assinados não reproduzem, necessariamente, a opinião do Curso Positivo.

 


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Daniel Medeiros é doutor em Educação Histórica e professor no Curso Positivo. 
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Tecnobank

Na crise, pessoas vêm sempre em primeiro lugar

Por Gabriela Santana*

O físico britânico Stephen Hawking, um dos mais renomados cientistas do século, afirmou que inteligência é a capacidade de se adaptar à mudança. Não estou aqui para contrariar o homem que nos ensinou algumas das mais importantes lições sobre a lei da inteligência humana. Mas, para mim, isso chama-se resiliência. E essa palavra nunca foi tão usada quanto no último ano, a partir do primeiro momento em que a OMS declarou que estávamos diante de uma pandemia.

Antes mesmo de o Brasil ter se recuperado das perdas da última recessão (2014-2016), a crise sanitária global, que exigiu medidas de isolamento social para a contenção da disseminação do novo coronavírus, mostrou sua intensidade logo nos primeiros meses. O tombo histórico de 9,7% no PIB brasileiro do primeiro para o segundo trimestre de 2020 foi considerado a queda mais intensa desde que o IBGE iniciou os cálculos do PIB trimestral, em 1996.

E é aí que entra a resiliência. O mundo está diante de um desafio para empresas de todos os portes e segmentos. Me atrevo a dizer que até mesmo setores que não sofreriam em outro tipo de crise, como o hospitalar, o de logística e o farmacêutico, registraram grandes perdas no último ano. Dificilmente, quem não se adaptou rapidamente às mudanças exigidas passou ileso pela "coronacrise". 

Pensar rápido diante de uma crise requer conhecimento prévio. Uma gestão bem feita não se faz da noite para o dia. A crise começa a ser administrada muito antes de ela acontecer. Mas como prever algo tão imprevisível? Guardadas as devidas proporções, quem aprendeu (de verdade) com a crise sanitária de 2019 (H1N1), se saiu melhor agora. O problema é que temos sempre a tendência de pensar que "isso nunca vai acontecer comigo" e, por isso, nunca estamos preparados.

Preparação é treinamento. Uma empresa bem preparada para uma crise é aquela que, independentemente do tamanho ou do setor, conhece suas fragilidades, trabalha na prevenção de riscos e traça planos de ação para as vulnerabilidades que não podem ser prevenidas, como uma crise sanitária mundial, por exemplo. Uma coisa é certa: quanto maior e mais burocrática a empresa for, mais difícil de administrar uma crise. Isso porque, para superar uma hecatombe como a atual, todos os departamentos devem estar alinhados para poderem agir juntos. Em sincronia. E imediatamente. 

Ponto para as startups, que já nasceram com um DNA flexível e dinâmico. O mundo já apontava para essa evolução. Quem não percebeu, foi forçado a se adaptar ao modus operandi do futuro, ditado pelas empresas modernas, que erram rápido, para corrigir mais rápido ainda.

A honestidade e a transparência não são menos importantes na gestão de crises. E isso deve permear a empresa da base ao topo. Ou melhor, do topo até a base. Entender o cenário e falar sinceramente sobre o porquê de cada medida tomada gera confiança e desperta a empatia. Poucas foram as empresas que não demitiram durante a pandemia, por exemplo. Mas algumas o fizeram de forma mais humanizada que outras, tentando várias outras estratégias primeiro e não deixando o colaborador desamparado em um momento tão complicado.

Cada setor enfrenta uma necessidade específica de mudança à qual precisa se adaptar. Exemplos claros de resiliência empresarial podem ser observados na área de tecnologia que, nos últimos 12 meses, teve um avanço equivalente a dez anos. Esse impacto pode ser sentido em ambientes diferentes, desde o trabalho médico até os hábitos do dia a dia. Aplicativos de delivery tornaram-se absolutamente vitais, com aumento de mais de 100% na demanda logo nos primeiros meses de pandemia. Plataformas como Zoom, Skype, Teams e Google Meet tornaram-se fundamentais para a realização de reuniões de trabalho, aulas remotas e até para a socialização. Instituições financeiras se adaptaram rapidamente ao ambiente on-line, acelerando soluções que demorariam mais um, dois, três anos (ou mais) para serem implementadas. 

E, nesse cenário, multiplicaram-se as fintechs. A tecnologia possibilitou que boa parte da população migrasse para o home office e mantivesse parte da economia rodando. O mercado foi se adaptando rapidamente às necessidades dos consumidores. E é assim que deve ser - e não o contrário, como esperam alguns empresários.

Mas, assim como o mercado foi se transformando rapidamente, os riscos mudaram com a mesma velocidade. Novas preocupações surgiram, como a segurança de dados e todos os tipos de cibercrimes. Afinal, os criminosos da internet têm uma capacidade de adaptação inimaginável e tentam estar sempre um passo à frente. Ou seja, treinamento de gestão de crises deve ser constante e intenso.

E o que vem pela frente? Não temos 100% de certeza, mas podemos prever cenários. A pandemia não acabou - e tampouco a crise. Quem, em abril ou maio de 2020, imaginava que isso tudo duraria tanto tempo? Ou seja, nunca é tarde para planejar, para estudar o que deu certo e aprender com os erros - os próprios e os dos outros. A única certeza que temos é que as pessoas sempre devem vir em primeiro lugar - e o lucro como consequência, e não finalidade. E essa preocupação, com colaboradores, clientes, fornecedores e toda a comunidade envolvida nas atividades de uma marca, deve ser genuína.

Empresários que, durante a pandemia, colocaram o resultado financeiro em primeiro lugar, viram suas vendas despencarem em poucos dias. Em alguns casos, por conta do fenômeno cada vez mais comum: o cancelamento do tribunal das redes sociais. Por outro lado, as empresas focadas em pessoas viram seus negócios crescerem com as suas equipes, mesmo em tempos incertos como este.

* Gabriela Santana é presidente da Tecnobank.


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