quarta-feira, 29 de junho de 2022

 

Em meio a crescimento de demanda, hospitais filantrópicos buscam formas de captar recursos para investir em melhorias

Bazares, festas e mobilização de empresas e população são alternativas encontradas; em Curitiba (PR), Hospital Universitário Cajuru espera arrecadar R$ 150 mil em festa julina

Os hospitais filantrópicos são hoje responsáveis por 70% da assistência de alta complexidade pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e por metade de todos os atendimentos públicos nessa área. Os dados são da Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos (CMB) e expõem o desafio imposto a mais de 1.800 instituições sem fins lucrativos, que ficaram à frente de grande parte dos atendimentos também durante a pandemia da covid-19. Período que  impossibilitou a realização de algumas das principais ações beneficentes de rotina dos hospitais, e trouxe novos desafios para levantar recursos para manutenção e melhoria dos serviços. 

"A captação começa no relacionamento com parlamentares em busca da destinação de emendas, passa pelo contato com empresas para conseguir patrocínio e chega até as pessoas físicas, que podem destinar uma parte do seu imposto de renda ou simplesmente doar notas fiscais", explica Carolina Piva, gerente de Marketing e Mobilização de Recursos da Saúde do Grupo Marista, responsável pela gestão do Hospital Universitário Cajuru.

Referência em transplante renal e suporte a vítimas de trauma, o hospital de Curitiba (PR) realiza em média 147 mil atendimentos por ano, entre internamentos, urgências e emergências, cirurgias e consultas ambulatoriais. “Com um serviço essencial, nossa instituição precisa que a sociedade se una para contribuir na arrecadação de recursos. Então, a doação de valores é fundamental para darmos sequência ao nosso atendimento humanizado e de qualidade", destaca o diretor-geral do hospital, Juliano Gasparetto.

Corrente do bem

Com os eventos sendo retomados, almoços, festas e bazares voltam a fazer parte da receita de muitas instituições filantrópicas para promover a manutenção dos trabalhos, melhorias dos espaços e aproximação com a comunidade. No Hospital Universitário Cajuru, os eventos beneficentes já fazem parte do calendário há muitos anos. Em julho, a instituição espera arrecadar mais de R$ 150 mil, entre vendas e patrocínios, com a realização do Arraiá pela Saúde. 

Com pratos e ritmo musical característicos, a festa está marcada para começar ao meio-dia, do dia 9 de julho, na praça Nossa Senhora de Salette, em Curitiba (PR). Serão dezenas de barraquinhas com comidas e bebidas, além de shows e atrações para as crianças. Tudo com foco nos investimentos em melhorias para o atendimento de pacientes do hospital.

Em 2021, o Bazar pela Saúde conseguiu arrecadar R$ 300 mil com a venda de produtos apreendidos pela Receita Federal. O valor foi revertido na compra de medicamentos e insumos para manutenção do Hospital Universitário Cajuru.

Cada atividade beneficente promovida pelo hospital visa construir uma sociedade melhor, mais empática e com uma visão de mundo mais abrangente. “É importante lembrar que, por sermos uma instituição filantrópica e 100% SUS, atuamos com um déficit de cerca de R$ 1,5 milhão ao mês. Por isso, precisamos que a população junte forças para ajudar o Hospital Universitário Cajuru a continuar salvando vidas”, finaliza o diretor-geral.

Para mais informações sobre como ajudar o Hospital Universitário Cajuru, o contato pode ser feito pelo telefone (41) 99685-9405 ou pelo e-mail mobilizacao.recursos@hospitalcajuru.com.br.


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Referência em transplante renal e suporte a vítimas de trauma, hospital de Curitiba realiza em média 147 mil atendimentos por ano 
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A.Yoshii Engenharia

ARTIGO: Acessibilidade na construção civil é garantia da dignidade humana

Uma sociedade moderna e inclusiva só é realidade quando todos os cidadãos têm os mesmos direitos e oportunidades. Por isso mesmo, você já deve ter ouvido falar em inclusão social e na sigla PcD, que é abreviação de Pessoa com Deficiência (seja física, mental, intelectual ou sensorial). Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2018, as PcDs representavam quase 7% da população. Mas quando se fala de pessoas que possuem algum grau de dificuldade em pelo menos um dos aspectos citados, chega-se ao número de 46 milhões de brasileiros, ou seja, 24% da população.

Mas, qual a relação da sigla PcD com inclusão? Ou ainda: qual a relação de PcD com a construção civil ou projetos arquitetônicos? Simplesmente, tudo! Desde que a Lei n.º 10.098 entrou em vigor no ano 2000, estabeleceu-se que haja acesso irrestrito aos espaços arquitetônicos e urbanos, à comunicação e à informação, seguindo normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A padronização da sigla segue definição da Convenção Internacional sobre o Direito das Pessoas com Deficiência, da Organização das Nações Unidas (ONU), a qual pontua a importância do uso de um termo que derrubasse preconceitos e estigmas.

Podemos dizer que, no âmbito da construção civil, sempre houve a preocupação em soluções de mobilidade, mas, hoje, acessibilidade de todos os tipos tornou-se ponto certo nos espaços físicos dos empreendimentos. Assim, a acessibilidade se dá de maneira efetiva no ganho de autonomia, uma vez que é possível à PcD usufruir desses espaços e das relações sociais com mais segurança e, de certa forma, comodidade. Para isso, é preciso pensar previamente na total utilização dos espaços com a extinção de qualquer obstáculo físico nas edificações residenciais, bem como nos espaços públicos e privados. Caso contrário, é urgente a necessidade de adequação para aqueles que têm mobilidade reduzida e dificuldade de comunicação temporária ou permanente.

Dentre as medidas mais usadas na construção civil, rampas com inclinação específica, piso tátil, corrimão e patamares intermediários de descanso, e até mesmo elevadores, compõem as rotas acessíveis para as PcDs. Nesse rol, ainda entram os sanitários adaptados com dimensões, barras de apoio, louças e metais de acordo com o previsto pela Norma Brasileira NBR 9050, que garantem a utilização das instalações nas áreas comuns. Não menos importantes, estão botoeiras acessíveis nos elevadores, corrimãos e escadarias de emergência, incluindo a área nos patamares para módulo de resgate, que orientam a circulação segura dos usuários por todo o empreendimento. Já nos estacionamentos, são reservadas vagas com sinalização, faixa de circulação e posicionamento conforme preconizado pela legislação para deficientes físicos. Todas essas ações são realizadas mantendo-se os objetivos conceituais e estéticos do empreendimento.

Nos empreendimentos cujo sistema construtivo restringe modificações, faz-se urgente que as construtoras apresentem opções de planta acessível da unidade privativa, adaptando o banheiro seja com dimensões, barras de apoio ou louças adequadas. Além disso, é importante, também, a instalação de campainhas e interfones com sinal luminoso. Sem dúvida, o avanço da tecnologia na idealização dos projetos e sua execução, tornou essas medidas mais fáceis de serem executadas, incluindo o orçamento. Para os futuros projetos, também é fundamental que os profissionais monitorem as necessidades de mercado e acompanhem as revisões da legislação de acessibilidade, a fim de propiciar os melhores produtos aos clientes, mas, acima de tudo, respeitando a dignidade humana e o exercício da cidadania.

Eduardo Ueda é engenheiro civil da Yticon, construtora do Grupo A.Yoshii.

 

Sobre a Yticon Construção e Incorporação

A Yticon é uma construtora e incorporadora que atua há mais de doze anos nas cidades de Londrina, Maringá e Cambé, no Paraná, e Presidente Prudente, em São Paulo. A empresa do Grupo A.Yoshii desenvolve empreendimentos econômicos, localizados em regiões de potencial valorização, especialmente para quem quer conquistar o primeiro imóvel. A Yticon já construiu mais de 5 mil unidades, todas entregues rigorosamente no prazo, somando mais de 500 mil metros quadrados de área construída. Mais informações: www.yticon.com.br.

Sobre o Grupo A.Yoshii

Fundado há mais de 55 anos, o Grupo A.Yoshii já construiu mais de 2 milhões de metros quadrados do Sul ao Nordeste do Brasil, entre obras industriais, edifícios corporativos e residenciais, escolas, universidades, teatros e centros esportivos. É composto pela A.Yoshii Engenharia, com sólida atuação em construções de edifícios residenciais e comerciais de alto padrão em Londrina, Maringá, Curitiba e Campinas; pela Yticon Construção e Incorporação, que realiza empreendimentos econômicos, localizados em regiões de potencial valorização em municípios do Paraná; e pelo Instituto A.Yoshii, voltado para a inserção social e a democratização cultural. Além disso, atua em Obras Corporativas, atendendo grandes corporações em suas plantas industriais, nos mais variados segmentos da economia, como papel e celulose, alimentício, químico, agronegócio, energia, assim como usinas sucroalcooleiras, centros logísticos, plantas automobilísticas, entre outros. Mais informações: www.ayoshii.com.br.


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Acessibilidade nos empreendimentos imobiliários se dá de maneira efetiva no ganho de autonomia 
Crédito: Envato 
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"É fundamental que os profissionais da construção civil acompanhem as revisões de legislações e respeitam a dignidade humana para exercício da cidadania", diz o engenheiro civil Eduardo Ueda 
Crédito: Assesso

 

A.Yoshii Engenharia

Empreendimento com conceito multiuso inspira urbanismo contemporâneo em Londrina

Alinhado à tendência mundial, Complexo Raul Fulgêncio, da A.Yoshii, conecta residências, lojas e escritórios em um só lugar, ressignificando o modo de viver, trabalhar e se divertir

Uma certeza em relação ao futuro do mercado imobiliário é a de que os conceitos inteligentes de moradia, que conectam o trabalho e o lazer em um único empreendimento, irão avançar cada vez mais.

O novo empreendimento marca a chegada do urbanismo contemporâneo, inspirado na tendência dos skylines dos Estados Unidos, Ásia, Europa e das principais capitais brasileiras. Estes complexos imobiliários combinam diversos usos em um único espaço, como moradia, lazer, trabalho e compras, oferecendo aos moradores conveniência, comodidade e economia de tempo. Representando verdadeiros espaços plurais, os complexos multiusos atendem as necessidades atuais, aliando em um único ambiente diversos serviços “na porta de casa”. Como uma espécie de smart city, a nova tendência valoriza a integração, segurança, comodidade e qualidade de vida dos usuários.

Localizado no alto da Gleba Palhano, zona sul da cidade, o Complexo Raul Fulgêncio é o novo projeto icônico da A.Yoshii, marcante pela construção criativa e pela multifuncionalidade. “Há tempos, Londrina pedia um empreendimento que seguisse as tendências internacionais e com o padrão de excelência do Grupo A.Yoshii, nosso parceiro há mais de 30 anos”, diz o empresário Raul Fulgêncio.

Entradas independentes

No empreendimento, moradores e usuários contarão com a conveniência e otimização do tempo, devido às facilidades em serviços e produtos a poucos metros de distância, além de maior segurança e flexibilidade nas jornadas de trabalho. Cada torre possui entradas independentes.

O projeto arquitetônico, assinado pela Spagnuolo Arquitetura, trouxe o desafio de “juntar 'umbilicalmente' um edifício corporativo, outro residencial e um terceiro de lojas comerciais, conferindo grande sinergia entre eles, sem abrir mão da privacidade necessária, já que contam com entradas independentes. O resultado é um conjunto arquitetônico de grande expressão visual e funcionalidade na avenida Madre Leônia Milito”, comenta José Carlos Spagnuolo. 

Rooftop

O R.F. Tower conta com sete elevadores de acesso aos vinte pavimentos de salas comerciais, que possuem áreas privativas de 37 a 511 metros quadrados. São quatro pavimentos de estacionamento, sendo um de vagas rotativas. No térreo, o R.F. Mall contará com uma variedade de lojas exclusivas a céu aberto. 

Já no R.F. Home, os studios e apartamentos de alto padrão estão distribuídos em 20 pavimentos e possuem de 67 a 87 metros quadrados de área privativa, quatro elevadores e infraestrutura de lazer completa, como piscina coberta e um rooftop com vista privilegiada da cidade e fireplace.

"Agregando valor, inovação e eficiência à cidade, o conceito do Complexo Raul Fulgêncio foi estrategicamente projetado para proporcionar qualidade de vida, elegância, segurança e conforto, oferecendo os melhores serviços. Esse projeto já nasce com uma marca de sucesso de vendas”, destaca o CEO do Grupo A.Yoshii,  Leonardo Yoshii. 

Biofilia

Para o projeto de paisagismo, o londrinense Ivan Pona criou um jardim sofisticado e dinâmico, de encontro e de contemplação. “A união entre o projeto arquitetônico e paisagístico proporciona um jardim com permeabilidade visual entre as áreas destinadas à ocupação comercial e residencial. O espaço ganha amplitude com a leveza e o movimento da vegetação, e as plantas aromáticas e esculturais criam um local de experiências visuais e sensoriais aos visitantes, usuários e moradores”, detalha 

Decorados

Nos decorados do Complexo Multiuso Raul Fulgêncio, os visitantes são convidados a vivenciar a experiência de estar dentro do empreendimento. São quatro decorados assinados pela arquiteta Juliana Meda, com diferentes metragens para as salas comerciais e apartamentos.

O público também pode "navegar" pelos espaços através das telas interativas e visualizar o empreendimento como um todo, na maquete desenvolvida por Tim Leite, que possui 2,7 metros de altura, uma das maiores já executadas pelo maquetista. O showroom da A.Yoshii em Londrina fica na avenida Madre Leônia Milito, 1.800, na Gleba Palhano.

 

Grupo A.Yoshii

Fundado em 1965, o Grupo A.Yoshii já construiu mais de 2 milhões de m² do Sul ao Nordeste do Brasil, entre obras industriais, edifícios corporativos e residenciais, escolas, universidades, teatros e centros esportivos. É composto pela A.Yoshii Engenharia, com sólida atuação em construções de edifícios residenciais e comerciais de alto padrão em Londrina, Maringá, Curitiba e Campinas; pela Yticon Construção e Incorporação, que realiza empreendimentos econômicos, localizados em regiões de potencial valorização em municípios do Paraná e interior de São Paulo; pelo Instituto A.Yoshii, voltado para a inserção social e a democratização cultural; e atua em Obras Corporativas, atendendo a grandes corporações em suas plantas industriais, nos mais variados segmentos da economia, como papel e celulose, alimentício, químico, agronegócio, energia, assim como usinas sucroalcooleiras, centros logísticos, plantas automobilísticas, entre outros. Mais informações: www.ayoshii.com.br.


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Positivo

Educação para o trânsito também é papel da escola

Previsto pela BNCC, ensino de regras de trânsito precisa ser feito de forma transversal e continuada

Todos os dias, no Brasil, 32 pessoas morrem em decorrência de acidentes de trânsito. No total, 2021 registrou 11,6 mil mortes no trânsito. Os dados são do Ministério da Infraestrutura e trazem um recado importante para cidadãos de todo o país: é preciso construir uma cultura de trânsito menos violenta e mais conscientizadora. Nesse processo, a participação das escolas é indispensável. A educação para o trânsito é uma exigência da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), mas os resultados precisam de tempo para aparecer.

De acordo com a coordenadora nacional do Programa Educa, do Observatório Nacional de Segurança Viária, e chefe de Educação para o Trânsito do Detran em Alagoas, Edira Soares, não é possível formar cidadãos para o trânsito sem um programa continuado. "A educação para o trânsito deve ser um elemento que perpassa toda a vida escolar e introduz uma construção da compreensão de que a cidade não é feita para os veículos”, ressalta. Nesse sentido, os conteúdos de educação para o trânsito atualmente não aparecem como uma disciplina adicional no currículo escolar, mas estão inseridos em todas as áreas do conhecimento.

Todo esse trabalho começa já nos primeiros anos de escola, com crianças da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Para o supervisor pedagógico do Sistema de Ensino Aprende Brasil, Rodrigo Leão, que atende a rede pública municipal de municípios de todo o país, a introdução do assunto precisa ser feita de modo a dialogar com a realidade vivida pelos estudantes em suas próprias comunidades. “O Brasil é um país muito diverso e, por isso, precisamos de um olhar para as muitas realidades encontradas em diferentes regiões. A criança só vai compreender a importância do tema se ele estiver diretamente relacionado àquilo que ela experimenta no seu dia a dia”, alerta.

Resultados não são imediatos 

Ainda que o trabalho com as crianças seja realizado perfeitamente, o impacto da educação para o trânsito não é imediato. Como explica a chefe de Divisão da Escola Pública de Trânsito e do setor de Educação do Detran no Paraná, Fabiana Curi, “até pouco tempo atrás sequer tínhamos dados confiáveis sobre acidentes e mortes no trânsito. Agora, estamos aprendendo a agir de acordo com esses números. Com uma ação integrada entre educação, fiscalização e engenharia, acredito que teremos uma melhora em cinco ou dez anos”, revela.

Ela lembra que houve uma mudança na abordagem da educação para o trânsito. Antes voltada à legislação, ela agora fala mais diretamente sobre os riscos envolvidos na vivência do trânsito. “Hoje focamos mais em fazer com que as crianças percebam o perigo que elas correm no trânsito. Com isso, aquela sensação de que as regras existentes tiram delas algum direito se dissipa. E, assim, daqui a dez anos teremos uma sociedade que não fala mais que os radares são prejudiciais, por exemplo.”

Edira destaca, ainda, que a construção de uma cultura de trânsito menos violenta junto às crianças tem efeito multiplicador. “Ao levar isso para a escola, o aluno leva para casa e se torna um multiplicador junto aos pais. Essa é uma construção para que a sociedade mude a mentalidade.” 

Segundo Leão, esse diálogo com a realidade é fundamental. “A criança precisa testemunhar boas atitudes dos adultos no trânsito. As ruas e estradas são espaços de convivência harmônica, e não espaços para uma disputa territorial. De que adiantaria uma forte ação educativa das escolas, executando seus projetos de educação para o trânsito durante todo o ano letivo, se um familiar desconstrói todo um trabalho em minutos ao estacionar em fila dupla ou na calçada?”, finaliza.

Edira Soares e Fabiana Curi são as convidadas do episódio 44 do podcast PodAprender, produzido pela Editora Aprende Brasil, cujo tema é “Como educar para o trânsito em sala de aula?”. Todos os episódios do PodAprender estão disponíveis gratuitamente no site do Sistema de Ensino Aprende Brasil (sistemaaprendebrasil.com.br), nas plataformas Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts e nos principais agregadores de podcasts disponíveis no Brasil. 

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Sobre o Aprende Brasil

O Sistema de Ensino Aprende Brasil oferece às redes municipais de Educação uma série de recursos, entre eles: avaliações, sistema de monitoramento, ambiente virtual de aprendizagem, assessoria pedagógica e formação continuada aos professores, além de material didático integrado e diferenciado, que contribuem para potencializar o aprendizado dos alunos da Educação Infantil aos anos finais do Ensino Fundamental. Saiba mais em http://sistemaaprendebrasil.com.br/.


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 Aulão Smart Fit no Shopping Jardim das Américas

 

 

No próximo dia 02 de julho, das 10h às 12h, em parceria com a academia Smart Fit, o Shopping Jardim das Américas promoverá o Aulão Funcional Smart Shape, com um circuito todo adaptado e diferenciado. A aula é aberta ao público e quem quiser pode participar, não precisa ser aluno da academia. 

 

Smart Shape é um treino de alta intensidade, aplicado em forma de circuito, que pode ser feito por pessoas com diferentes níveis de condicionamento físico. Para a atividade, são utilizados step decks, halteres, kettlebells, double grip, sandbags e entre outras atividades.

 

O aulão especial acontecerá no Edifício Garagem. Monte sua turma de amigos e venha curtir esse momento pra lá de especial no shopping. 

 

 

Serviço:

Shopping Jardim das Américas

Av. Nossa Senhora de Lourdes, 63 - Jd. das Américas

Compras online – assistente virtual - FLORA (41) 99238-1421

(41) 3366-5885

 

Informações à imprensa:

 

RS Comunicação

rafasalomon@gmail.com

danisommer@rafaelasalomon.com.br

 

 

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terça-feira, 28 de junho de 2022

 Raízes de amor

É muito mais importante que cuidar de cabelos é ensinar pais a cuidar dos cabelos dos filhos para que no futuro se tornem adultos fortes.

Povos indígenas, descendentes de europeus, de africanos, pessoas das mais variadas culturas com os mais variados tipos de cabelos: liso, levemente ondulado, ondulado, encaracolado, e afro. Características que tornam o Brasil um país multicultural. Um estudo recente feito pela Kantar, multinacional de painéis de consumo, aponta que o Brasil é o país com mais tipos de cabelos no mundo e que mais da metade da população tem variações de cacheados e crespos, o que se torna mais comum entre as crianças, pois em sua maioria ainda têm seus cabelos naturais.
Mas infelizmente ainda existe um grande preconceito em relação a características físicas, em especial, as capilares. Para Inayê Souza, empresária e cabeleireira é necessário ensinar os pais a cuidar dos cabelos das crianças para que elas na frente se tornem adultos fortes, bem resolvidos, com a auto estima elevada. Autora do projeto “Raízes de Amor”, ela fala que é triste como muitos pais ainda tenham preconceitos que foram arraigados nas suas criações e não conseguem perceber que os praticam com os próprios filhos: “fico triste em ver como os pais, largam mão de cuidar dos próprios filhos, por não saberem e não procurarem ajuda, e deixarem a criança sem os cuidados básicos necessários, e sim, cuidar do cabelo trata-se de cuidados básicos. A criança sofre, por sentir dor, por se achar feia, por não se enquadrar nos padrões sociais. E este é o intuito do Raízes, valorizar a beleza natural desta criança, elevando assim a sua autoestima, trazendo a tona a força do ser humano que sabe quem é .” 
O projeto, que deveria começar em abril de 2020 e foi adiado por causa da pandemia, vem justamente nesse sentido, ajudar os pais a estarem presentes na vida dos filhos, no desenvolvimento da autoestima, do auto cuidado , do amor próprio, da auto valorização, a fim de vermos adultos fortes e bem resolvidos, abrangendo contação de histórias, atividades diversas e de prática de como cuidar do cabelo. “É importante que os pais colaborem, não adianta apenas deixar o filho no salão e não seguir o tratamento em casa.”, complementa.
Inayê comenta, por fim, que o poder está nas mãos das pessoas. É como as pessoas se sentem em relação a si mesmas o que realmente importa, sem se preocupar com as críticas que possam receber de outras pessoas.

Serviço
Inayê Souza – Estilista capilar, visagista e Terapeuta capilar na empresa Simples Assim.
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Mamma mia!

Pizza, receita que começou na Itália é hoje um dos principais ícones da gastronomia em todo o mundo

Marguerita, napolitana, romana, paulista, calabresa, frango com catupiry, quatro queijos e muitas outras opções. Só de falar já dá “água na boca”. A verdade é que a pizza, que começou na Itália se tornou um dos principais ícones da gastronomia em todo o mundo. O Brasil é o segundo lugar no mundo que mais consome pizza, sendo mais de um milhão por dia. Por aqui o dia 10 de julhoé a data escolhida para celebra-la e apreciá-la. Seja sozinho ou com companhias agradáveis de namorado (a), amigos e familiares.
E assim como o recheio a massa tem se tornado protagonista, ganhado importância com a escolha da farinha adequada, da hidratação e do tempo de fermentação natural. Para Emillene Stival, empresária e cofundadora da GiOia “é o respeito pelo processo de fermentação da massa madre que deixa nossas receitas mais leves e saborosas, seguindo o que há de mais tradicional na culinária italiana”. Stival ainda complementa “O tempo é nosso aliado e é responsável por tomar nossos produtos únicos. A fermentação natural faz toda a diferença no resultado final do produto que oferecemos. As massas artesanais não são apenas químicas é o resultado da magia da fermentação natural combinada com a paixão de oferecer o melhor.” 
A empresária afirma que trabalhar com produtos genuinamente italianos faz com que sejam de alta qualidade, nutritivos e deliciosos “Trabalhamos com produtos genuinamente italianos, respeitando suas origens e técnicas de preparo. Isso se transmite em nossos produtos de alta qualidade, nutritivos e deliciosos.”
Para celebrar o Dia da Pizza, no dia 10 de julho, a Unidade GiOia São Lourenço estará com um evento especial. Apenas nessa data, das 12h até 22h, haverá sabores com preços promocionais de R$38 por R$30, além de dois chopps escolhidos especialmente para o evento. Jan Kubis produzido pela cervejaria Dum e o Lançamento Single Viena produzido por Morada Cia Etilica.
Além disso, durante toda a semana, nas quatro unidades GiOia – Mercadoteca, Bigorrilho, Centro e São Lourenço haverá o lançamento do novo cardápio de inverno, com sabores especiais como o Copa e Burrata e o retorno da Piemontesa, com Pancetta e gorgonzola, além de valores especiais para taças de vinho. A combinação perfeita para o inverno.

Serviço
GiOia Franquias
Endereço São Lourenço: Rua João Gava, 50 – Curitiba/Paraná
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